Manuel's profileJESUS É O CAMINHO A VERD...PhotosBlogListsMore ![]() | Help |
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10/31/2007 O BOM PASTORNosso Senhor Jesus Cristo proferiu as seguintes palavras: "Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido. Assim como o Pai me conhece a mim, também eu conheço o Pai, e dou a minha vida pelas ovelhas(...). As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as e elas me seguem; e dou-lhes a vida eterna, e nunca hão-de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão."(1) Como é maravilhoso e inspirador termos um Pastor benigno, misericordioso, paciente, justo, poderoso, alguém que é Deus! Jesus – Deus humanado – cuida de nós, protege-nos, guia-nos aos "verdes pastos" da Sua Palavra e às "águas tranquilas" da Sua graça.(2) Em Jesus Cristo – o Sumo Pastor(3) – há alegria, paz, felicidade, esperança, salvação. N'Ele encontramos saúde para a doença do corpo e da alma, bálsamo para o sofrimento, estímulo para o desânimo, conforto para a tristeza. Nas sobreditas palavras extraídas do Evangelho, Cristo afirma conhecer as Suas ovelhas. Somos ignorados por muita gente importante, é certo, mas o Criador do Universo conhece-nos! Conhece-nos e interessa-se por nós. Ele ama-nos. E nós também O conhecemos em parte e O amamos. Falamos com o Senhor mediante a oração e Ele fala connosco sobretudo através da Sua Palavra. Relacionamo-nos com Ele, mantemos comunhão regular com Ele, vivemos em união espiritual com Ele por intermédio da acção do Espírito Santo. Aleluia! Generosamente, amorosamente, Jesus Cristo deu a Sua vida por nós na cruz do Calvário, a fim de salvar-nos do poder de Satanás, do domínio do pecado, da condenação do Inferno. Ele morreu por nós para que recebêssemos de graça a vida eterna, a vida sem fim na presença do Criador e Redentor, o nosso bom Pastor. Enquanto formos fiéis a Cristo, ouvindo a Sua voz e seguindo-O pelo estreito caminho da salvação, Ele promete guardar-nos. Assevera o Senhor que as Suas ovelhas "nunca hão-de perecer" e que "ninguém as arrebatará" da Sua mão.(4) Louvado seja Deus! De facto, em Cristo Jesus achamos segurança, poder, confiança, vida espiritual, certeza, salvação. Nem todos os poderes infernais logram tirar-nos das mãos do Senhor! S. Paulo escreveu: "Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?(...). Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor."(5) Nós – ovelhas de Cristo – ouvimos a voz do bom Pastor, e seguimo-Lo. No meio de tantas vozes ruidosas e contraditórias, as quais por vezes nos perturbam, nos confundem, a voz distinta, serena, amorosa e paternal do Senhor aquieta os nossos temores, esclarece as nossas dúvidas, orienta-nos nas incertezas, revigora-nos nas fraquezas e transmite-nos uma paz inigualável que excede toda a capacidade de compreensão. Queremos seguir a pessoa divina de Jesus, mais que qualquer religião, confissão cristã ou corrente teológica. Desejamos obedecer, voluntária e jubilosamente, ao Sumo Pastor das nossas almas, até porque Ele satisfaz-nos em absoluto. Como afirmava o salmista David: "O Senhor é o meu pastor; nada me faltará."(6) Cristo é, com efeito, a nossa suprema razão de ser e de viver, o supra-sumo da nossa existência. Por isso não corremos atrás de outras vozes, de outras personagens, de outras novidades, de outras revelações. Só o Senhor é absolutamente perfeito, santo, puro, longânimo e bondoso. O divino Mestre é o manancial da vida abundante. Leitor amigo: aproxime-se, pela fé, do Unigénito Filho de Deus, do bom Pastor. Deixe que Jesus o converta numa ovelhinha do Seu rebanho. Deixe que o torne num membro da família celestial. Deixe que o faça participante da natureza divina. Deixe que o salve, transforme, liberte, restaure, abençoe, que o faça eternamente santo e feliz!
(1) Jo 10:14,15,27,28. (2) Sl 23:1,2. (3) 1 Pe 5:4. (4) Jo 10:28. (5) Rm 8:35,37-39. (6) Sl 23:1. 10/30/2007 PERGUNTASO orador, político e publicista do século 19, Emílio Castelar, que exerceu o cargo de presidente da República Espanhola, afirmou ser a Bíblia "a revelação mais pura que de Deus existe". Pois é das áureas páginas do Livro divino que transcrevemos três perguntas, formuladas em várias ocasiões, a propósito das quais faremos uma breve reflexão. Duas delas foram dirigidas ao Senhor Jesus Cristo, e a restante aos apóstolos Paulo e Silas. A primeira, que apelidamos de curiosa ou especulativa, é do seguinte teor: "Senhor, são poucos os que se salvam?"(1) A segunda, uma interrogativa incrédula, duvidosa, reza: "Quem poderá, pois, salvar-se?" (2) A derradeira questão consideramo-la decisiva, prática e sensata: "Que é necessário que eu faça para me salvar?" (3) Quem pergunta: "Senhor, são poucos os que se salvam?", via de regra está mais interessado em quantidades, números, estatísticas. Tais pessoas impressionam-se com a multidão dos perdidos. A existência de inúmeros indivíduos que jamais ouviram falar da salvação de Deus preocupava a mente dos discípulos. Cristo não tergiversou, não alinhou qualquer fantasiosa hipótese tão do agrado dos rabis judeus. De maneira precisa, clara e directa exortou: "Porfiai por entrar pela porta estreita; porque eu vos digo que muitos procurarão entrar e não poderão."(4) Parafraseando o divino Mestre, o mesmo declarou de forma pragmática esta singela verdade: sejam muitos ou poucos os que se salvem, vós necessitais de estar entre eles! Noutra ocasião, o Salvador foi interpelado por um judeu importante que desejava saber como alcançar a vida eterna. Devidamente esclarecido, afastou-se cabisbaixo pelo facto de se sentir incapaz de seguir o conselho do Mestre. É que o seu coração achava-se dominado por Mamon, isto é, o jovem israelita confiava nas riquezas.(5) Jesus proferiu então as conhecidas palavras: "É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha, do que entrar um rico no reino dos céus." Ao ouvirem isto, os seguidores de Cristo perguntaram-Lhe: "Quem poderá, pois, salvar-se?" Claro que ninguém é capaz de salvar-se a si próprio. Num certo aspecto, o caminho estreito da salvação não é fácil. Reafirmou-o Jesus: "Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me."(6) E acrescentou: "Aos homens é isso impossível, mas a Deus tudo é possível."(7) A Bíblia Sagrada ensina que o Criador anela salvar-nos: "Porque isto é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador, que quer que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade."(8) Por fim, na cidade macedónia de Filipos, anos depois, Paulo e Silas haviam sido presos injustamente pelas autoridades romanas. O testemunho dos apóstolos e a manifestação do poder de Deus, na prisão, foi de tal modo impressionante que o carcereiro indagou com ansiedade: "Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar?" Aí está uma pergunta importante, uma pergunta sensata, uma pergunta vital que tem a ver com a felicidade presente e eterna da alma humana. Essa é a interrogativa que leva à feliz experiência da conversão, da salvação, da vida eterna. A resposta divina é tão simples como isto: "Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo..." (9) Mediante o arrependimento e a fé viva em Jesus, somos salvos da penalidade do pecado, da escravidão do pecado, e, após a morte, no Céu, estaremos livres da presença do pecado. É reconfortante saber que o Senhor Jesus "pode salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus."(10) Possa o distinto leitor deixar a fase da mera curiosidade ou nebulosa dúvida, de maneira a entrar no campo da sensatez, optando por Jesus. Evite trilhar a via sinuosa da especulação, da abstracção, da descrença, e avance em nome de Cristo, penetrando pela fé na região do Espírito onde se crê para ver: "Se creres verás a glória de Deus."(11) Que o leitor possa ter a coragem, a determinação e a fé de se colocar ao lado de Cristo, o Filho de Deus, seguindo-O com fidelidade, e caminhando com a imensa mole humana de peregrinos rumo ao Céu, à Vida Eterna, a Deus!
Fernando Martinez 10/29/2007 A chave para entendermos a vida é o amor de Deus!.C. S. Lewis observou: "Quanto mais deixamos que Deus assuma o controle sobre nós, mais autênticos nos tornamos - pois foi ele quem nos fez. Ele inventou todas as diferentes pessoas que eu e você tencionávamos ser (...) É quando me viro para Cristo e me rendo à sua personalidade que pela primeira vez começo a ter minha própria e real personalidade". 10/27/2007 HARPAS NOS SALGUEIROSHARPAS NOS SALGUEIROS
A Santa Bíblia alude a um comovente desabafo dos crentes hebreus, os quais haviam sido deportados para Babilónia pelo rei Nabucodonosor, após a conquista de Israel. Reza o texto sagrado: “Junto aos rios de Babilónia nos assentámos e chorámos lembrando-nos de Sião. Nos salgueiros, que há no meio dela, pendurámos as nossas harpas, porquanto aqueles que nos levaram cativos nos pediam uma canção; e os que nos destruíram, que os alegrássemos, dizendo: Cantai-nos um dos cânticos de Sião. Mas como entoaremos o cântico do Senhor em terra estranha?”(Sl 137:1-4 ). Ao meditar nessas dramáticas palavras dos exilados judeus, recordo os cristãos que abandonaram a fé, desviando-se do caminho da verdade, voltando as costas ao Criador do Universo. Alguns deles eram crentes talentosos que bastante fizeram em prol do alargamento do reino de Deus na Terra. Quantos, durante anos, viveram felizes com o seu Senhor e Salvador, com a sua família, com os seus irmãos em Cristo! Por várias razões enfraqueceram na fé, deixaram de orar e vigiar a sua vida espiritual e apostataram. Agora encontram-se distante de Deus, alienados da igreja onde se converteram e abandonaram numerosos amigos. Muitos deles, frustrados, sentem já saudade desse tempo, e, como filhos pródigos da conhecida parábola de Jesus, gostariam de regressar à casa paterna, mas falta-lhes a força anímica a fim de darem semelhante passo. Outros estão endurecidos, indiferentes em relação ao Criador e ao Evangelho, jazendo no lodaçal do vício, do pecado, sem paz, sem gosto pela vida, sem esperança, perdidos para sempre. Caso estas palavras sejam lidas por alguém que deixou de assistir ao culto evangélico, que se afastou definitivamente da comunhão dos seus irmãos, que colocou de parte as Escrituras Sagradas, que se esqueceu do Criador, então, por favor, volte! Todos estão de braços abertos para o receber. Deus ama-o (Deus ama-a). A sua igreja anseia por si. Por que espera? Venha! O articulista escreveu um poema inspirado nos versetos 1 a 4 do Salmo 137, publicado há 36 anos numa revista brasileira. Reproduzimo-lo aqui no término deste editorial, sendo o mesmo dedicado a todos os pródigos que porventura nos lerem. “Pendurados nos salgueiros de Babel / vejo mudas harpas de Israel. / Vejo bocas fechadas, / lâmpadas apagadas, / olhos que já não velam, / lágrimas que regelam, / corações minados p’la saudade / do Verbo de Deus e da verdade. // Junto aos rios do pecado / jaz o pródigo assentado; / jazem talentos sepultados, sóis resfriados, / figueiras carcomidas, / oliveiras denegridas, / simulacros de vidas que não servem / ao Criador, pois preces já não erguem. // Apátridas no reino de Satã: / ─ voltai ao lar da Estrela da Manhã. / Vinde, trânsfugas perdidos, / engrossar as hostes dos remidos! / Sereis cedros vigorosos e altaneiros, / óleo sagrado em áureos candeeiros, / saltérios dedilhados p’lo Eterno, / almas resgatadas do Inferno!”
Fernando Martinez 10/26/2007 Quem Sou Eu?Quem sou eu?
A questão respeitante à nossa identidade e ao sentido e propósito da nossa existência tem ocupado o homem desde sempre.
Existem muitas correntes de opinião, mas ninguém tem mais propriedade para falar disso do que Aquele que nos criou. O nosso olhar sobre nós mesmos é muitas vezes tão limitado, incompleto e deturpado, quanto mais será limitado o nosso olhar sobre o Criador.
Precisamos de Deus para O conhecermos e precisamos Dele para nos conhecermos.
Se, por um lado, diante do Criador nos sentimos diminutos e insignificantes, só diante Dele percebemos a nossa verdadeira grandeza porque fomos criados à Sua imagem e semelhança e somos feitos Seus filhos mediante Jesus Cristo.
A Bíblia nos diz que fomos criados por Deus e para Deus. Fomos feitos para sermos parte da Sua família, para vivermos na Sua presença, sob o Seu cuidado e providência, numa relação plena de amor e confiança. Mas o amor e a confiança só podem existir com a liberdade.
Fomos criados livres e responsáveis, e não como escravos ou marionetes. No uso dessa liberdade o homem natural escolheu ignorar Deus e buscar o seu próprio caminho, estabelecer os seus próprios padrões e construir o seu próprio reino, de costas voltadas para Ele.
Essa escolha foi feita há muito tempo atrás, e continua a ser a escolha da humanidade. Por isso ninguém está em condições de afirmar categoricamente que teria escolhido diferente dos nossos primeiros pais, ou que a condição em que se encontra também não é da sua própria responsabilidade. Toda a humanidade segue a mesma vereda. A Bíblia é categórica quando afirma: "Todos pecaram e ficaram longe de Deus."(Romanos 3:23)
Só que Deus não desistiu do homem, porque ao assumir criá-lo livre, também desde logo se apresentou disponível para ultrapassar todos os obstáculos para estabelecer a reconciliação, sem pôr em causa a Sua justiça e santidade.
Quando Jesus encarnou veio com o objectivo de pela Sua morte e ressurreição, tratar o problema do pecado humano.
E foi isto que felizmente aconteceu.
Podemos ficar chocados com a forma pela qual Deus lidou com a nossa condição, mas quem somos nós para discutir com Ele o que era ou não necessário para nos perdoar e tornar Seus filhos? E isto quando não foi a nós que foi requerida a realização do plano da salvação, porque claramente o Evangelho diz que nós nada poderíamos fazer. Atente-se para o que Paulo escreve pelo Espírito Santo na carta primeiramente endereçada aos cristãos na cidade de Éfeso: "Estando nós mortos, por causa das nossas culpas, ele deu-nos a vida por meio de Jesus Cristo. (...) Foi por amor que vocês foram salvos, mediante a fé. Não foram vocês que conquistaram a salvação. Ela é um dom de Deus. Não foi obra vossa; portanto, ninguém se pode gabar disso." (Efésios 2:5,8,9)
Agora o que é certo é que a crucificação de Cristo nos coloca diante de toda a nossa tragédia, qualquer tentativa para minimizar a nossa situação só a torna mais difícil e penosa. O que o homem fez e continua a fazer é totalmente desastroso, e só a morte de Cristo é a solução, dando-nos o perdão e a necessária mudança interior para uma nova vida e um novo relacionamento.
O que se requer do homem hoje é o reconhecimento do seu estado de culpa e condenação. O homem foi criado bom, mas tornou-se mau no seu íntimo e só através de Cristo pode ser perdoado e regenerado.
Através de Jesus de criaturas desfiguradas e, mais do que isso, corrompidas, somos feitos filhos de Deus.
Ele veio realmente ao mundo, mas o mundo não o reconheceu, apesar de ter sido criado por meio dele. Veio para o seu próprio povo, que não o quis receber. Mas àqueles que o receberam e acreditaram nele deu o privilégio de se tornarem filhos de Deus. Não se tornaram filhos de Deus por vontade e geração humana, mas sim porque Deus o quis. (Evangelho De João 1:10-13) 10/25/2007 O Velho e o MarO velho e o mar.
Ricardo Gondim
“O Velho e o Mar” foi um dos últimos livros do escritor americano, Ernest Hemingway. Alguns o consideram sua obra prima, pois lhe rendeu o prêmio Pullitzer e foi decisivo para que o autor ganhasse o Prêmio Nobel. Com uma narrativa simples, Hemingway conta a história de Santiago, um cubano que se sentiu desafiado a voltar a pescar aos 84 anos de idade. Como passara a vida no mar, o velho queria provar seu vigor aos mais jovens. E como era conhecedor dos segredos do ofício, Santiago lançou-se numa empreitada audaciosa: fisgar o maior peixe de sua vida. Não foi fácil. A batalha renhida arrastou-se, mas o velho perseverou e venceu. Depois de amargar dias sem comer, quase cego pelo sol, finalmente pegou um peixe de mais de cinco metros. Amarrou o merlin morto no lado do barco e iniciou seu retorno. A volta, porém, mostrou-se decepcionante. Tubarões atacaram e comeram seu troféu – no caso, o peixe. Quando Santiago finalmente chegou na praia, só tinha um esqueleto para mostrar aos jovens. Seu projeto de vida havia se reduzido a nada.
“O Velho e o Mar” tornou-se um sucesso porque identificava o sentimento daqueles que chegam ao fim da vida carregando pesadamente nas costas a carcaça do objeto pelo qual batalharam a vida toda.
Em meados de 1975, tranquei matrícula na faculdade de Administração de Empresas para estudar num instituto bíblico, pois tinha certeza que Deus me chamava para o ministério. Depois que fui batizado no Espírito Santo desejei tanto servir ao meu Senhor que, ingênuo, não identificava desvios religiosos nos lugares por onde andei. Passados os anos, somaram-se grandes decepções. Hoje, apesar de não ser ainda velho, já me identifico com o pescador de Hemingway.
Dói pensar que chego nessa idade, temeroso de que o projeto ao qual me dei por tantos anos, esteja se reduzindo a uma carcaça.
Observo o avanço das superstições na espiritualidade evangélica e antecipo que logo não se acreditará mais na suficiência da cruz. Com a proliferação dos amuletos e das intermináveis campanhas de oração, prevejo muitas igrejas retrocedendo aos tempos medievais, com um evangelho de obras. Quando escreveu sua Epístola aos Gálatas, Paulo tinha uma equação em mente. Acrescentar algum rito à cruz – naquele caso, a circuncisão – não diminuía os méritos redentores de Cristo, simplesmente os anulava. Não se pode somar nada ao Calvário; tudo está consumado.
Entristece-me observar o esvaziamento dos conteúdos da fé. Privilegiam-se as coreografias e ressaltam-se os carismas, mas se esquecem os significados mais profundos da mensagem. Assombra-me pensar que a proposta do Reino venha se resumir a chavões sem conteúdo. Deploro imaginar que muitos pastores se contentem com frases, que de tão repetidas, já perderam seu valor. Não se pode deixar a notícia mais alvissareira acabar em ditado de pára-choque de caminhão.
Sinto necessidade de alertar as Igrejas sobre as novas pressões que sofrerão à medida que crescerem numericamente. Quanto mais visíveis, mais cobiçados por oportunistas e demagogos. Auditórios lotados encantam políticos em busca de votos, atraem marqueteiros ansiosos por novos mercados e seduzem aqueles ambiciosos pelos “quinze minutos de fama”. Temos que nos precaver para que o Corpo de Cristo não vire negócio, e os crentes, meros consumidores.
O sucesso de Santiago foi ilusório. Apesar de fisgar um grande peixe, só lhe sobrou um esqueleto carcomido. Jesus advertiu seus discípulos que cuidassem para no esforço de ganhar o mundo inteiro, eles não perdessem a alma. E devemos compreender essa perda de alma, não só no sentido de morrer e ir para o inferno, mas de arruinarem-se os afetos, a sensibilidade humana e a solidariedade para com os que sofrem. Hoje, mais do que nunca, o movimento evangélico precisa tomar muito cuidado para, no último dia, não se apresentar diante de Jesus com a alma atrofiada. A igreja de Laodicéia, mesmo operosa, ouviu: “Você diz: ‘Estou rico, adquiri riquezas e não preciso de nada’. Não reconhece, porém, que é miserável, digno de compaixão, pobre, cego, e que está nu” (Ap 3.17).
Que Deus nos ajude a resgatar a centralidade do Evangelho, pois só assim nosso trabalho não será vão no Senhor. 10/24/2007 Um Fardo Pesado DemaisUM FARDO PESADO DEMAIS de Max Lucado Toda amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmias, e toda malícia seja tirada de entre vós. Efésios 4:31 Oh, o aperto gradual do ódio. Seu estrago começa como a rachadura em meu pára-brisa. Graças a um caminhão em alta velocidade numa estrada de cascalho. meu vidro foi trincado. Com o tempo. o trinca-do tornou-se uma rachadura, e a rachadura, um tributário sinuoso... Eu não podia guiar meu carro sem pensar no ignorante que dirigia rápido demais. Embora nunca o tivesse visto. podia descrevê-lo. Ele era algum malandro vagabundo, que enganava a esposa. dirigia com seis latas de cerveja no banco e deixava a televisão tão alta, que os vizinhos não podiam dormir... Já ouviu a expressão "cego de raiva"? Deixe-me ser bem claro. O ódio azedará a sua perspectiva e quebrará as suas costas. O fardo da amargura é simplesmente pesado demais. Seus joelhos se dobrarão sob a carga. e o seu coração se romperá embaixo do peso. A montanha à sua frente já é bastante íngreme sem a opressão do ódio em suas costas. A escolha mais sábia — a única escolha — é você abandonar a ira. Você nunca sera solicitado a dar a alguém mais graça do que Deus já deu a você. – Nas Garras da Graça 10/23/2007 Alegrias da Vida PrivadaAlegrias da vida privada.
Ricardo Gondim
Houve tempo em que eu não tolerava cenoura, brócolis, alface e azeite de oliva. Meu sonho de consumo resumia-se a uma prateleira repleta de latas de leite condensado dulcíssimo, enormes garrafas de refrigerante na geladeira e, óbvio, barras de chocolate. Surpreso comigo mesmo, noto que meus gostos mudaram. Meus apetites hoje são outros. Gosto de cenoura, brócolis e nem imagino que um anjo me aguarde, na porta do céu, com um pudim de leite.
Minhas transformações não se restringiram à gastronomia.
Não tolero a maioria dos programas de televisão. Há mais de trinta anos mal sei o nome de uma novela. Não consigo assistir os humorísticos. Não tolero comentários “Globais” nas partidas de futebol. Tenho vontade de quebrar meu aparelho, quando assisto as pregações de pastores e missionários prometendo um mundo espetacular aos que se dispuserem “semear” em seus projetos pretensiosos e imoderados. Antecipo minhas náuseas quando políticos povoarem as telas, nesta próxima eleição, com promessas probas, juras de amor à pátria, e empenho pela justiça social.
Não tolero revistas com fotos de “paparazzo” (é assim que se escreve?). Não quero saber quanto custou o vinho consumido na mesa dos poderosos que desdenham de quem viaja em trem suburbano. Acho triste que os novos “artistas gospel” se sintam estrelas. Não gosto de bajulação, e não posso conviver em ambientes onde há tietagem. Acho complicadíssimo que agora chamem de “camarim”, as salas que ficam atrás dos púlpitos.
Não agüento debates sobre irrelevâncias. Algumas perguntas perderam tanto sua força que nem quero saber as respostas. Não respeito as bravatas dos “autênticos” que não percebem suas próprias transigências; não sei conviver com gente cuja justiça seria modelo até para anjos.
Hoje, gosto de música, qualquer uma, desde que a letra seja inteligente, os arranjos ricos, e que se perceba na poesia e melodia, uma pontinha melancólica. Isso mesmo, gosto de músicas que falem da saudade como uma “metade amputada de mim, uma dor latejada, assim como uma fisgada de um membro que já perdi”. Gosto de sinfonias, orquestras e violinos. Quero conversar com quem entende de Johan Sebastian Bach.
Gosto de arte. Reverencio a sublimidade do arquiteto catalão Antoni Gaudí. Considero os museus, bibliotecas e alfarrábios, verdadeiros templos onde se pode adorar a Deus pela graça de criar homens e mulheres com tanto engenho. As pinceladas fortes de Van Gogh e a genialidade de Michelangelo trazem lágrimas aos meus olhos.
Gosto de esportes. Sinto-me privilegiado de ter assistido, ainda menino, uma “tabelinha” do Pelé e Coutinho. Celebro por ainda estar vivo e poder caçoar quando o Ronaldinho Gaúcho entorta seus adversários europeus. Mas, também sou admirador dos ginastas que se penduram, como Cristo, em seus crucifixos de argolas. Sei o que significa correr uma maratona em duas horas e quatro minutos, porque eu, em meu melhor tempo, só consegui três horas e cinqüenta e oito. Choro, todas as vezes que um atleta sobe ao pódio para receber sua medalha.
Gosto de sentir o dia se desgastando aos poucos, até que a noite o domina. Delicio-me com o cheiro do meu travesseiro. Acho um deleite fazer um “happy hour” com minha mulher, filhos, e agora, netos. A Geruza alegra qualquer ambiente. Ela é sublime, mesmo quando está com raiva. Aprecio acordar mais tarde em feriados. Gosto de retornar de uma viagem longa.
Eu e meu amigo Ed Renê fazemos de nossa corrida na USP uma estufa onde repensamos nossa fé, reavaliamos nossa filosofia de vida e exorcisamos demônios inconvenientes. Somando quilômetros, repartimos intimidades e construímos a mais sólida amizade; depois cumprimos a liturgia quase sagrada de beber um isotônico geladinho, guardado como prêmio.
Desejo muito, mas muito mesmo, jantar com meus amigos Pedro Ronald e Allison. Na mesa, rimos, conjeturamos, espicaçamos meio mundo, rimos de novo, discordamos, lembramos tropeços do passado, mas sempre terminamos nossa noite com gargalhadas homéricas. Gosto de gente, como eles dois, que não se leva tão a sério, que sabe enfrentar dilemas e dores com um senso de humor espetacular.
Vejo que mudei meus gostos. Agora, pretendo refiná-los. Mas, também, antecipo saborear outros. 10/22/2007 AmorAMOR
'Perdoe e esqueça. Quando você enterra um cão raivoso, nunca deixa a cauda dele de fora' (Charles H. Spurgeon).
Sua vida só terá valido a pena ser vivida, se a maior herança que você deixar for a doçura. (Ricardo Gondim; Vivendo em Triunfo, Doxa Produções, p. 9)
Hoje ocorre na cabeça dos cristãos, uma dialéctica entre a verdade, a fé e o amor, gerando uma tensão. Muitas vezes não sabemos qual é o mais importante. Desde a reforma protestante a verdade tem alcançado em nossas igrejas uma primazia sobre o amor. Mas a praxe fundamental da religião é o amor, e não a verdade. Sei que o amor sem a verdade tende a degenerar em libertinagem. Sei que o amor sem fé degenera em imobilismo. Mas o amor deve vir primeiro. E a razão pela qual temos um Evangelho que à antipático a essa geração é porque temos dado primazia à verdade, esquecendo-nos do amor. A verdade sem o amor tende a discriminar, pois a verdade só vê o certo e o errado, o afinado e o desafinado, o bem e o mal, o falso e o verdadeiro. A verdade discute, julga e valoriza, mas não tem espaço para o afago, para a misericórdia, para a longanimidade, para o perdão. Preocupa-me que sem a concretização prática desse amor estejamos mutilando pelo coração a própria mensagem de Jesus, e desnaturando a missão precípua da igreja. Preocupa-me às vezes ver as grandes denominações reunidas para discutir a cristologia, a soteriologia, a bibliologia, a escatologia, mas nunca para codificar e sistematizar a prática do amor. No entanto, a única mensagem que realmente pode transformar o mundo é a mensagem do amor de Jesus Cristo, não apenas proclamada, mas também vivida pelos seus discípulos. O cristianismo moderno tem sido reduzido a uma simples doutrina, pois proclama que importa mais saber do que viver. Porém, o que seria do cristianismo sem o amor, sem esse elemento que infunde nas pessoas esperança e alegria? A igreja do século XXI pode ser organizada, disciplinada, obediente, mas Jesus não nos chamou para sermos uma colmeia, um exército ou uma academia, ele nos chamou para sermos um refúgio de amor a uma sociedade carente, pobre e miserável. Em João 1:14 a Bíblia fala assim a respeito de Jesus: “Aquele que é a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós. Vimos a sua glória, a glória como do Unigénito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade”. Atente que aqui a plenitude do Filho é antes cheia de graça, e depois cheia de verdade. Ele foi cheio de graça e cheio de verdade. A graça vem antes da verdade porque Jesus estava disposto não só a se contradizer, mas também a contradizer a lei, os costumes e as pessoas ao seu redor, em nome do amor. (Ricardo Gondim; Artesãos de uma Nova História; Candeia; pp. 255,256)
Sem amor, a nossa fé é morta, e os dons espirituais ineficazes. O dom de línguas se torna como um címbalo que tine, o dom de profecia transforma-se em necromancia, os dons de curar tornam-se em charlatanismo, os de discernimento de espírito tornam-se em adivinhação, e a operação de milagres se transforma em sensacionalismo. Sem amor a nossa tradição vira tradicionalismo, a nossa teologia vira dogmatismo, a nossa moral descamba para o pieguismo, e a nossa evangelização não passa de proselitismo. (Ricardo Gondim; Artesãos de uma Nova História; Candeia; p. 257)
E por que não amamos? Primeiro, porque entendemos o amor erradamente. Amor para nós é um conceito. Fizemos dele apenas uma teologia a mais. Tentamos analisá-lo, estruturá-lo, colocá-lo em departamento. Mas amar é mais do que ficarmos brincando com conceitos que não trazem proveito nenhum. Outro problema básico que temos com o amor é ambiental. Procuramos criar um ambiente com músicas suaves, o pregador convida os membros da congregação a se abraçarem uns aos outros e dizerem que se amam, quando na verdade um não está nem um pouco preocupado com o outro. Isso não é amor. O terceiro problema do amor na igreja é ideológico. O nosso amor é confundido com filantropia assistencial barata. É no Natal arranjar um baú de roupa velha e distribuir nos orfanatos e nas creches. É ter um asilo com meia dúzia de velhinhas mal cuidadas e vangloriar-se pelo transbordamento de amor em sua igreja. É aquele tipo de serviço social que se desenvolveu durante a ditadura, serviço social assistencialista e barato, cujo patrono é Judas Iscariotes, que foi o que se preocupou com os pobres dessa maneira. Precisamos desenvolver amor em nossas igrejas não como uma assistência social barata e filantrópica, mas como uma nova pregação de justiça social. Precisamos ser desafiados a buscar nas estruturas iníquas e perversas uma mudança que altere a sorte de milhões de pessoas que sofrem ao nosso redor enquanto permanecemos encastelados em nosso próprio sistema que nos favorece e deixamos a sorte de nossa nação nas mãos de uma elite que controla e dá o tom político com o qual muitos de nós não concordamos. (Ricardo Gondim; Artesãos de uma Nova História; Candeia; pp. 257,258)
Precisamos ser uma igreja do amor. A igreja não pode ser uma rodoviária, onde as pessoas entram e saem, e ninguém se dá conta. Somos família. Temos de chorar com os que choram, valorizar uns aos outros, não pelo que produzem, mas pelo que cada um é, e pelo que pode tornar-se em Cristo Jesus. (Ricardo Gondim; Artesãos de uma Nova História; Candeia; p. 260)
Isto caracteriza o corpo de Cristo: relacionamentos íntimos e achegados. O baptismo que mais precisamos hoje não é baptismo de poder, mas baptismo de amor. Quando a igreja for inundada pelo amor de Cristo, o poder do Espírito Santo fluirá de nossas vidas, e a terra se encherá da glória do Senhor. (Ricardo Gondim; Artesãos de uma Nova História; Candeia; p. 260)
Aprendi na minha adolescência uma música que diz: “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”. Precisamos nos programar para fazer acontecer. Ajudar o próximo deve fazer parte de uma agenda bem programada em nossa vida, caso contrário nos perderemos na caminhada. Não existimos como igreja para servir de ama-seca de nós mesmos. Existimos para nos desafiar a cumprir o maior mandamento: amar a Deus de todo o coração e ao próximo como a nós mesmos. Se falharmos nisso, toda a lei e todos os profetas caem por água abaixo. Não existimos como igreja para massajarmos os egos uns dos outros, com troca de elogios vazios. (Ricardo Gondim; Artesãos de uma Nova História; Candeia; p. 261)
Que o amor concreto, sincero e verdadeiro torne visível e palpável o nosso discurso, e então, somente então, começaremos a alcançar a nossa geração. (Ricardo Gondim; Artesãos de uma Nova História; Candeia; p. 269)
Com sua habitual lucidez, C. S. Lewis pondera sobre o amor cristão: Se tenho certeza de algo é que Seu ensino nunca foi projectado para confirmar minha preferência congénita por investimentos seguros e responsabilidades limitadas. (...) Ame qualquer coisa, e certamente seu coração será vergado e possivelmente partido. Se você quer se assegurar de mantê-lo intacto, não o entregue para ninguém, nem mesmo para um animal. Envolva-o cuidadosamente com passatempos e um pouco de luxo; evite toda a complicação; encerre-o seguro no porta-jóias ou caixão do seu egoísmo. Mas nesse porta-jóias – seguro, escuro, imóvel, abafado – ele mudará. Não será partido; ficará inquebrantável, impenetrável, irredimível. A alternativa para a tragédia, ou pelo menos para o risco da tragédia, é a danação. O único lugar, fora do Céu, onde você pode estar perfeitamente protegido de todos os perigos e perturbações do amor é o Inferno. (Kenneth O. Gangel & Howard G. Hendricks; Manual de ensino para o Educador Cristão; CPAD; pp. 22 10/21/2007 CIÊNCIASe o mundo é controlado por espíritos imprevisíveis, não pode haver leis naturais, pois não há como prever o que vai acontecer a seguir. Os homens podem tentar conquistar as graças dos espíritos por meio de rituais, mas nunca sabem as peças que os deuses lhes vão pregar. Mesmo no sofisticado panteão grego, as deusas e os deuses eram trapaceiros caprichosos que brincavam com as forças da terra a fim de manipular os seres humanos. (...) Em contrapartida, os primeiros cientistas europeus, como Copérnico, Kepler e Galileu, eram cristãos devotos que encaravam a ciência como uma forma de conhecer e glorificar a Deus. Eles acreditavam que a natureza e as Escrituras eram igualmente uma revelação divina; ambas eram necessárias para compreender melhor o Criador. (Dale & Sandy Larsen; Sete Mitos Sobre o Cristianismo; Vida; pp. 90)
Galileu Galilei – astrónomo, matemático, inventor, polemista – foi um crítico declarado do sistema académico italiano dos seus dias, especialmente das concepções aristotélicas. No final do século XVI e início do século XVII, o modelo aristotélico do universo dominava o pensamento nas universidades. O universo é finito; é esférico; a terra está no centro; a física dos corpos celestes é diferente da física da terra. Quando Galileu usou as suas observações do universo, os seus inimigos recorreram à teologia e à igreja para derrotá-lo. O estudo de Charles E. Hummel sobre a igreja e a ciência apresenta um sem número de detalhes da controvérsia de trinta anos que culminou em 1633. Ele conclui que Galileu “não via a necessidade de uma ruptura entre ciência e teologia, Pois Deus é o Autor dos dois livros – da natureza e das Escrituras. Se a igreja queria proibir algo, que proibisse a imposição da autoridade bíblica nos debates científicos, que deveriam ser resolvidos pela experiência e pela razão”. A cisão entre a ciência e a fé cristã começou não com Galileu, mas um século antes, com os filósofos do Iluminismo, que se esforçaram por expulsar Deus do universo. (Dale & Sandy Larsen; Sete Mitos Sobre o Cristianismo; Vida; pp. 91)
O conflito que surgiu no século XVIII não era entre o cristianismo e a ciência, mas entre o cristianismo e a ciência naturalista, que já descarta Deus mesmo antes do início da discussão. Para os líderes do Iluminismo, Deus era o relojoeiro que havia construído o cosmo segundo determinadas leis, saindo de cena depois para deixar o universo funcionando sozinho. Um Deus ausente é um convite declarado a que a ciência explore o mecanismo cósmico vazio sem se preocupar com o certo e o errado. (...) é uma licença também para espoliar a grande máquina. A moral e as demais questões teológicas tornam-se irrelevantes. A máquina cósmica passa a ser o único terreno legítimo da investigação humana, pois além da máquina nada podemos saber. Em Crítica da Razão Pura, Immanuel Kant (1724-1804) sustentava que o único conhecimento disponível à humanidade é o que podemos perceber pelos sentidos. Ele não abria espaço à possibilidade do conhecimento revelado ou sobrenatural. (Dale & Sandy Larsen; Sete Mitos Sobre o Cristianismo; Vida; pp. 91)
Os clérigos modernistas do início do século de facto acolheram bem a teoria evolucionista de Darwin, pois ela lisonjeava a humanidade e sugeria que a raça humana só podia melhorar. Se a vida evoluía das formas inferiores às superiores, então a humanidade era o ápice do processo evolutivo. E se a progressão ascendente está gravada na própria natureza das coisas, então o progresso é inevitável – um dogma da era industrial. Adoptar o darwinismo era uma forma de manter a igreja na corrente cultural dominante, evitando que o cristianismo ficasse na poeira do folclore. A instituição igreja não queria repetir o fiasco de Galileu, levantando-se contra a ciência para depois revelar-se vergonhosamente equivocada. (Dale & Sandy Larsen; Sete Mitos Sobre o Cristianismo; Vida; pp. 98)
Será que a Bíblia e um livro científico não podem ficar lado a lado numa estante ou na mente humana perscrutadora? Ou será que sempre haverá incompatibilidade e conflito? Muitos cristãos que militam nas ciências dizem que a observação do mundo material os arrasta para a fé, não para longe dela. Abraçam a ciência como vida profissional, ao mesmo tempo levando uma vida de fé – a vida como um todo, e não simplesmente o aspecto religioso dela. (Dale & Sandy Larsen; Sete Mitos Sobre o Cristianismo; Vida; pp. 100)
Não se ganha nem se perde o céu por acreditar ou não num modelo de criação de seis dias. Para mim o mais importante é reconhecer Aquele que colocou tudo isso em movimento e continua a sustentá-lo. (dr. Siefken) (Dale & Sandy Larsen; Sete Mitos Sobre o Cristianismo; Vida; pp. 101)
Certamente há aspectos da fé cristã que não podem ser colocados na lâmina do microscópio. Mas o mesmo se pode dizer de determinados elementos da ciência actual. O cristão que diz “A Bíblia falou e ponto final” isola a sua versão da realidade numa redoma segura e estéril, refractária ao questionamento ou à verificação. O mesmo faz o cientista naturalista, para quem o universo não teve início só porque a ideia é bela e interessante. Nenhum dos dois está praticando uma ciência muito saudável. (Dale & Sandy Larsen; Sete Mitos Sobre o Cristianismo; Vida; pp. 103)
Dentre todas as pessoas, os cristãos que conhecem a Deus e crêem na Bíblia devem ser os mais livres para buscar a verdade onde quer que ela esteja. Eles podem ter confiança absoluta de que toda verdade é verdade de Deus, e de que ele exprimiu essa verdade na Bíblia e em toda a criação. Mas nem o cristão nem o ateu podem jamais ter esperança de compreender a verdade do universo sem que cada qual aceite alguma parte das verdades defendidas pelo outro. (Dale & Sandy Larsen; Sete Mitos Sobre o Cristianismo; Vida; pp. 108)
Os cientistas de hoje, mesmo os agnósticos, reconhecem, com relutância, um “princípio antrópico”, pois o universo está afinado de forma tão precisa que parece projectado para apoiar a existência da vida humana. O Antigo Testamento vê muito mais do que um “princípio antrópico” em acção no mundo. Deus contraria o fluxo de toda a religião, que, até então, tinha retratado os deuses como seres sobrenaturais cujas acções se reflectem sobre a vida na terra. Um deus chora, e chove na terra; outro deus fica irado, e troveja. O Antigo Testamento mostra – e em nenhum lugar isso é mais claro que em Jó – exactamente o contrário. Uma mulher desesperada ora, e Deus envia um profeta; um homem desconsolado nega-se a amaldiçoar a Deus, e o impacto reverbera pelo cosmo. (Philip Yancey; A Bíblia que Jesus Lia; Editora Vida; pp. 37)
A ciência desenvolveu-se intensamente, todavia frustrou o homem. Por um lado, fez e continua fazendo muito. Causou uma revolução tecnológica no mundo extra-psíquico e mesmo no seu próprio organismo, por intermédio dos exames laboratoriais, das técnicas de medicina. Revolucionou o mundo extra-psíquico, o mundo de fora do homem, mas não o mundo intra-psíquico, o mundo de dentro do homem, o cerne da sua mente. Conduziu o homem a conhecer o imenso espaço e o pequeno átomo, mas não o conduziu a explorar o seu próprio mundo interior. Produziu veículos auto-motores, mas não veículos psíquicos capazes de conduzir o homem a caminhar nas trajectórias do seu próprio ser. Fabricou máquinas para arar a terra e produzir mantimentos para saciar a fome física, mas não gerou princípios psicológicos e sociológicos para “arar” a sua rigidez intelectual, o seu individualismo e nutri-lo com a cidadania, a tolerância, a preocupação com o outro. Produziu informações e multiplicou as universidades, mas não resolveu a crise de formação de pensadores... A ciência não causou a tão sonhada revolução do humanismo, da solidariedade, da preservação dos direitos humanos. Não cumpriu as promessas mais básicas de expandir a qualidade de vida psicossocial do homem moderno. O homem do final do século XX sentiu-se traído pela ciência e o do terceiro milénio sente-se hoje frustrado, perdido, confuso, sem âncora intelectual para se segurar. (Augusto Jorge Cury; Análise da Inteligência de Cristo; Paulinas; pp. 46)
O homem nunca usou tanto a ciência. No entanto, nunca desconfiou tanto dela. Ele sabe que a ciência não resolveu os problemas básicos da humanidade. Qual a consequência disto? É que a forte corrente do ateísmo que se iniciou no século XIX e que perdurou durante boa parte do século XX foi quebrada. A ciência, como disse, tanto progredia como prometia muito. O homem, sob os alicerces da ciência, ganhou estatuto de deus, pois acreditava ser capaz de extirpar completamente as suas próprias misérias. Assim, durante muitas décadas, o ateísmo floresceu como um canteiro vivo. Todavia, com a frustração da ciência, o ateísmo ruiu como um castelo de cartas, implodiu, e o misticismo floresceu. Fomos de um extremo ao outro. Percebendo as misérias psicossociais ao seu redor e observando as notícias de cunho negativo saltitando todos os dias das manchetes dos jornais, o homem moderno começou a procurar por Deus. Ele, que não cria em nada, passou a crer em tudo. Ele, que era tão céptico, passou agora a ser tão crédulo. É respeitável todo o tipo de crença, porém é igualmente respeitável exercer o direito de pensar antes de crer, crer com maturidade e consciência crítica. O direito de pensar com consciência crítica é nobilíssimo. (Augusto Jorge Cury; Análise da Inteligência de Cristo; Paulinas; pp. 47,48)
Como já o disse Bernard Shaw, “o especialista é uma pessoa que sabe cada vez mais sobre cada vez menos, e acaba sabendo tudo sobre nada...” (Pierre Weil, A Mudança de Sentido e o Sentido da Mudança, Editora Rosa dos Tempos, pp. 22)
O DNA é algo notável. Se você fosse completamente achatado em um acidente de carro e todo o DNA de cada célula de seu corpo virasse um fio, teria o comprimento para ir e voltar 8 mil até a Lua. Todo esse fio originou-se dos dois metros e pouco do DNA que estavam no óvulo fecundado de onde evoluiu você. Steve Jones, geneticista inglês (Ultimato; Julho/Agosto 2001; p. 22)
Diante dessa beleza exuberante da vida surge naturalmente a questão: O que existe por detrás de tudo isso? Será que o universo é resultado de um acaso aleatório, ou seríamos fruto de uma necessidade? Esse questionamento tem incomodado o homem através dos séculos e causado profunda polémica entre os cientistas. Acontece que em todo o sistema parece existir um desígnio, uma coerência, um propósito de tal maneira que os cientistas de nova academia científica, embora relutem ainda em usar o nome “Deus” por não ser aceite neste meio, estão cunhando uma nova expressão para o universo afirmando que existe uma espécie de altruísmo cósmico. Há uma espécie de amor regedor do universo. Eles estão chegando à conclusão de que ao contrário do que se cria antigamente, não vivemos por conta do acaso. Há um desígnio eterno que concatena e equilibra o universo. A lesma, a barata, o cupim, os sapos, os tamanduás, os elefantes, as baleias, os morcegos, os protozoários, as amebas, as flores nos altos dos Alpes, a grama do vale, os desertos, as marés, as florestas, as calotas polares, a caatinga nordestina, tudo faz parte de um sistema meticulosamente organizado com um propósito. Os átomos e o mundo das partículas quânticas são tão intrincados, tão meticulosamente bem desenhados que não há como se desprezar a verdade sobre a existência de Deus. Cremos que esse “altruísmo” é Deus.- Sabemos que Deus nos expressou seu desígnio através das Escrituras sagradas. Como afirma a Bíblia em Romanos 1:20, “desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas”. Partindo, portanto, da conclusão de que há um Deus, e que esse Deus tem propósitos, podemos nos perguntar qual o grande projecto de Deus. A Bíblia Sagrada traz luz sobre essa questão também, deixando claro que o grande projecto de Deus é formar para si uma família. Deus queria formar uma família em que ele fosse o Pai e nós seus filhos e filhas amados. (Ricardo Gondim; Artesãos de uma Nova História; Candeia; pp. 10, 11) 10/20/2007 Cura Para a Alma'Os sentimentos não afetam os fatos relacionados a Deus. Eles podem se acumular, como as nuvens, e cobrir as coisas eternas nas quais cremos. Podemos não ver o brilho das promessas, mas elas continuam brilhando' (reflexão de Amy Carmichael na Bíblia devocional da mulher).
“Ninguém melhor para ajudar uma pessoa deprimida que alguém que já enfrentou a depressão e aprendeu com ela” (Judith Kemp, em Depressão e graça).
E eu quero dizer-lhe que se você quiser viver uma vida de excelência diante de Deus você tem de reconciliar-se com seu passado. Olhe para seu passado e celebre, sabendo que Deus é poderoso até para pegar os seus erros passados e transformá-los em bênção. (Ricardo Gondim; Artesãos de uma Nova História; Candeia; p. 170)
Você é o que é pela graça de Deus. Foi Deus que o trouxe até este ponto. (Ricardo Gondim; Artesãos de uma Nova História; Candeia; p. 170)
Não preciso ter vergonha da minha história de vida, porque ao me salvar, Deus resgatou também o meu passado. (Ricardo Gondim; Artesãos de uma Nova História; Candeia; p. 170)
ESPIRITUALIDADE BASEADA NA VERGONHA ESPIRITUALIDADE SADIA 1. Ter problemas é pecado. 1. Os problemas fazem parte da minha condição humana. Posso levá-los a Deus e a meus companheiros cristãos. 2. As emoções são pecaminosas. 2. As emoções não são boas nem más. O que faço com elas é que são. “Irai-vos e não pequeis.” 3. A doença compulsiva é pecado. 3. Existe uma diferença entre doença e comportamento pecaminoso. 4. Divertir-se é pecado. 4. Existem muitas maneiras diferentes de alegrar-se com a bondade de Deus. 5. Espiritualidade = Perfeição. 5. viver dentro da graça e não do legalismo. 6. Sexualidade = Pecado. 6. A sexualidade faz parte de nossa personalidade e deve ser gozada. 7. O sucesso (ou falta dele) é pecado. 7. A prosperidade ou a pobreza não é devida a uma espiritualidade deficiente. 8. Ao tornar-me cristão tudo fica resolvido dentro de mim. Aceitar Cristo em minha vida me capacita a enfrentar as coisas. 9. Se não for curado isso se deve à minha falta de fé. 9. Ficar doente é pecado. Posso procurar o melhor tratamento possível. 10. Não conseguir pensar em um décimo item pode significar que não estou sendo guiado por Deus. 10. Deus provavelmente gosta tanto do número 9 quando do 10. Dr. Henslin (O Despertar da Graça, Charles R. Swindoll, Bompastor, pp. 287)
Nossa fé cristã pode ser, muitas vezes, apenas o modo como baptizamos nossa psicologia pagã e nossa cultura. (...) Pagãos neuróticos têm-se tornado cristãos neuróticos. Pagãos tímidos têm-se tornado cristãos tímidos. Pagãos moderados tornam-se cristãos críticos. Pagãos determinados tornam-se cristãos determinados. Pagãos moralmente rectos tornam-se cristãos moralmente rectos. Pagãos correctos tornam-se cristãos correctos. Pagãos perfeccionistas tornam-se cristãos perfeccionistas. (Quando Ser Bom Não Basta, Stephen Brown, Vida, pp. 63)
Uma boa auto-imagem reflecte o quanto você crê no seu valor. E quando você entender o quanto você é valioso para Deus, isto vai fazer maravilhas com sua auto-imagem. (Quando Ser Bom Não Basta, Stephen Brown, Vida, pp. 118)
(...) a maior ajuda para a auto-estima de alguém é a “estima de Deus” (...) (EVANS, Tony. Deus é Tremendo. Vida, pp. 108)
Mesmo quando os outros o interpretam mal, Deus conhece a verdadeira história. (EVANS, Tony. Deus é Tremendo. Vida, pp. 130)
Quanto mais bens materiais conquistamos, mais queremos conquistar. Parece que não há limites para a nossa insegurança e insatisfação. Valorizamos mais o “ter” do que o “ser”, ou seja, preferimos ter bens do que sermos tranquilos, alegres, coerentes. Esta inversão de valores cultiva a ansiedade e os seus frutos: insegurança, medo, apreensão, irritabilidade, insatisfação, angústia (tensão emocional associada a um aperto no tórax). A insegurança é uma das principais manifestações da ansiedade. Fazemos seguros de vida, da casa, do carro, mas, ainda assim, não resolvemos a nossa insegurança. Cristo tinha razão: há uma ansiedade inerente ao homem, ligada à construção de pensamentos, influenciada pela carga genética, por factores psíquicos e sociais. Só não tem essa ansiedade quem está morto. Somos a espécie que possui o maior de todos os espectáculos, o da construção de pensamentos. Todavia, muitas vezes usamos o pensamento contra nós mesmos, para gerar uma vida ansiosa. Os problemas ainda não ocorreram, mas já estamos angustiados por causa deles. O registo de Mateus 6 diz: “Não andeis ansiosos pelo dia de amanhã... Basta ao dia o seu próprio mal.” (Augusto Jorge Cury; Análise da Inteligência de Cristo; Paulinas; pp. 52,53)
Precisamos de considerar que no actual estágio de desenvolvimento da psiquiatria e da psicologia tratamos da doença depressiva, mas temos poucos recursos para prevenir a depressão. Tratamos do homem doente, deprimido, mas sabemos pouco sobre como promover o homem sadio, prevenir o primeiro episódio depressivo. A psiquiatria e a psicologia clínica sabem tratar com relativa eficiência os transtornos depressivos, obsessivos, a síndroma do pânico, mas não sabem como promover a alegria, o sentido existencial, o prazer de viver. Não sabem como promover a saúde do homem total, como torná-lo um investigador em sabedoria, como desenvolver as funções mais importantes da inteligência. Prevenir os episódios depressivos e reciclar as influencias genéticas para o humor deprimido, por intermédio do desenvolvimento da arte de pensar, da gestão dos pensamentos negativos, da capacidade de trabalhar os estímulos stressantes ainda é um sonho para o actual estágio da psiquiatria. De modo semelhante, expandir a capacidade de sentir prazer diante dos pequenos estímulos da rotina diária, aprender a se interiorizar, viver uma vida plenamente tranquila na turbulenta escola da existência também parece um sonho para o actual estágio da psicologia. (Augusto Jorge Cury; Análise da Inteligência de Cristo; Paulinas; pp. 79,80)
Quem se contamina com o vírus da auto-suficiência diminui a sua produção intelectual. Quem se embriaga com o orgulho está condenado à infantilidade emocional e à pobreza intelectual, além de fazer da sua vida uma fonte de ansiedade. O orgulho gera muitos filhos, um dos quais é a dificuldade de reconhecimento dos erros e uma necessidade compulsiva de estar sempre certo. Aquele que recicla o seu orgulho e se liberta do jugo de estar sempre certo transita pela vida com mais tranquilidade. A pessoa que reconhece as suas limitações é mais madura do que a que se senta no trono da verdade... (Augusto Jorge Cury; Análise da Inteligência de Cristo; Paulinas; pp. 140)
Frequentemente, o homem é o maior algoz de si mesmo. Muitos sofrem por antecipação, fazem o “velório antes do tempo”. Os problemas ainda não ocorreram, e eles já estão a sofrer. Outros ruminam o passado e mergulham numa esfera de sentimento de culpa. O peso da culpa está sempre a feri-los. Outros, ainda, autodestroem-se devido à sua hipersensibilidade emocional; pequenos problemas têm um eco intenso dentro deles. As pessoas hipersensíveis costumam ser óptimas para os outros, mas péssimas para si mesmas. Quando alguém as ofende, estraga-lhe o dia e, ás vezes, até a semana. Assim, para essas pessoas, a magnífica construção de pensamentos deixa de ser um espectáculo de entretenimento para ser uma fonte de ansiedade. Se não reciclarmos as ideias de conteúdo negativo, não trabalharmos o sentimento de culpa e repensarmos a hipersensibilidade emocional, facilmente entraremos num estado depressivo ou stressante acompanhado de sintomas psicossomáticos. Pensar não é uma opção do homem. Pensar, como vimos, é um processo inevitável. Ninguém consegue interromper o fluxo de pensamentos, mas é possível gerir com determinada maturidade os pensamentos e as emoções, caso contrário tornamo-nos vítimas da nossa própria história. Se o homem não for o agente modificador da sua história, se não a reescrever com maturidade, certamente será vítima dos invernos existenciais. (Augusto Jorge Cury; Análise da Inteligência de Cristo; Paulinas; pp. 147,148)
Quem passou pelo caos da depressão, da síndroma do pânico ou de outras doenças psíquicas e o superou, tornou-se mais rico, belo e sábio. A sabedoria torna as pessoas mais atraentes, ainda que o tempo sulque a pele e traga as marcas da velhice. (Augusto Jorge Cury; Análise da Inteligência de Cristo; Paulinas; pp. 151)
O medo alimenta a dor... (Augusto Jorge Cury; Análise da Inteligência de Cristo; Paulinas; pp. 151)
Quem cuida apenas da aparência do corpo e descuida o enriquecimento interior, vive a pior solidão, a de ser abandonado a si mesmo na sua trajectória existencial. As pessoas que vivem preocupadas com cada grama de peso que têm a mais fazem das suas vidas uma fonte de ansiedade. Elas têm grande dificuldade em superar as contrariedades, as contradições e os focos de tensão que surgem na trajectória existencial. (Augusto Jorge Cury; Análise da Inteligência de Cristo; Paulinas; pp. 152)
(...) costumo dizer que o grande problema não é a doença do doente, mas o doente da doença, ou seja, a atitude frágil do “eu” perante as doenças. (Augusto Jorge Cury; Análise da Inteligência de Cristo; Paulinas; pp. 225)
É mais fácil adquirir cultura do que aprender a ser tolerante. Uma pessoa tolerante é compreensiva, aberta e paciente. Já a intolerante é rígida, implacável, tanto com os outros como consigo mesma. É prazeroso conviver com uma pessoa tolerante, mas é angustiante conviver com uma pessoa rígida, excessivamente crítica. (Augusto Jorge Cury; Análise da Inteligência de Cristo; Paulinas; pp. 225) 10/19/2007 ESPIRITO SANTO
"Quando nos referimos ao dom da palavra de discernimento, não falamos de uma profunda percepção espiritual para distinguir o crente do hipócrita, por mais importante que seja na atualidade" (Gordon Chown, em Os dons do Espírito Santo).
O segredo espiritual da vida do cristão é o Espírito Santo de Deus. Sem ele, a igreja se constitui somente em um clube social, um grémio literário. Sem o Espírito Santo de Deus a igreja torna-se manipuladora de multidões, uma fria escola de teologia. Sem o Espírito Santo de Deus não passamos de um aglomerado de homens fanáticos e alienados do mundo. O que faz a igreja ser corpo vivo do Espírito Santo é um vaso cheio de óleo na presença de Deus. (Ricardo Gondim; Artesãos de uma Nova História; Candeia; p. 177)
O segredo da Igreja é o Espírito Santo. Igreja, se queres milagres, busca vazios vazios. (Ricardo Gondim; Artesãos de uma Nova História; Candeia; p. 178)
Muitos crentes não conseguem ver o azeite do Espírito Santo reproduzir-se multiplicar-se porque não estão fechando a porta da sua casa. Nem para separar-se, nem para ter intimidade com Deus. Você não joga, não vai à danceteria, não fuma, não bebe, mas também não tem tempo para Deus. (Ricardo Gondim; Artesãos de uma Nova História; Candeia; p. 179)
“Temos necessidade de que o Espírito Santo venha com poderosa virtude e consuma toda a vil escória que há em nós” (Dwight L. Moody).
A eloquência humana ou o discurso persuasivo são meras ciladas de quem está morto. Se o Espírito vivo estiver ausente, o profeta pode falar aos ossos no vale, mas é o sopro do céu que dá vida aos mortos (...) (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; p. 8)
Não posso deixar de acreditar que muitos cristãos querem ser mais eficientes no serviço ao Senhor. É do Espírito Santo que podemos esperar o poder para isso. (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; p. 8)
A solução não está em nenhuma metodologia humana. A solução está no poder do Espírito Santo. A solução está na graça de Deus. (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; p. 14)
Nós, cristãos, raras vezes admitimos não saber orar. (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; p. 17)
(...) é esse o motivo por que o Espírito foi enviado: para inspirar e equipar pessoas comuns a trabalhar por Jesus Cristo. (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; p. 18)
Quase cem anos atrás, na Inglaterra, um líder metodista e director de faculdade Samuel Chadwick escreveu: A obra de Deus não se faz por força nem poder humano, mas por seu Espírito. Graças a ele, a verdade convence e converte, santifica e salva. As filosofias do homem falham, mas a Palavra de Deus, manifestada pelo Espírito, prevalece. Nossos desejos são muitos, nossas falhas, incontáveis, porém tudo está compreendido em nossa falta do Espírito Santo. Não queremos nada além do fogo. Os recursos da igreja estão no “auxílio do Espírito”. Ele é mais que o ministro da consolação. É Cristo sem os limites da carne e do mundo material. Pode revelar o que Cristo não pôde dizer. Tem recursos de poder maiores que aqueles que Cristo pôde usar, e possibilita obras maiores que as dele. É o Espírito de Deus, o Espírito da verdade, o Espírito do testemunho, o Espírito que convence do pecado e do erro, o Espírito de poder, o Espírito de santidade, o Espírito de luz, o Espírito de adopção, o Espírito de ajuda, o Espírito de sabedoria, o Espírito de revelação, o Espírito da promessa, o Espírito de mente sadia, o Espírito de graça, o Espírito de glória e o Espírito de profecia. Cabe à igreja explorar os recursos do Espírito; os recursos do mundo de nada valem. (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; pp. 18,19)
Nosso trabalho não consiste em castigar os incrédulos, mas olhar com humildade para nossas próprias fileiras e verificar se nós, o povo da igreja, estamos de facto levando a vida cristã planeada por Deus. É fundamental lembrar que as palavras mais severas de advertência e correcção encontradas no Novo Testamento são dirigidas não às massas de incrédulos, mas à igreja de Cristo. Embora a natureza de Deus seja de amor, é um amor que pede cuidado e até santo temor, usando os termos mais fortes possíveis. (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; p. 22)
O Brooklyn Tabernacle não é a minha igreja, mas de Deus. É ele quem determina a visão, não eu. Jesus Cristo é o Cabeça, e nós, seu corpo. Na Bíblia, ele nos deu sua visão para a igreja – o que ela deve ser, como deve operar, quais seus objectivos, que poder lhe sustentará a obra. Estabelecer qualquer visão diferente da visão de Cristo, conforme manifesta na Bíblia, é o máximo de arrogância. E fatal em termos espirituais. (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; p. 24)
A chave para tudo isso é a pessoa e a obra do Espírito Santo. O cristianismo não tem sentido sem ele. A igreja não é igreja sem o Espírito Santo residindo nela e transmitindo-lhe autoridade. O grau em que compreendemos e experimentamos o Espírito de Deus será o mesmo em que o plano de Deus para nossas igrejas será cumprido. (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; p. 25)
Em muitos lugares, os cultos tornaram-se previsíveis demais, cada minuto cronometrado, desprovido de qualquer espontaneidade e com pouco ou nenhum senso da presença do Espírito. (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; p. 26)
Preste atenção às palavras escritas centenas de anos atrás. Preste atenção às palavras escritas por William Law, autor inglês de devocionais e contemporâneo de John Wesley, em 1761: Quando o Espírito Santo não é honrado como aquele por intermédio de quem toda a vida e poder salvífico do evangelho se torna eficaz, não é de admirar que o conhecimento dos cristãos a respeito do evangelho seja tanto quanto o dos judeus a respeito da pureza da lei... Pois o Novo Testamento sem a vinda do Espírito Santo em poder sobre o ego, o pecado e o Diabo não auxilia os céus mais que o Antigo Testamento sem a vinda do Messias. Há milhares de prontidão para discutir minúcias doutrinárias sem importância e instruir os outros sobre o melhor significado de cada palavra das Escrituras – porém, são pouquíssimos aqueles por meio de quem o Espírito Santo pode operar para conduzir homens ao novo nascimento no reino de Deus. O fariseu confiava tanto na lei, que rejeitou o Salvador para quem a lei o dirigia. O bom evangélico pensa que, por dominar a letra do evangelho, conhece sua verdade e poder. Por isso, ao mesmo tempo que proclama lealdade à doutrina de Paulo, sabe pouco da experiência espiritual de Paulo que o levou a dizer: “Tudo posso naquele que me fortalece”. (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; pp. 26,27)
As pessoas que batem na Bíblia com maior vigor costumam ser as mesmas que tentam edificar uma igreja sem o Espírito Santo. Acham que basta o ensino para fazer com que os membros tenham ma “vida cristã vitoriosa” – coisa impossível de conseguir sem experimentar o poder do Espírito Santo. (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; p. 27)
Martyn Lloyd-Jones, conhecido pregador inglês do século XX, escreveu: “As Escrituras nunca, em parte alguma, dizem que essas coisas são apenas temporárias – jamais! Não se vê esta afirmação em Lugar nenhum (...) Sustentar esse ponto de vista nada mais é que extinguir o Espírito. (...) Creio que temos a necessidade urgente de alguma manifestação, alguma demonstração do poder do Espírito Santo.” (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; p. 28)
O mundo está morrendo; as pessoas desconhecem o evangelho; esses homens têm a mensagem de vida; viram Jesus em carne e osso e caminharam a seu lado muito tempo, antes e depois de sua morte e ressurreição – no entanto, ele lhes manda esperar. Por quê? Cristo conhece o poder e as fortalezas do inimigo. (...) Por isso, diz: “Não embora vocês disponham da mensagem certa, jamais conseguirão cumprir a tarefa que lhes designo sem o poder (em grego, dunamis, de onde se originou a palavra dinamite) do Espírito Santo, o qual é maior que vocês. Será a habilidade sobrenatural dele que operará em e por intermédio de vocês. Não vão a parte alguma enquanto não tiverem recebido esse poder”. (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; p. 32)
Podemos culpar o bairro problemático, o pensamento New Age e o entretenimento imoral quanto quisermos. Mas quando o ambiente deixou de representar dificuldades para o evangelho? Pense no que a igreja primitiva enfrentou na Jerusalém hostil e no Império Romano pagão. No entanto, receberam poder do alto e empreenderam feitos notáveis para Deus, em vez de passar o tempo todo falando uns com os outros. A pregação daquele povo e o seu testemunho tinha uma dimensão de eficácia sobrenatural que, é triste reconhecer, hoje nos falta. Ora, muitos de nós, de personalidade do tipo A, não querem saber de ouvir a instrução “Espere”. Ansiamos por pôr as mãos à obra quanto antes. No entanto, conseguiremos muito mais se dedicarmos tempo à espera pelo poder do Espírito. O trabalho da igreja não precisa apenas da mensagem certa a respeito de Jesus, mas também do poder que ele prometeu a seus seguidores. (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; pp. 32,33)
O Novo Testamento sempre compelia para o poder em si, sem se preocupar com as manifestações particularizadas que o acompanhavam. Hoje em dia, receio que essa sequência de prioridades tenha sido invertida em alguns meios. As pessoas ficam fascinadas com as manifestações visíveis, em vez de se concentrar no verdadeiro poder do Espírito para levar a acabo a obra de Deus. (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; pp. 33)
A maior tarefa da igreja não é esclarecer como será a “marca da besta”, ou se o templo de Jerusalém um dia será reconstruído. (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; p. 34)
Depois da ascensão de Jesus, como você sabe, os discípulos voltaram para Jerusalém e começaram uma longa reunião de oração. Foi nesse ambiente que a igreja nasceu. Eles esperaram com paciência diante de Deus o poder que desceria e os elevaria além de si mesmos. Pedro deixaria de ser o Pedro fracassado; passaria a ser o Pedro pregador poderoso. Seria transformado, não por ter aprendido algo novo das Escrituras, mas ao experimentar uma nova dimensão do Espírito de Deus. Não seria mero emocionalismo, fanatismo ou sugestão psicológica que o levaria a enfrentar os desafios futuros. Mas, sim, a realidade de Deus revestindo seu servo de poder sobrenatural para cumprir a tarefa a ele designada. (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; p. 34)
O grande pregador baptista Charles Spurgeon admitiu: “Sem o Espírito de Deus não podemos fazer nada. Somos como veleiros ou carruagens sem cavalos. Como galhos sem seiva, murchamos. Como carvão sem fogo, somos inúteis”. (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; p. 40)
Ele poderia ter chamado grandes oradores, capazes de arrebanhar milhares só pelo poder do discurso. Em vez disso, lá estão eles, pescadores. (...) Jamais uma firma especializada na contratação de executivos os seleccionaria para o papel de líderes tão importantes. Na verdade, a sua frente estão as últimas pessoas que você escolheria para deflagrar um movimento religioso. (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; p. 41)
Ele reconheceu que, com enorme frequência, quanto mais educadas as pessoas se tornam, e quanto mais inteligentes forem, e quanto melhores suas relações de influência, com o dinheiro e com o poder... mais tenderão a se desviar do poder de Deus. Confiam na graça de Deus cada vez menos. (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; p. 42)
Precisamos de alguma coisa que traga consigo a marca do céu. Grande parte de nossa vida espiritual é feita de planos de acção e ideia, talentos e estratégias humanas. Hoje, o que falta é algo vindo do próprio céu, algo de Deus, o Espírito Santo, que encha nossa vida a ponto de transbordar. (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; p. 44)
Encoraja-nos o facto de que pescadores e outros – “derrotados”, segundo os padrões do mundo – foram invadidos por Deus e elevados a lugares maravilhosos. (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; p. 47)
O Espírito Santo ainda hoje é maior que nossos fracassos e imperfeições. Ele veio nos libertar das restrições e complexos da falta, inteligência ou instrução. Pretende fazer, por nosso intermédio, coisas que só mesmo ele pode fazer. A questão em nada diz respeito a capacidade, mas se relaciona com disponibilidade para com a pessoa do Espírito Santo. (Jim Cymbala; Poder Renovado; Vida; p. 47)
Não precisamos de demonstrações de inteligência nem de uma boa oratória, mas, sim, de mensagens da Palavra de Deus incendiadas pelo fogo do Espírito! D. L. Moody, como talvez você saiba, nunca teve as credenciais necessárias para ser ordenado. Por isso chamavam-no apenas de sr. Moody. Baixo, atarracado, nada em sua aparência o tornava muito atraente. Costumava se equivocar na pronúncia de várias palavras. Se você ler as cartas que escrevia, encontrará todo tipo de erro de acentuação e ortografia. No entanto, ele se dirigiu a mais pessoas, e as trouxe para Cristo em maior quantidade, que qualquer outro no século XIX. Como isso aconteceu? Bem, Moody dizia que a guinada em sua vida devia-se a algo ocorrido do outro lado do East River, considerando a localização da nossa igreja – caminhando por nada menos que Wall Street! No final de 1871, poucas semanas depois do grande incêndio de Chicago, Moody viera para o leste, aos 34 anos de idade, na tentativa de angariar fundos para reconstruir prédios que perdera. Mas, como ele escreve: Meu coração não estava disposto a implorar. Eu não podia apelar 10/18/2007 PensamentosFUTURO
A fé cristã não é fatalista. Não aceita a história com resignação nem a situação actual com fatalismo. Ela nos desafia a olhar a história com os olhos da possibilidade. O presente pode ser reconstruído com esperança. Ela nos ensina não apenas a não fugir da realidade, mas também a não dar-lhe a última palavra. (Ultimato; Março/Abril 2000; pp. 53)
Li um artigo interessante sobre um psicólogo chamado William Moulton Marsten que fez a pergunta: “Quais são as suas expectativas?” para mais de três mil pessoas. Ele ficou surpreso ao descobrir que 94 por cento das pessoas responderam que estavam apenas passando pelo presente e esperando o futuro. (Greg Laurie; O Sentido da Vida; Mundo Cristão; pp. 65)
Os que têm fixação pela profecia como previsão do futuro, que lêem esses dezassete livros principalmente para descobrir o que acontecerá após o ano 2000, facilmente perdem a maior contribuição que eles podem dar. Por que ler os profetas? Há uma razão convincente: para conhecer a Deus. Os profetas são a revelação mais vigorosa da personalidade de Deus. (Philip Yancey; A Bíblia que Jesus Lia; Editora Vida; pp. 172)
Gostaria de poder apagar a palavra “profeta” e substituí-la por outra que comunicasse melhor seu papel: ver o que ninguém consegue ver, com uma visão de raio X, tanto no presente quanto no futuro. Talvez “vidente”, também empregada em nossas traduções da Bíblia. Os profetas são pessoas que simplesmente conseguem enxergar melhor do que as outras. Quando os lemos, torna-se evidente que o agora era mais importante para eles do que o mais tarde. (...) (Philip Yancey; A Bíblia que Jesus Lia; Editora Vida; pp. 174)
No início eu tinha lido os profetas para extrair dicas sobre o futuro, o mais tarde e o muito mais tarde. Será que o mundo vai acabar com um holocausto nuclear? O aquecimento global está de facto conduzindo aos últimos dias? Mas, na verdade, a mensagem dos profetas deve influenciar sobretudo o meu agora. Será que confio num Deus amoros, poderoso, mesmo nesse século caótico? Será que me apego à visão de Deus de paz e justiça, mesmo que muitas vezes a igreja seja identificada com guerra e opressão? Creio que deus reina, mesmo que o mundo demonstre pouca evidência disso? Instintivamente, queremos voar para o futuro. Os profetas indicam o caminho de volta para o presente, mas mesmo assim pedem que vivamos à luz do futuro que imaginam. Podemos confiar na visão deles e aceitá-la como a realidade verdadeira da terra, apesar de todas as evidências contrárias? Podemos viver agora “como se” Deus fosse amoroso, carinhoso, misericordioso e todo-poderoso? Os profetas lembram que Deus de facto o é, e que toda a própria história um dia o demonstrará. O “mundo-como-ele-é” se tornará o “mundo-como-Deus-o-quer”. (Philip Yancey; A Bíblia que Jesus Lia; Editora Vida; pp. 179)
Talvez nunca entendamos os artelhos e os chifres das bestas de Daniel, ou os detalhes de Apocalipse 12. Mas, se ao menos pudermos crer que a nossa batalha é de facto contra principados e potestades; se ao menos pudermos crer que Deus é confiável e consertará tudo o que está errado; se ao menos pudermos demonstrar a paixão de Deus pela justiça e pela verdade neste mundo – aí, creio eu, os profetas cumpriram sua missão mais importante e necessária. Confesso que, apesar das longas horas de estudo sobre os profetas, não adquiri uma compreensão mais clara do que acontecerá no próximo ano ou em 2025. Tenho, porém, uma ideia muito mais clara e concreta do que Deus quer que eu faça na minha vida exactamente agora. E, gradativamente, estou ganhando a confiança de acreditar no presente o que terá sentido completo somente quando visto a partir do futuro. (Philip Yancey; A Bíblia que Jesus Lia; Editora Vida; pp. 187)
Por que então o mundo permanece nesse estado lastimável? (...) A Encarnação não trouxe o fim da história – somente o começo do fim. Há ainda muito trabalho a ser feito antes que a criação possa ser restaurada à intenção inicial de Deus. (Philip Yancey; A Bíblia que Jesus Lia; Editora Vida; pp. 208) 10/17/2007 A INTEGRIDADE DA PALAVRA DE DEUS - III
A INTEGRIDADE DA PALAVRA DE DEUS
( Parte 3 ) Esta é o último estudo acerca da Integridade da Palavra de Deus. Nos estudos anteriores começamos por aprender que a Bíblia é o Manual de Deus para a Humanidade e que devemos viver de acordo com ela se queremos funcionar bem. Já vimos os modos como Deus nos fala - através da Sua Palavra, do nosso espírito, através de sonhos e visöes de acordo com a Palavra de Deus. Neste terceiro e último estudo vamos aprender como é que um Filho de Deus pode obter todas as coisas que Deus tem para ele. 1 - Conheça os Pensamentos de Deus Para você alcançar o que Jesus tem para si, ainda neste mundo e no vindouro, necessita saber qual a Sua Vontade para o ser humano. Isaías 55: 8-11 - "Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor. Porque, assim como os céus são mais altos do que a Terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos. Porque, assim como desce a chuva e a neve dos céus, e para lá não torna, mas rega a terra, e a faz produzir, e brotar, e dar semente ao semeador, e pão ao que come, assim será a palavra que sair da minha boca: ela não voltará para mim vazia, antes, fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei." Acerca destes versículos, muita pessoas dizem: - "Está a ver? Os caminhos de Deus e os seus pensamentos, são mais altos que os nossos, por isso nunca se sabe o que Deus irá fazer; nunca se sabe a vontade de Deus!" Na verdade, os caminhos e os pensamentos de Deus são mais elevados que os nossos, mas Deus nos quer ensiná-los. Por isso, é que Deus nos deixou a sua Palavra, a Bíblia, onde está escrita a vontade de deus para os Seus filhos. 2 - O Segredo De Deus Para Uma Vida de Sucesso Antes de lhe falar deste segredo, deixe-me contar o seguinte. Depois de Moisés morrer, Deus escolheu Josué para seu sucessor. este, estava receoso pois tinha de conduzir três milhöes de pessoas do Egipto para a Terra Prometida. Então Deus ensinou-lhe um Grande Segredo para ele vencer, e este segredo é também para os nossos dias. Josué 1:8 - "Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes, medita nele, dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque, então, farás prosperar o teu caminho, e, então, prudentemente te conduzirás" Onde diz "O Livro desta Lei" está a referir-se à Palavra de Deus. Deve ler e meditar no que está escrito na Bíblia, porque se fizer isto fará prosperar o seu caminho. 1º) Não se aparte da tua boca o livro desta lei Veja! Não é Deus que fará prosperar o seu caminho, é você! "Então, FARÁS … ( Você fará ) prosperar o teu caminho 2º) Medita nele, dia e noite Para fazer prosperar o seu caminho precisa de meditar e encher o coração com a Palavra de Deus para ficar a pensar o mesmo quie Deus pensa e a agir do mesmo modo que Deus agiria se estivesse em seu lugar. E, como Deus nunca falha irá ter o mesmo sucesso que Ele. 3º) Para que tenhas cuida de fazer … Se você têm a Natureza de Deus e fôr em tudo imitador de Jesus, veja o que Ele diz: "Quem crer em mim, fará as mesmas obras que eu faço, e maiores ainda" Onde Está O Segredo? NA PALAVRA DE DEUS 3 - Nem Só de Pão Viverá o Homem Em Deuteronómio e Lucas temos o mesmo versículo. Observe: Deuteronómio 8:3 - "... para te dar a entender que o homem não viverá só de pão, mas que, de tudo o que sai da boca do Senhor, viverá o Homem" Lucas 4:4 - "E Jesus lhe respondeu, dizendo: Está escrito que nem só do pão viverá o homem, mas de toda a Palavra de Deus" Nesta passagem Jesus foi tentado, no deserto, pelo diabo, mas Jesus venceu-o com a Palavra de Deus. O que significa estes versículos? O Homem é um Espírito, tem uma alma e habita dentro de um corpo. É do Espírito do Homem que procedem as forças da vida, por isso, você terá de alimentar o seu espírito com a Palavra de Deus. Muitas pessoas têm três refeiçöes quentes por dia, mas apenas alimentam o seu espírito uma vez por semana e depois não sabem porque têm problemas. Alimente o seu Espírito com versículos bíblicos, medite diáriamente na Palavra de Deus. 4 - Guarde o seu Coração Prov.4:20-23 - "Filho meu, atenta para as minhas palavras: às minhas razöes inclina o teu ouvido. Não as deixes apartar-se dos teus olhos: guarda-as no meio do teu coração. Porque são vida para os que a acham, e saúde para o seyu corpo. Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as saídas da vida." Já mencionamos que devemos estudar e meditar na Palavra de Deus. Agora vamos ver do que devemos guardar o nosso coração, ou seja, o nosso espírito: "Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração". Vigie o que o seu espírito come. Muita gente tem cuidados especiais com o corpo não comendo alimentos com sal ou açucar, mas espiritualmente alimenta-se de "comida pôdre", estragada. Isto é, passa a vida a "ingerir" filmes com roubos, discussöes, sexo, noticiários com desastres, falências, telenovelas cheias de adultério, divórcio, etc. Não!!! O seu espírito não é um "caixote de lixo". O seu espírito é o campo onde você pode semear Boas sem,entes - A Palavra de Deus. A Palavra de Deus quando dirigida pelo seu espírito produz vida e saúde para o seu corpo. 5 - A Palavra é a Semente Marcos 4:26, 27 - "E dizia de Deus é assim como se um homem lançasse semente à terra. E dormisse, e se levantasse de noite ou de dia, e a semente brotasse e crescesse, não sabendo ele como" Isto é uma lei espiritual e tudo funciona de acordo com esta lei: Semear para Colher. Quando um agricultor lança uma semente na terra, ele não sabe como ela cresce, mas o facto é que a semente brota e dá fruto. O seu espírito é o Campo e a Palavra de Deus é a Boa Semente Em Marcos 4.14 - "O que semeia, semeia a Palavra" Semear no seu espírito a Palavra de Deus, vai colher um bom fruto. Para colher um bom fruto terá de limpar o solo e arrancar as ervas daninhas, ou seja, terá de tirar do seu coração os problemas, ódios, guerrinhas, rancores, etc. que impedem a Palavra de Deus crescer no seu espírito e produzir frutos. Por exemplo: Se um agricultor quizer colher ervilhas, terá de semear sementes de ervilhas num campo adequado. Se quizer colher arroz, terá que semear arroz no solo próprio. No Reino de Deus também funciona desta forma. Portanto, se quizer colher saúde te4m de encher o seu coração com versículos bíblicos que falem de Cura Divina. Se quizer colher prosperidade terá de semear finanças no solo adequado que é na Obra de Deus. Agora, poderá entender o que vou explicar, se compreendeu esta lei espiritual de semear para colher você saberá sempre o seu futuro porque com aquilo que encher o seu coração e falar com a sua boca isso colherá. Para finalizar, o meu conselho é o seguinte: medite regularmente na Palavra de Deus, fale as promessas de Deus para a sua vida. O Grande Segredo de viver uma vida abundante em todas as áreas é semear a Palavra de Deus no seu coração 6 - Sementes a Semear Poderá, hoje mesmo, começar a praticar o que aprendeu meditando e semeando estes versículos:
10/16/2007 INTEGRIDADE DA PALAVRA DE DEUS - II
INTEGRIDADE DA PALAVRA DE DEUS
( Parte 2 ) No artigo do mês passado começamos um estudo da Integridade da Palavra de Deus onde vimos que a Bíblia não é um simples livro, mas sim o Manual de Deus para a nossa vida. Hoje vamos continuar com o mesmo tema, compartilhando mais acerca da Palavra de Deus. Isaías 55:8-11 - "Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor. Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos". Baseando-se nesta paasagem bíblica, muitos cristãos dizem: "Aleluia! É tão difícil saber os pensamentos de Deus porque eles são mais altos que os nossos. Glória ao Senhor! Nunca se sabe o que o Senhor quer fazer ..." Mas isto não é verdade. É mentira! Os caminhos e os pensamentos de Deus são mais altos que os nossos, mas Deus deixou-nos a Sua Palavra para nós para sabermos qual é a Sua Vontade. É básicamente sobre isto que nós vamos estudar hoje - A Palavra de Deus. No versículo 11 de Isaías 55 diz: - "Assim será a palavra que sair da minha boca: Ela não voltará para mim vazia, antes, fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei". Vemos então que Deus sempre cumpre com a Sua Palavra, daí o título destes estudos serem a "Integridade da Palavra de Deus". Deus e a Sua Palavra são Um. Logo, se Deus não cumprisse com a Sua Palavra tinha de se destruir, porque Ele não é mentiroso. Continuando com o tema a Palavra de Deus, vamos desenvolver alguns pontos de extrema importância: 1- A Palavra é Deus a Falar-lhe A Palavra de Deus é Deus a falar connosco. Deus deixou-nos a Palavra para que nós soubessemos a Sua Vontade; é como se Deus estivesse a falar consigo. Deus tem várias maneiras de falar com o Mundo: a) Através da Sua Palavra - a Bíblia b) Através do nosso espírito - isto é para aqueles que já tenham Jesus como seu Salvador, para as pessoas nascidas de novo. Aquelas que possuem o Espírito de Deus dentro de si e portanto, podem ouvir a voz de Deus através do seu espírito. c) Através de sonhos e visões. Atenção! É preciso ter cuidado porque todos os sonhos e visões têm de estar sempre de acordo com a Palavra de Deus, porque o diabo também sabe dar sonhos às pessoas. Como é que você sabe da diferença? Se esse sonho ou visão não estiver de acordo com a Palavra de Deus, não pode vir d'Ele. 2- A Vontade de Deus Está Contida na Sua Palavra Isto é, se você quiser saber qual a Vontade de Deus para um determinado assunto, não vai perguntar ao vizinho a opinião dele, vá procurar a resposta na Bíblia. Para além de olhar para a Palavra de Deus quem quizer saber a Sua Vontade tem de olhar para Jesus, porque Jesus só fez e apenas faz a Vontade do Pai. Se quiser conhecer bem Deus, olhe para Jesus - João 14:7-9. Nesta passagem, Filipe estava a falar com Jesus dizendo: "Senhor, mostra-nos o Pai". Como quem diz "Como é Deus o Pai?". E Jesus respondeu-lhe: "Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai." Você pode perguntar: "Porque é que isto é tão importante?" Porque Jesus uma vez disse: "Conhecereis a verdade e ela vos libertará".
Aquilo que Ele fez foi sempre de acordo com a Vontade do Pai. E isto exclui ideias erradas que muitas pessoas têm pensando que Deus nos quer corrigir partindo-nos as pernas, dando um acidente, etc. Vê alguma passagem na Bíblia em que Jesus fizesse isso? Claro que não, porquê? Porque a Vontade de Deus não é essa. Por isso é tão importante olhar para aquilo que Jesus fez. Assim como o Pai é Jesus é. Você não vê na Bíblia algum exemplo de alguém que vinha ter com Jesus e ele dissesse: "Olha, agora estou muito ocupado, não te posso curar"; ou dizer, "Olha, eu acho que deves continuar doente porque tens de aprender uma lição". Viu algum caso desses? Nunca! João 5:19 - " Mas Jesus respondeu, e disse-lhes: Na verdade, na verdade vos digo que o Filho, por si mesmo, não pode fazer coisa alguma, se o não vir fazer ao Pai; porque, tudo quanto ele faz, o filho faz igualmente." Jesus fez tudo o que via Deus o Pai fazer. Portanto, se nós quisermos saber a Vontade do Pai, diante duma determinada circunstância, olhe para Jesus e veja como Ele fez e é assim que Deus faz também. A Bíblia fala-nos do caso da mulher adúltera que pecou e foi apanhada no próprio acto e os irmãos da Igreja queriam apedrejá-la. O que Jesus fez? Jesus disse-lhes: "Aquele que não tiver pecado, atire a primeira pedra". Glória a Deus! Se quiser ver como Deus é, olhe para Jesus. b) O que Jesus fez? - Curou os cegos; - Libertou os cativos do diabo; - Trouxe salvação, esperança, uma vida nova, etc. Tanta gente pensa o contrário de Deus. Na verdade aquilo que muitas pessoas pensam de Deus faz D'Ele um criminoso. Uma vez, Jesus foi a Nazaré e estava a ensinar numa das sinagogas e foi-lhe dado o livro do Profeta Isaías e Ele procurou a passagem que queria compartilhar com o povo e então leu: Lucas 4:18-21 - "O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos, e dar vista aos cegos; a pôr em liberdade os oprimidos; a anunciar o ano aceitável do Senhor. E, cerrando o livro, e tornando-o a dar ao ministro, assentou-se; e os olhos de todos na sinagoga estavam fitos nele. Então começou a dizer-lhes: Hoje se cumpriu esta escritura em vossos ouvidos." Nestes versículos Jesus estava a dizer que a missão dele aqui na terra estava baseada naquela Escritura. Jesus cumpriu a sua missão e a Bíblia fala em quase todas as páginas dos evangelhos das suas maravilhas. c) Hoje, Jesus não está na terra. Como posso então olhar para Jesus? Muitos irmãos dizem: "Ah! Se fosse no tempo em que Jesus esteve aqui... isso é que era bom! Eu chegava ao pé de Jesus, ele tocava-me e ficava curado". Jesus não está na terra físicamente, mas pode saber a Sua vontade olhando para a Palavra. João 1:1-3 - "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez." O Verbo quer dizer a Palavra, e esta e Jesus são Um, como está escrito em João 1:14: "E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigénito do Pai, cheio de graça e de verdade." Jesus, ou a Palavra, se fez carne e habitou entre nós. Não podemos ver Jesus com os nossos olhos físicos, mas se quiser olhar para Jesus tem um modo muito certo de o fazer - Olhe para a Palavra de Deus. Jesus e a Palavra são Um. Vamos dar uma aplicação prática deste assunto, por exemplo: Quando Pedro e os outros discípulos estavam a atravessar o lago levantou-se uma grande tempestade e o barco ia inundando-se. Jesus vendo-os, caminhou por cima do mar e foi ter com eles. Pedro ao ver Jesus saiu do barco e andou por cima das águas. É um milagre! Só que Pedro, sentindo o vento forte, teve medo e deixou de olhar para Jesus pondo os olhos no problema. Sabe o que lhe aconteceu? Começou a afundar-se. Porquê? Porque tirou os olhos de Jesus e pôs no problema. Se você hoje precisa de um milagre da parte de Deus tem de tirar os olhos dos problemas e olhar para Jesus. E como pode olhar para Jesus se não o vê? Olhe para a Palavra de Deus. c) Se quer saber A Vontade de Deus para - Cura Divina, Salvação, Baptismo no Espírito Santo, Prosperidade Financeira, Família, Emprego e Negócios - procure-a na Palavra e achará a resposta para a sua necessidade. Se está doente olhe para a Palavra de Deus e diga: "Glória a Deus! Pelas pisaduras de Jesus, eu já fui sarado". Se é um problema financeiro diga: "Aleluia! Tenho todas as minhas necessidades supridas pelo poder de Deus". Assim, você está olhando para a Palavra e como Deus zela sobre ela para a fazer cumprir, Deus vai fazer esse milagre na sua vida". 3- A Palavra de Deus Nunca Mudará Mateus 24:35 - "O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão-de passar". Jesus estava a dizer que o céu e a terra poderão terminar mas a Palavra de Deus não passará. Este mundo vai terminar um dia, mas aquilo que Deus instituiu jamais acabará. A Palavra de Deus foi o Manual de Deus para estabelecer o nosso modo de viver através das regras que ele instituíu. Não governe a sua vida através de outras coisas, procure a resposta da sua necessidade na Bíblia. Deus não muda. Quem é que tem de mudar? É você e eu; não é Deus que tem de se acomodar aos seus pensamentos e às suas teorias, é você e eu que temos de mudar porque Deus é o SENHOR. 4 - Faça da Palavra a Autoridade final na sua vida. O que é que isto significa? Quando alguém lhe diz para proceder de uma maneira e você sabe que a Bíblia ensina o contrário faça da Palavra a autoridade final na sua vida, ponha em prática aquilo que Deus diz e verá prosperidade. a) Mateus 6:33 - "Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas". Neste capítulo Jesus estava a falar para as pessoas não andarem preocupadas e ansiosas com o dia de amanhã. Deixe de se preocupar porque essa situação nada resolve, ponha em primeiro lugar o Reino de Deus e tudo lhe será acrescentado. b) Prioridades correctas na sua vida 1º) Deus 2º) Marido/Mulher 3º) Filhos 4º) Emprego 5º) Amigos, etc ... Algumas pessoas têm a vida destruída porque as prioridades estão trocadas. Não pôem Deus em primeiro lugar e depois não sabem porque é que têm os problemas. Outros servem a Deus mas poêm os filhos acima do marido ou mulher. Por exemplo: Se puser um pneu no lugar do volante e este na roda, se modificar todos os lugares do carro vai acabar por destruí-lo. As prioridades que vimos acima foi que Deus quem instituiu. c) Não seja guiado pela - Sociedade - Moda - Amigos - Emoções, Sentimentos - Mente d) Seja guiado pela Palavra. Se algo lhe diz "faz assim", mas a Palavra diz para fazer doutra maneira faça o que a Palavra disser. e) Diga o mesmo que a Bíblia diz acerca de si. Se o seu corpo diz "estou doente", mas a Bíblia diz "está curado", então faça da Palavra a Autoridade final. 5 - A Palavra Educa - II Timóteo 3:16 e 17 Ou seja com a Palavra de Deus. Deus ensina Deus corrige Deus castiga ( Deus não castiga partindo-lhe pernas ) Por exemplo: Se um pai for acusado de partir as pernas a um filho, ele irá ser condenado e proválvelmente preso. No entanto muita gente acusa Deus de ser assim. Deus corrige, ensina e castiga os seus filhos pela Sua Palavra. Quando nós aprendemos que Ele é um bom Pai, conseguimos receber as suas bençãos. Às vezes, é você quem tem problema em receber algo de Deus - Ele está mais desejoso de o curar do que você de receber a Cura Divina; a maior parte das pessoas não acredita que isso seja possível. Por isso, não conseguem receber nada. 6 - Fé só vem por ouvir a Palavra Romanos 10:17 - "De sorte que a fé é pelo ouvir, eo ouvir pela Palavra de Deus". Fé só vem por ouvir a Palavra de Deus, e sem fé ninguém pode agradar a Deus. A fé é a força que traz a si o que Deus já lhe deu e afasta de si aquilo que o diabo lhe tenta dar. 7 - Regras de ouro Moisés foi guiado por Deus para levar o povo israelita da escravidão para a terra prometida. Depois de Moisés morrer, Deus incumbiu Josué para levar os milhões de pessoas para a terra prometida. É natural que Josué tivesse temeroso e preocupado porque não era fácil guiar três milhões de pessoas. Glória a Deus! Deus falou com Josué ( Josué 1:1-8 ) Estas promessas são para nós hoje. No versículo 6 Deus diz: - " Esforça-te e tem bom ânimo" Temos de nos esforçar e fazer a nossa parte. O Senhor não é Deus preguiçoso! O Segredo de Deus está no versículo 8: - "Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes, medita nele, dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque, então, farás prosperar o teu caminho, e, então, prudentemente te conduzirás." Deus deu uma tarefa muito difícil a Josué, humanamente falando, e deu-lhe promessas. Ensinou-lhe o segredo de ouro para ele vencer. Preste atenção! O versículo 8 é o segredo de ouro para você vencer na vida e chegar é terra prometida, ou seja, uma vida em abundância com tudo o que Deus tem para nós. Fale apenas o que a Palavra de Deus diz. Confesse as promessas de Deus para a sua vida e medite nelas sempre. Repare na seguinte frase: "...porque, então farás o teu caminho..." É você que fará prosperar o seu caminho e não Deus. Quando meditamos na Palavra, nós começamos a pensar como Deus pensa e logo a seguir agimos tal e qual como Deus agiria se Ele estivesse na nossa posição. Então você terá o mesmo SUCESSO que Deus teria se estivesse no seu lugar. Se você fizer isto vencerá em todas as áreas da sua vida. O Grande Segredo do cristianismo é aprender e praticar a Palavra de Deus. 10/15/2007 A INTEGRIDADE DA PALAVRA DE DEUS - I
A INTEGRIDADE DA PALAVRA DE DEUS
( Parte 1) Dia a dia, defrontamo-nos com dois mundos paralelos: 1- O MUNDO das PESSOAS que NÃO CONHECEM A DEUS; 2- O MUNDO das PESSOAS que CONHECEM E SEGUEM a DEUS. Estes dois mundos "andam" lado a lado. Cada nação, povo, tribo, casta, grupo étnico, etc, vive de acordo com um padrão de vida estabelecido - baseado em tradições, conceitos morais, religiosos, espirituais, etc. E não há mal nenhum nisso! Por natureza, o ser humano tem necessidade de seguir "algo", "alguém"; tem necessidade de se organizar - ter um alvo, um padrão de vida a seguir. Muitas pessoas tomam como INTEGRIDADE DE VIDA: - estudar, mandar os filhos para a escola; cursarem e atingirem o título de doutor; - outras, preferem estabelecer bons negócios, que lhe proporcionem grandes lucros ( sinal de aumento de capital ); - outras ainda, têm como alvo na vida, o casamento (construir um lar), fazer o "seu mundinho", e está a vida completa (não precisam de mais nada). Claro está, que não há mal nenhum em tirar um curso, fazer um bom negócio, casar e lutar por ter um bom relacionamento no casamento, etc! Mas, existe um mundo completamente diferente, daquele que a maioria das pessoas conhece, e que, no entanto, está ao alcance de qualquer ser humano. Chamamos ao Mundo daqueles que conhecem e seguem a Deus de Cristão. Então pôe-se a pergunta: "O Que é Isso de Ser Cristão? Ou Qual é a sua Linha de Pensamento?" Cristianismo não é uma religião ou conjunto de regras de "não faças", "não toques", "não uses"!!! Cristianismo é um modo diferente de viver - é o ser humano a viver de acordo com o MANUAL dado pelo Seu FABRICANTE ou CRIADOR. Ao criar o Homem, Deus instituíu um modo bem distinto para ele viver neste planeta, e este é o único que funciona. ENTÃO, COMO PODEMOS CONHECER ESSE PLANO DE VIDA? A Bíblia é o MANUAL Para o Ser Humano ( deixado pelo Criador ). É o Livro mais fantástico que existe! Nele se encontram as instruções de Deus para a Humanidade! À semelhança de qualquer manual, caso você não cumpra à letra as instruções nele descritas, não usufruirá da VIDA a sério - VIDA ABUNDANTE - que O Criador planeou, ao criá-lo, a si. Por exemplo: quando você compra um automóvel, recebe juntamente um Manual (ou livro de instruções - qual a calibragem dos pneus, se deve pôr água ou não, etc). No caso de querer que o carro funcione bem, terá de obedecer integralmente as instruções do Manual. Caso contrário, num curto espaço de tempo deixará de ter automóvel! O mesmo se passa com o Homem. A determinada altura lemos no seu MANUAL ... Mateus 7:24-27 - "Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha; E desceu chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caíu, porque estava edificada sobre a rocha. E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caíu, e foi grande a sua queda". Vemos aqui dois tipos de pessoa: 1º) A que OUVE (ou lê) e PRATICA o que encontra no Manual - Prudente; 2º) Aquela que OUVE mas NÃO PRATICA - chamada de "tola". Como já referi, existem aquelas pessoas que pensam que cursar, viver apenas para a família, fazer bons negócios, é o suficiente para ter uma vida feliz. No entanto, não é isso que diz o Manual. É necessário lê-lo na íntegra e praticá-lo porque nem tudo na vida corre sempre bem. Na vida, acontecem coisas que você não preparou, não desejou, nem sequer esperava! Como por exemplo, doenças incríveis, problemas familiares, filhos drogados, crises económicas, problemas no emprego, etc, que o deixam completamente desorientado, sem rumo na vida. E porquê tudo isso? Porque você não quer fazer, ou desconhece a Vontade de Deus. QUEM OUVE E PRATICA Em alegoria, a Bíblia ensina que, a nossa vida é semelhante a uma casa. Os problemas são assemelhados aos temporais, ou tempestades. Quando um problema "bate à porta" daquele que está firme na Palavra de Deus, isto é, ouve e pratica as instruções do Manual, essa pessoa, não vai desanimar ou ser vencida pelas contrariedades. A sua casa está segura na Rocha. Os temporais não a tiram do lugar em que está. A pessoa faz a Palvra de Deus e tem sempre vitória sobre as adversidades, atinje a Vida em Abundância. QUEM OUVE E NÃO PRATICA Podemos pensar num engenheiro civil, que embora conhecendo as regras de construção civil, não as pôe em prática; constrói uma casa em cima de areia. O que vai suceder a essa casa? Vai cair de certeza - os temporais são mais fortes que os seus alicerces. Mas, por exemplo, um bom engenheiro tem de "estudar" as chuvas e o caudal dos rios para calcular a construção de uma ponte. Científicamente, sabe-se que de cinco em cinco anos, existe uma "chuva" que é maior que as outras todas. Se a ponte não estiver calculada e construída devidamente, na altura dessa chuvada, ela cairá e destruir-se-á. Por isso, a Bíblia chama de "Tolo", àquele que sabendo das instruções do Manual não as leva em conta e, faz a sua vida de acordo com o que ele pensa ou acha que deva funcionar a humanidade. Quando os problemas os ultrapassam, revoltam-se contra tudo e todos dizendo: "Porquê a mim? Porquê a mim, ó Deus? Que mal é que eu fiz?" Na realidade, o único mal que fez, foi construir a sua vida baseado no que "eu acho ..." e não no que a Palavra de Deus diz. A sua Casa não estava alicersada na Rocha! Vejamos agora, de um modo mais detalhado, o que é a Bíblia, qual o seu Autor, como foi que Deus se revelou ao Homem, para que serve a Bíblia, quais as divisões da Bíblia, o que significa um Testamento e porquê um Novo Testamento. O QUE É A BÍBLIA? A Bíblia, ou a Palavra de Deus, é a mensagem de Deus para o Homem. A palavra Bíblia vem de uma outra Biblion, que quer dizer, "muitos livros". Quando Deus fez o Homem à Sua imagem e semelhança, como nenhum outro ser, ele habitava, passeava e falava com o Homem. Mas, pela transgressão e quedad e Adão, o pecado veio ao mundo. Para desfazer as obras do diabo e libertar-nos do pecado, Deus enviou Jesus Cristo à terra. Ele tem para nós uma Mensagem que está contida na Bíblia. QUEM É O SEU AUTOR? O Autor da Bíblia é o próprio Deus. No entanto, este livro foi escrito por homens, mas inspirados pelo Espírito Santo. II Timóteo 3:16 - "Toda a Escritura, divinamente inspirada, é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça". Não sei precisar qual o jornal, mas tomei conhecimento que, algures, foi publicado um artigo bastante interessante. Certos cientistas quiseram provar que a Bíblia era apenas um livro de histórias. Num computador, puseram vários dados referentes a Profecias, e chegaram à conclusão matemática da impossibilidade deste Livro não ter sido escrita por uma Identidade Superior. Os cientistas chegaram a esta conclusão, porque do primeiro ao último livro, se fazem referências a uns e outros, obedecendo a uma interligação muito grande, apesar da Bíblia ter sido escrita ao longo de milhares de anos, e os seus intervenientes escreverem de diferentes partes do mundo sem se conhecerem entre si. Esta sincronia deve-se ao facto dos homens que escreveram a Bíblia terem sido inspirados pelo Espírito Santo. A grande prova está em Deus confirmar a Sua Palavra com sinais e maravilhas. COMO DEUS SE REVELOU AO HOMEM? Ao longo dos tempos, Deus tem-se revelado ao homem de diversos modos: 1º) Directamente Ao princípio Deus revelou-se directamente como aconteceu nos tempos de Abraão e Moisés. 2º) Através de Jesus - A Palavra Viva Ele é a imagem fiel de Deus. Se quer saber como Deus é, olhe para Jesus. 3º) Através da Bíblia Quando o homem se separou de Deus, perdeu a sua glória, ficou um ser mortal. Imagine o que aconteceria a uma pessoa sem Jesus, ainda não regenerada, se Deus lhe aparecesse! Certamente morreria, por não poder suportar a Glória de Deus. Assim, Deus arranjou um processe de nos proteger, deixando a sua Vontade escrita num papel, a Bíblia - qualquer pessoa pode manusiá-la. PARA QUE SERVE A BÍBLIA? 1º) Para Deus mostrar o Seu Plano de Salvação do Homem, através de Jesus Cristo; 2º) Para Deus mostrar a Sua Vontade para todas as áreas da vida humana levando-o a encontrar o caminho da salvação. DIVISÕES DA BÍBLIA A Bíblia divide-se em duas grandes partes: 1ª - O Antigo ou Velho Testamento 2ª - O Novo Testamento O Velho Testamento é composto por 39 livros (Gênesis; ëxodo; Levítico; Números; Deuteronómio; Josué; Juízes; Ruth; I e II de Samuel; I e II de Reis; I e II de Crónicas; Esdras; Neemias; Ester; Job; Salmos; Provérbios; Eclesiastes; Cantares de Salomão; Isaías; Jeremias; Lamentações de Jeremias; Ezequiel; Daniel; Oséias; Joel; Amós; Obadias; Jonas; Miquéias; Naúm; Habacuque; Sofonias; Ageu; Zacarias e Malaquias). Por exemplo: Gênesis fala-nos da criação do mundo e do homem; da vida dos primeiros grandes homens de Deus, como Abraão, Noé, etc. ëxodos, relata-nos a história do povo escolhido: sendo escravizado por satanás, através do povo egício, foi libertado pelo poder de Deus - da escravidão para a Terra Prometida. O Novo Testamento é referente à epoca após o nascimento de Jesus Cristo até aos dias de hoje e é composto por 27 livros. (Os Evangelhos - Mateus, Marcos, Lucas e João. Actos dos Apóstolos. Epístolas de Paulo aos - Romanos; I e II Coríntios; Gálatas; Efésios; Filipenses; Colossenses; I e II Tessalonicenses; I e II Timóteo; Tito; Filemón; Hebreus. Epístolas de: Tiago; I e II de Pedro; I, II e III de João; Judas e Apocalipse). Os quatro primeiros livros são chamados de "Evangelhos" ou "Boas Novas". Relatam a vida de Jesus. Aqui, podemos ler àcerca dos Seus inúmeros milagres (cura de enfermidades, ressurreição de mortos, expulsão de demónios, etc). A seguir lemos os Actos dos Apóstolos - um livro maravilhoso: - inicia-se com o derramamento do Espírito Santo (a entrada da Terceira Pessoa de Deus na terra); - relata os milagres efectuados pelos apóstolos depois de Jesus ter subido ao céu. Desde essa altura, até aos dias de hoje, todos nós temos a comissão de ir e pregar o Evangelho, expulsar demónios, curar os enfermos, etc. Fazemos isto em vez de Jesus - somos seus embaixadores. Podemos dizer que os Actos dos Apóstolos é o único livro que ainda não está por acabar, porque ele é escrito todos os dias, sempre que Deus faz algo na sua ou na minha vida. Depois do Livro de Actos lemos as cartas dos apóstolos Paulo, Pedro, João, Tiago e outros, escritas a várias igrejas e cristãos. Já no tempo de Apóstolos, não existia apenas uma Igreja, mas várias. Isto não quer dizer que existissem doutrinas variadas. Haviam sim muitas igrejas locais. Jesus não veio instituir denominações mas sim o Reino de Deus. O Novo Testamento termina com o Apocalipse. O livro que revela as coisas que estão para acontecer. O QUE SIGNIFICA UM TESTAMENTO? É um pacto, uma aliança feita entre duas entidades ou pessoas. Neste caso, Deus fez um pacto com os Homens. Estamos a falar do Velho Testamento, no tempo em que Deus tinha uma aliança com os Homens, mas que todos falharam. Deus queria ajudar a Humanidade mas não porque os pactos eram quebrados pelo Homem. Como solução Deus enviou seu Filho Jesus que foi 100% Homem e 100% Deus, e nunca quebrou o Pacto - continua a valer e é Eterno. Jesus foi homem para poder fazer um Pacto; foi Deus para transmitir ao Pai as nossas fraquezas e necessidades. PORQUÊ UM NOVO TESTAMENTO? Porque no Velho Testamento, todos os homens que Deus procurou falharam. Deus fez uma nova aliança com o Homem enviando Jesus que derramou o Seu sangue sem nunca quebrar o Pacto. Em tom de conclusão, leiamos a seguinte passagem bíblica: João 15:7 - "Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito". Aqui, Jesus estava a mostrar um dos grandes segredos da vida vitoriosa. Alguns cristãos pensam que pelo facto de já terem entregue a sua vida a Jesus, tudo passa a acontecer automáticamente, a vida endireita instantâneamente. Não é assim! Se você quer ser abençoado precisa estudar e meditar na Palavra de Deus, tê-la dentro de si, no seu coração. Tudo se processa à semelhança da pessoa que comprou o automóvel e que necessita consultar o manual de instruções, para que aquele funcione perfeitamente. O cristão deve consultar o MANUAL que Deus lhe deu. O discípulo de Jesus é aquele que O segue, e dá muitos frutos. Não precisamos apenas de estar com Jesus mas ter a Palavra dentro de nós. O cristão não se deve contentar apenas em possuir o Manual, mas lê-lo, estudá-lo e guardá-lo no coração. O BENEFÍCIO É TODO SEU, SE VOCÊ CONDUZIR A SUA VIDA SEGUNDO A PALAVRA DE DEUS. 10/14/2007 Pastoreando Vidas"E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te." Deuteronômio 6:6-9.Estas palavras dirigidas aos pais, advertindo-os da importância de ensinar aos filhos os caminhos de Deus, nos traz preciosas revelações sobre a árdua tarefa de educar. O verdadeiro educador é aquele que vai marcar a vida dos seus alunos, pois não falará das experiências alheias, mas compartilhará daquilo que tem recebido (estarão no teu coração...).Ninguém pode dar o que não tem.Se o mestre não domina o assunto que ministra, se não há entusiasmo, os alunos podem decorar, mas jamais aprender. Do ponto de vista bíblico ensinar e aprender tem um propósito central : FORMAR UMA VIDA. Trata-se de ensinar a viver, é discipulado, é andar lado a lado. O alvo é formar um estilo de vida, edificando o caráter, e despertando amor pela aprendizagem. As palavras assentar, caminhar, levantar, deitar falam de coisas simples e corriqueiras, enfatizam a convivência, o relacionamento.Ensinar e aprender é algo relacional e pessoal, e não técnico e informativo.Estamos treinando corações e mentes eternas, em um processo de coração para coração, mente para mente, espírito para espírito. É um investimento de nossas vidas, um trabalho de fé e amor.Alguns professores deixam marcas profundas na vida de seus alunos não por causa do conteúdo que lhe procuraram transmitir, mas por causa das pessoas que eram; sabe porque ?"... porque dedicavam tempo para conversar com os alunos sobre coisas que aparentemente nada tinham a ver com o assunto da aula; porque lhe procuravam chamar sua atenção para coisas interessantes, bonitas ou curiosas que aconteciam, dentro ou fora da sala de aula; porque não achavam que era desperdício de tempo conversar sobre assuntos do dia a dia ; porque se interessavam pelas coisas que interessavam aos alunos e procuravam mostrar-lhes como elas se relacionavam com outras coisas que você nem imaginava que poderiam ter alguma relação; porque procuravam abrir seus horizontes, mostrando-lhe que mais importante do que absorver matéria prevista no currículo é ter um projeto de vida, é motivar-se o suficiente para ir atrás do que é necessário para chegar aonde você quer chegar; é aprender a ir roubando pedacinhos de conhecimento aqui e ali para construir suas próprias ferramentas de aprendizagem e, portanto, de sobrevivência e de crescimento nesta luta que é a vida... Desses professores você nunca esquece.". John Steinbeck.Esse pensamento de Steinbeck, nos leva a refletir sobre a escola que desejamos para nossos filhos, uma escola informativa ou formativa?10/13/2007 PAZJo 14.27; 16.33; Sl 34.14; Is 6.3; 26.3; Rm 8.6., INTRODUÇÃO: Em nossa época, cheia de inquietações, todo mundo anseia por PAZ. Pessoas, amigos, famílias, grupos, cidades, nações e o mundo buscam ardentemente a PAZ. Vendem-se milhões de exemplares do livro PAZ COM DEUS, de Billy Graham, em muitos idiomas, bem como muitos outros livros sobre o assunto, como indicação desta ansiedade, o desejo de PAZ. Em algumas línguas, tais como o Árabe e o Hebraico, bem como a saudação cristã e da maioria das igrejas é “PAZ”, com algum complemento. Sem dúvida, somente quando Jesus Cristo possui nossos corações, podemos ter verdadeira paz. Nesta mensagem ocupamo-nos somente de aspectos deste tema. 10/12/2007 Dúvida ou ConfiançaContam que um alpinista, desesperado por conquistar uma altíssima montanha, iniciou sua escalada depois de anos de preparação. Como queria a glória só para ele, resolveu ir sem companheiros. Durante a subida foi ficando tarde e mais tarde, e ele não havia se preparado para acampar, sendo que decidiu seguir subindo... e por fim ficou escuro. A noite era muito densa naquele ponto da montanha, e não se podia ver absolutamente nada. Tudo era negro, visibilidade zero, a lua e as estrelas estavam encobertas pelas nuvens. Ao subir por um caminho estreito, a apenas poucos metros do topo, escorregou e precipitou-se pelos ares, caindo a uma velocidade vertiginosa. O alpinista via apenas velozes manchas escuras passando por ele e sentia a terrível sensação de estar sendo sugado pela gravidade. Continuava caindo... E em seu angustiante momento, passaram por sua mente episódios felizes e outros tristes de sua vida. Pensava na proximidade da morte, sem solução... De repente, sentiu um fortíssimo solavanco, causado pelo esticar da corda na qual estava amarrado e presa nas estacas cravadas na montanha. Nesse momento de silêncio e solidão, suspenso no ar, não havia nada que pudesse fazer, e gritou com todas as suas forças. - Meu DEUS, me ajuda!!! De repente, uma voz grave e profunda, vinda dos céus lhe respondeu: - QUE QUERES QUE EU TE FAÇA? - Salva-me meu DEUS! - REALMENTE CRÊS QUE EU POSSO SALVÁ-LO? - Com toda certeza SENHOR! - ENTÃO CORTA A CORDA NA QUAL ESTÁ AMARRADO... Houve um momento de silêncio, então o homem agarrou-se ainda mais forte na corda. Conta a equipe de resgate que , no outro dia encontraram um alpinista morto, congelado pelo frio, com as mãos agarradas fortemente a corda... ...A APENAS DOIS METROS DO SOLO... * * * * * E você, cortaria a corda? As vezes precisamos tomar decisões que testam a nossa fé em DEUS. E você? Que está tão agarrado as cordas, te soltarias? Devemos, diariamente exercitar nossa confiança em DEUS, lembrando-nos sempre que "O SENHOR NOSSO DEUS NOS SEGURA PELA MÃO E NOS DIZ: NÃO TEMAS, EU TE AJUDO" (Isa 41:13) |
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