Manuel's profileJESUS É O CAMINHO A VERD...PhotosBlogListsMore Tools Help

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    12/30/2008

    Adoração: Um Estilo De Vida

      

    Mateus 6:21; 12:34; 26:73

    Adorar é amar muito, é gostar demais. “Eu adoro isso” ou “eu adoro fulano” expressões que revelam um carinho especial.
    Nós nos tornamos semelhantes àquilo que contemplamos, que amamos, as pessoas com quem andamos muito tempo juntos vamos ficando parecidos, principalmente as que admiramos temos a tendência de imitar.

    A adoração é um caminho para nos tornarmos mais parecidos com Deus. É a expressão do desejo de ser semelhante. É inquirir, perscrutar, investigar, procurar conhecer ao máximo, uma espécie de “santa obsessão”.

    Devemos ser perfeitos (Mt. 5:48), justos (I Jo. 2:29), amorosos (I Jo. 4:7), bondosos e misericordiosos (Cl. 3:12-13), mansos e humildes (Mt. 11:29), santos (I Pd. 1:15), etc. Tudo o que está no caráter de Deus precisa se refletir em nós.

    João 10:14, 27; 6:44-46; I Co. 2:10-16; Fp. 3:8-10; Ef. 3:17-19

    Adoração é conhecer a Deus por meio de Cristo, os Seus mistérios, Sua profundidade, é mergulhar em Deus.

    Isso revela intimidade co uma pessoa, conhecê-la profundamente... Sua voz, seu cheiro, seu gosto, sua vontade, seus objetivos, seu caráter.

    Efésios 1:5; 5:1; Rm. 8:15; Gl. 4:6; II Pd. 1:3-4

    O Senhor deseja relacionamento pessoal e isso só conseguimos com a adoração, que inclui a vida de oração. Note que oração e adoração têm o mesmo sentido de serviço e oferta.
    O Pai quis que fôssemos seus filhos, nos deu de sua natureza, precisamos deste relacionamentos de filhos (Abba Pai) que o Espírito Santo nos leva a experimentar.

    A tradição não costuma chamar Deus de Pai. Observe o relacionamento de um pai e um filho humanos. Não é o mesmo entre um professor e um aluno. É mais íntimo, profundo, cheio de amor. O pai brinca com o filho, corrige, ensina, ama sempre, abençoa,estimula, etc. Somos filhos amados de Deus (Ef. 5:1). Há um Espírito que geme e clama dentro de nós por esse relacionamento de filiação.

    Efésios 4:18-20; Cl. 3:16; Rm. 8:14; Gl. 5:25; II Co. 4:18; 5:7

    Uma vida de adoração gera confiança e dependência do Senhor. Confiar em todas as circunstâncias porque conhecemos o seu caráter. Sei que Ele é bom, justo e benigno em todas as suas obras, fiel, não falha, me ama sempre, etc.

    Depender dEle em todos os momentos e decisões como Adão antes da queda. Hoje muitas de nossas decisões são carnais. Adoração é aprender a andar no Espírito. É também saber ser grato por tudo a Deus.

    Efésios 5:1-2; Jo. 4:32-34; 6:38; 17:4; Mt. 3:17; Mc. 1:11; Hb. 9:14; 7:27; Rm 12:1; Jo. 14:21

    Jesus é o adorador do Pai. Ele é o modelo para nós de uma vida de adoração. A sua vida consistiu em oferecer-se a Deus, para fazer a sua vontade e por isso alegrava tanto o coração de Deus: “Este é meiu filho amado em quem a minha almna se compraz”.

    Adoração exige obediência a Deus, vida de santidade. Fora disso é mera religiosidade aparente e superficial (Mt. 15:8-9)

    Ap. 4:8,11; 5:8-14; 7:9-12; 11:15-17; 14:1-3; 15:2-4; 19:1,3,6

    A adoração na terra deve ser um reflexo da adoração que ocorre no céu. Lá é um ambiente de continua adoração a Deus e ao Cordeiro.

    Quanto mais os mistérios de Deus nos são revelados experimentamos uma adoração maior, damos glória a Deus. Isso acontece aqui (Rm. 11:33-36) e no céu será eternamente conhecer a Deus e adorá-lo.

    João 16:13-14

    O ministério do Espírito é glorificar o Filho. Ele sempre leva a igreja a exaltar mais profundamente a Cristo pela sua obra perfeita.

    II Co. 3:18

    O exercício da adoração desobstrui a alama para o fluir da vida de Jesus. Ela traz cura, libertação e vitória para todas as áreas da nossa vida.

    Somos como um espelho que vai sendo polido diariamente e assim reflete cada vez melhor a glória de Cristo. Não quieremos que o nosso rosto brilhe como o de Moisés (I Co. 3:3), mas como o de Jeuss (Mt. 17:2)


    Fonte: Comunidade de Salvador

    12/28/2008

    A origem do nosso louvor

     

    “O verdadeiro louvor foi criado no céu e esta continua sendo a sua origem.”

    O poder do louvor está condicionado à sua fonte de inspiração. Por que cantamos? De onde vem nossa motivação e nossas palavras? A música é usada por Deus, pelo homem e pelo diabo. Estas são as três origens possíveis para as expressões musicais e artísticas em geral.

    Algumas músicas populares nos chamam a atenção por carregarem um sentido espiritual maligno. São letras que falam de fatos e situações que nos fazem lembrar o que a Bíblia diz sobre satanás. Parece que o autor é o próprio inimigo. Entre estas estão aquelas que expressam desprezo, crítica e afronta ao Senhor Jesus e à Sua obra. Existem também cânticos em homenagem explícita aos demônios. Algumas letras são elaboradas por eles mesmos através de seus médiuns. São usadas em cultos satânicos para invocações e louvores aos espíritos das trevas.

    Entretanto, a grande maioria das músicas que conhecemos são simples expressões do sentimento e da inteligência humana. Têm seu valor artístico e cultural, mas o diabo poderá se aproveitar também destas, principalmente quando houver danças sensuais e letras pecaminosas.

    Existem, porém, músicas inspiradas pelo Espírito Santo. Os salmos bíblicos são os melhores exemplos. Eles são, em sua maior parte, expressões magníficas de louvor a Deus. Em outros casos apresentam confissões, lamentações, súplicas, profissões de fé etc..., mas sempre inspirados, motivados, pelo Espírito de Deus. Alguns salmos específicos parecem ter sido ditados pelo Senhor. São proféticos. Alguns deles anunciavam a vida e obra do Messias. É desse tipo de música que precisamos em nossas igrejas, e, graças a Deus, Ele no-las tem dado.

    O verdadeiro louvor é aquele produzido mediante tal inspiração. Não se trata de uma poesia composta pela alma. Não é mero resultado da inteligência e do sentimento, mas obra do Espírito Santo. Ele nos envolve, capacita o nosso espírito e usa nossa alma, inteligência e sentimentos apenas como instrumentos e canais da sua mensagem. O homem participa com sua vontade, sinceridade e gratidão, apresentando-se como um vaso limpo que possa conter a oferta do Espírito para Deus. Ainda que use suas próprias palavras, a inspiração e o poder serão do Espírito.

    O verdadeiro louvor foi criado no céu e esta continua sendo a sua origem. Assim como o governo humano só aceita como pagamento o dinheiro que ele mesmo produz, Deus só aceita o louvor produzido pelo Espírito Santo. O que passar disso é falso. Não haveremos de convencê-lo por meio de "palavras persuasivas de sabedoria humana". Não será através de vocábulos eruditos que vamos alegrar seu coração.

    O fogo do altar que ardia no tabernáculo foi aceso por Deus. Os sacerdotes ficaram então responsáveis por sua manutenção (Lv. 9:24; 6:12-13). Quando os filhos de Aarão, Nadabe e Abiú, levaram fogo de outra origem ao santuário, foram mortos imediatamente (Lv. 10:1-2). Hoje, pode ser que Deus não esteja matando fisicamente os que se chegam a ele com palavras falsas, mas tais pessoas já estão espiritualmente mortas.

    O fogo é um dos símbolos do Espírito Santo. Precisamos mantê-lo aceso em nossas vidas. Isto se dá através da oração e da santificação. Suas chamas farão subir o incenso suave ao Senhor. Seu coração ficará satisfeito e Ele nos abençoará. Quando falta o fogo do Espírito, tentamos acender outro fogo, motivando as emoções e o corpo físico. Dessa forma, podemos até realizar uma festa carnal, mas não faremos um culto onde os anjos possam louvar juntamente conosco.

    "Não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito; falando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração." (Efésios 5.18-19.)


    Fonte: Anísio Renato de Andrade

    12/27/2008

    "Dança" - Atitude de Louvor

     

    Nos dias de hoje temos muitos conceitos sobre dança, sendo em sua maioria o de que ela induz a expressões carnais, o que não é verdade quando há uma atitude pura, feita no espírito diante do Senhor.

    A dança é o reflexo de sentimentos contidos em nosso ser e acontece em várias ocasiões:

    Quando Davi foi ungido por Samuel (I Sam 16:13), o Espírito do Senhor se apossou dele e desde aquele dia foi cheio do Espírito.

    Em II Samuel 6: 12 - 16, Davi extravasa toda sua alegria dançando diante do Senhor por estar transportando a Arca para Jerusalém, que representava a presença de Deus no meio deles.

    "Então disseram a Davi: O Senhor abençoou a casa de Obede-Edom, e tudo o que tem, por causa da arca de Deus. Assim foi Davi, com alegria. Quando os que levavam a arca do Senhor tinham dado seis passos ele sacrificava bois e carneiros cevados. Davi dançava com todas as suas forças diante do Senhor, e estava Davi cingido de uma estola sacerdotal de linho. Assim Davi e toda a casa de Israel subiam, trazendo a arca do Senhor com júbilo e ao som de trombetas.

    Quando a arca do Senhor entrava na cidade de Davi, Mical, a filha de Saul, estava olhando pela janela. E vendo ao rei Davi, que ia saltando e dançando diante do Senhor, o desprezou no seu coração".

    Vemos aqui o exemplo de um homem segundo o coração de Deus, cheio do poder e do Espírito, expressando toda sua alegria dançando na presença do Senhor.

    Em Êxodo 15:20 e 21, vemos Miriã, uma profetisa com muitas mulheres saírem com tamborins e com danças cantando ao Senhor pela vitória de Israel, pelo povo que saíra ileso do Egito, terra onde eram escravos.

    Miriã, a profetisa (os profetas eram pessoas cheias do Espírito de Deus) dançou pela vitória do seu povo.

    "Então Miriã, a profetisa, irmã de Arão, tomou um tamborim, e todas as mulheres saíram atrás dela com tamborins e com danças. E Miriã lhes respondia: Cantai ao Senhor, pois sumamente se exaltou, lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro".

    As mulheres hebraicas exprimiam por meio da dança os seus sentimentos; quando seus maridos ou pessoas amigas voltavam a suas casas, vindo do combate pela vida e pela pátria, saíam elas ao seu encontro com danças de triunfo.

    Nos nossos dias não deve ser diferente. Podemos e devemos também ser cheios do Espírito Santo de Deus e dançar diante dEle, extravasando a nossa alegria, saltando, dançando diante do Senhor pela vitória de Jesus na cruz derrotando todo principado, potestade e dominadores deste século que eram contra nós ( Col. 2:15), nos libertando do mundo e nos transportando para um reino de luz, purificando nossa consciência pelo sangue do Cordeiro e nos dando a esperança da vida eterna.

    As danças não param por aí. Em I Samuel 18:6 e 7, temos outro exemplo:

    "Quando os soldados retornavam para casa, depois de Davi ter ferido o filisteu, as mulheres de todas as cidades de Israel saíram ao encontro do rei Saul, cantando e dançando alegremente, com tambores e com instrumentos de música. As mulheres, dançando, cantavam umas para as outras, dizendo: Saul feriu os seus milhares, porém Davi os seus dez milhares".

    Jesus citou em uma parábola a dança como louvor e ações de graças por um filho que se havia perdido e foi achado (Lucas 15:25 - parábola do filho pródigo).

    Existe uma razão específica do povo de Deus em dançar: a de que Ele se alegra com isto. Deus se alegra de que seus filhos dancem na sua presença, pois Ele próprio promete restaurar as danças de seu povo:

    "Naquele tempo, diz o Senhor, serei o Deus de todas as tribos de Israel, e elas serão o meu povo... o povo que escapou da espada achou graça no deserto... com amor eterno te amei, também com amorável benignidade te atraí... ainda te edificarei e serás edificada, ó virgem de Israel. Ainda serás adornada com os teus adufes, e sairás com coro de dança, e também os jovens e os velhos, e tornareis o seu pranto em júbilo e os consolarei; transformarei em regozijo a sua tristeza". (Jeremias 31: 1-4, 13)

    Se você nunca expressou-se a Deus dançando, eu o convidaria a fazê-lo conforme as escrituras nos convidam:

    Salmo 149:3 - "Louvem o seu nome com danças; cantem-lhe o seu louvor com tamborim e com harpa".

    Certamente quando você o adorar com sua dança, o próprio Deus te encherá com alegria, com cânticos, com toda sorte de bençãos e te mostrará a vitória.

    Experimente dançar na presença de Deus!

    Fonte: Evandro Lippi

    12/26/2008

    Anjos

     

    Ainda, quanto aos anjos, diz: [...] Não são todos eles espíritos ministradores enviados para serviço, a favor dos que hão de herdar a salvação? Hebreus 1:14

    A partir de hoje, vamos conhecer melhor algumas das categorias de anjos, suas atribuições, títulos que lhes foram dados e seus significados, e a diferença entre eles no grande contingente angelical.

    Essa grande e absoluta maioria anônima de anjos, aos quais Ellen White chama de “anjos magníficos em poder”, fazem parte das milícias celestiais. São como soldados da linha de frente que executam ordens superiores, tanto de Deus como dos anjos mais categorizados. São os exércitos do Senhor.

    De acordo com João, o autor do livro do Apocalipse, o seu número é de “milhões de milhões” (Ap 5:11). São os anjos da guarda e, como tais, podem se apresentar, dependendo da situação, como anjos guerreiros, anjos mensageiros, anjos guias, anjos guardadores, anjos protetores, anjos libertadores, etc.

    Os anjos dessa imensa categoria são bastante ativos e estão num constante vaivém entre o Céu e a Terra, obedecendo à voz da palavra de Deus (Sl 103:20, 21). Eles foram criados para servir diante do trono de Deus e para cumprir missões específicas em Seu grandioso Universo.

    Além do mais, de acordo com o Espírito de Profecia, “esses anjos de luz criam uma atmosfera celestial, erguendo-nos para o invisível e eterno [...] Repetidas vezes têm anjos falado com homens, do mesmo modo como um homem fala com seu amigo, e os têm levado para lugares livres de perigo” (Atos dos Apóstolos, p. 153).

    Em face de tantas evidências, “precisamos conhecer melhor do que conhecemos a missão dos anjos [...] Exércitos invisíveis, de luz e poder, auxiliam os mansos e humildes que crêem nas promessas de Deus e as reclamam. Querubins, serafins e anjos magníficos em poder, estão à destra de Deus, sendo ‘todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação’ [Hb 1:14]” (ibid., p. 154).

    Os anjos estão sempre desejosos de fazer tudo por nós, desde que não lhes resistamos. Devemos aceitá-los como nossos amigos e pedir a Deus que eles sempre nos protejam. A atuação dos anjos junto aos filhos de Deus é demonstração do amor divino e, também, a maneira de Deus animar e alentar o peregrino prostrado na sua caminhada rumo ao lar celestial.

    REFLEXÃO: “Bendizei ao Senhor, todos os Seus anjos, valorosos em poder, que executais as Suas ordens, e Lhe obedeceis à palavra” (Sl 103:20).

    12/22/2008

    3 ordens de Jesus para seus discípulos

     

    Jesus nos mandou fazer discípulos para Ele. E deixou bem claro que seus discípulos devem aprender a guardar todas as coisas que Ele ordenou.

    Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra.

    Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século. (Mt.28.18-20).

    Jesus nos mandou fazer discípulos para Ele. E deixou bem claro que seus discípulos devem aprender a guardar todas as coisas que Ele ordenou.

    Temos muito que aprender de Jesus, por isto estamos no caminho do reino. Cada lição aprendida, cada ordem obedecida representam passos dados em direção ao alvo.

    Nesta pequena reflexão queremos trazer a memória três ordens importantíssimas de Jesus para seus discípulos:

    1. Amai-vos (Jo.13.34,35)

    A ordem é nos amarmos uns aos outros como o Senhor nos amou.

    Entre muitas coisas que já temos ouvido sobre amor, algo define bem esta tremenda ordem de Jesus: “o amor não se baseia em sentimentos mas na vontade comprometida”.

    Que assim seja em nossas vidas.

    2. Pregai o evangelho (Mc.16.15,16)

    Nós fazemos discípulos para pregarmos o evangelho ou pregamos o evangelho para fazermos discípulos?

    Discipular e pregar são como dois pés que dão equilíbrio a missão que Jesus nos deu neste mundo.

    3. Vigiai (Mt.24.42; 25.13)

    A ordem de vigiar visa nos preparar para a vinda de Jesus e o arrebatamento da igreja.

    Jesus ensinou que assim como foi nos dias de Noé, o mesmo aconteceu nos dias de Ló. Duas figuras de sua vinda (Lc.17.26,27). No entanto, sobre a mulher de Ló Ele diz: “LEMBRAI-VOS” (v.32). Temos que nos lembrar que ela se perdeu no último momento por falta de vigilância.

     


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    Por Daniel Souza

    12/21/2008

    PREPAREM O CAMINHO

     

    Leia:
    “Preparem o caminho para o Senhor; façam no deserto um caminho reto para o nosso Deus.”Isaías 40:3
    Isaías 40:1-5


    Quando um Presidente visita uma cidade, ruas são interditadas, a segurança é reforçada e encontra-se um jeito de melhorar o visual do trajeto por onde ele irá passar. No tempo do profeta Isaías, se um rei ou outra autoridade visitasse seu país, o caminho também era preparado de antemão. Isso geralmente significava reparar estradas, remover árvores caídas e eliminar desvios, para que não houvessem empecilhos em sua chegada. Isaías conta que, de modo similar, estamos preparando “o caminho para o Senhor”. No Natal, celebramos a vinda do Rei, portanto, é importante preparar nossos corações para a sua vinda, removendo os obstáculos que impedem um bom relacionamento com Ele e com o nosso próximo. Talvez estejamos cheios de ódio ou amargura e isto nos impede de estar próximos do Senhor. Talvez existam coisas neste mundo que são mais importantes para nós do que Jesus e acabam formando barreiras entre nós e Ele. Talvez existam outros pecados influenciando nossas atitudes — cada um deles é uma barreira, um obstáculo, que impede que Cristo faça parte da nossa vida. Vamos buscar o arrependimento. Vamos remover as barreiras. Vamos abrir o caminho dos nossos corações para o Rei entrar.


    Pense:
    Natal é tempo de preparar o coração para a chegada do Rei Jesus.

    Ore:
    Ó Deus, pedimos perdão pelas nossas atitudes que impedem a passagem do teu Filho em nosso meio. Que possamos nos lembrar de tirar os obstáculos que obstruem o seu caminho. Em nome dele. Amém.

    12/20/2008

    Melhor de 2007

    Melhor Mensagem 2007 
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    12/19/2008

    A Criança Que Sempre Existiu

     

    Há dois mil anos atrás nasceu em Israel uma criança que mais tarde pôde declarar, com toda a razão: “Antes que Abraão existisse, EU SOU” (Jo 8.58).

    Sobre o nascimento e o nome dessa criança a Bíblia relata: “Estando eles ali (em Belém), aconteceu completarem-se-lhe os dias, e ela deu à luz o seu filho primogênito, enfaixou-o e o deitou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria” (Lc 2.6-7). José lhe “pôs o nome de Jesus” (Mt 1.25).

    Um casal está a caminho. A mulher se encontra nos últimos dias da gravidez. Em breve seu filho irá nascer. Não em casa, mas na estrebaria de uma hospedaria superlotada. Não há berço para o bebê, que é colocado em uma manjedoura. O recém-nascido recebe o nome de Jesus.

    Este nome viria a se tornar o mais famoso e significativo de toda a história da humanidade, e seu possuidor a personalidade mais importante de todos os tempos. Ele sobrepuja a todos os reis, poderosos, heróis, políticos e famosos de ontem e de hoje. Pessoa alguma tocou o mundo de maneira tão forte e perene quanto Ele. O que está por trás desse nome, dessa pessoa chamada Jesus?

    É imprescindível ocupar-se com esse homem. Quem o negligencia, quem deixa de dar-lhe atenção perde o que existe de mais grandioso. Há algum tempo o correio devolveu um de nossos livros evangelísticos porque o destinatário não quis recebê-lo. Na justificativa da devolução estava escrito “Desnecessário”. Muitos pensam que Jesus é “desnecessário” para eles.

    Bem diferente foi o comportamento dos magos do Oriente (Mt 2.1ss.). E Agur, que viveu muito tempo antes de Jesus nascer, já disse:“Quem subiu ao céu e desceu? Quem encerrou os ventos nos seus punhos? Quem amarrou as águas na sua roupa? Quem estabeleceu todas as extremidades da terra? Qual é o seu nome, e qual é o nome do seu filho, se é que o sabes?” (Pv 30.4). O próprio Jesus dá a resposta: “Ora, ninguém subiu ao céu, senão aquele que de lá desceu, a saber, o Filho do homem” (Jo 3.13).

    Quem é a criança envolta em faixas que nasceu em um estábulo em Belém? Trata-se dAquele que já existe desde sempre.

    Qual é o nome de Deus

    Alguma vez você já se perguntou qual o verdadeiro nome de Deus? Ele deve ter um nome! Agur perguntou: “Qual é o seu nome, e qual é o nome do seu filho, se é que o sabes?” (Pv 30.4). Uma das perguntas que Moisés fez ao Senhor foi: “Eis que, quando eu vier aos filhos de Israel e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós outros; e eles me perguntarem: Qual é seu nome? Que lhes direi?” (Êx 3.13).

    Jesus cresceu física, emocional e espiritualmente como um menino normal.

    A palavra “Deus” é apenas um título, um termo genérico, que também pode ser aplicado a pessoas. Em todas as épocas houve pessoas que se chamaram de “deuses”. O próprio Deus usou essa expressão quando disse que Moisés seria Deus para Arão: “Ele falará por ti ao povo; ele te será por boca, e tu lhe serás por Deus” (Êx 4.16).

    O conceito de “deus”

    – pode ser aplicado a Alá. Alá não é um nome próprio, pois significa simplesmente “deus”.

    – pode ser aplicado aos “deuses” no sentido de falsas divindades e ídolos dos gentios: “Não seguirás outros deuses, nenhum dos deuses dos povos que houver à roda de ti” (Dt 6.14). Em 1 Coríntios 8.5-6 está escrito: “Porque, ainda que há alguns que se chamem deuses, quer no céu ou sobre a terra, como há muitos deuses e muitos senhores, todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós também, por ele”.

    Mas como se chama o verdadeiro Deus, o Deus de Abraão, Isaque e Jacó? Esse Deus tem um nome próprio atribuído somente a Ele. É um nome que não Lhe foi dado por ninguém, mas que Ele mesmo se deu e que descreve quem Ele é. Esse nome é representado pelo tetragrama YHWH, que em algumas traduções da Bíblia aparece como “Javé”, outras traduzem como “Jeová” e “Senhor”. Isso pode ser visto na resposta de Deus à pergunta de Seu servo Moisés: “Disse Deus ainda mais a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: O Senhor (Javé), o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó, me enviou a vós outros; este é o meu nome eternamente, e assim serei lembrado de geração em geração” (Êx 3.15). Quando Moisés estava muito abatido após seu primeiro encontro com Faraó e ao ouvir suas ordens negativas, o Eterno o animou com as seguintes palavras: “Eu sou o Senhor (Javé). Apareci a Abraão, a Isaque e a Jacó como Deus Todo-Poderoso; mas pelo meu nome, O Senhor (Javé), não lhes fui conhecido” (Êx 6.2-3).

    O que significa esse nome?

    O Senhor explicou a Moisés, quando este perguntou por Seu nome: “EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós outros... O Senhor (Javé), o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó...” (Êx 3.14-15). Com isso Deus estava se diferenciando de todos os outros deuses, pois Javé significa “Eu sou o que sou”. Esse nome exprime a existência eterna de Deus, aquilo que Ele é em toda a Sua pessoa.

    Abraham Meister, erudito e profundo conhecedor da Bíblia, escreveu em um de seus comentários: “Javé é o absoluto ‘EU’ em sua plenitude divina máxima”. O nome próprio de Deus pode ser traduzido de nove maneiras diferentes. Através delas vemos que Deus é:

    Eu sou o que sou.
    Eu sou o que era.
    Eu sou o que serei.
    Eu era o que sou.
    Eu era o que era.
    Eu era o que serei.
    Eu serei o que sou.
    Eu serei o que era.
    Eu serei o que serei.

    Isso significa: “Eu sou Aquele que nunca veio à existência, que sempre é, que existe por si mesmo, o imutável, que é eternamente presente”.

    Meister escreve: “A raiz ‘hwh’, da qual deriva a palavra ‘Javé’, significa ‘ser’, ‘vir a ser”. Ele é, portanto, ‘o que é’, que se torna conhecido como o que ‘vem a ser’. Ele se mostra ‘em uma auto-revelação constante e crescente’... Ele é auto-existente, que se revela a si mesmo...”

    Esse nome era tão sagrado, grandioso e inacessível para os judeus que eles, por profundo respeito ao terceiro mandamento: “Não tomarás o nome do Senhor, teu Deus, em vão”, nem ousavam pronunciá-lo. Ao invés de Javé, eles diziam “Senhor” (Adonai).

    Quem é esse Deus?

    Considero esse temor dos judeus exagerado, pois Deus queria ser chamado de “Javé”. Assim está escrito, por exemplo, em Joel 2.32: “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor (Javé) será salvo” (veja também 1 Co 10.13).

    O nome de Deus, “Javé”, está explicitamente ligado à salvação. É significativo ver que Deus se revela com esse nome em conexão com a salvação de Israel do cativeiro egípcio (Êx 3).

    Ao estudarmos a auto-revelação divina através de Seu nome Javé, vemos que o Senhor tem salvação, ajuda e socorro para todas as pessoas e para todas as suas necessidades, por exemplo:

    Javé-Raffá – o Senhor que sara.
    Javé-Roi – O Senhor é o meu pastor.
    Javé-Shalom – o Senhor é paz.
    Javé-Tsidkenu – o Senhor é nossa justiça.

    A salvação humana, porém, está personificada na revelação do Filho de Deus em Sua encarnação.

    1. Deus se revela como Salvador

    “Eu sou o bom pastor”

    Através do profeta Isaías, Deus disse a Seu povo: “Porque eu sou o Senhor, teu Deus, o Santo de Israel, o teu Salvador” (Is 43.3). E mais: “Eu, eu sou o Senhor, e fora de mim não há salvador” (Is 43.11).

    Quando Jesus tornou-se homem, foi dito a Seu respeito: “O anjo, porém, lhes disse: Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2.10-11).

    2. Deus se revela como Pastor

    Davi fala de um bom pastor, “Javé-Roi”, no Salmo 23.1: “O Senhor é o meu pastor; nada me faltará.” Sempre me perguntei por que o anjo do Senhor foi primeiro até os pastores nos campos de Belém para falar-lhes do Salvador. E dentro dessa perspectiva, revelada por um dos nomes de Deus, consigo entender melhor o porquê: o verdadeiro Pastor de Israel veio ao mundo para suprir as necessidades de todas as pessoas. Os pastores nos campos de Belém ouviram a proclamação: ‘Pastores de Belém! Vocês sabem lidar muito bem com as ovelhas! Agora chegou o Pastor de vocês! O Grande Pastor, o Supremo Pastor ‘Javé-Roi’!” (compare com 1 Pe 5.4).

    “Eu sou a videira verdadeira”

    3. Deus se revela como Rocha

    Lemos sobre a “Rocha” de Israel: “Pois quem é Deus, senão o Senhor? E quem é o rochedo, senão o nosso Deus?” (Sl 18.31). E o apóstolo Paulo diz acerca dessa Rocha: “...e beberam da mesma fonte espiritual; porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo” (1 Co 10.4).

    Deduz-se daí que:

    Jesus é Deus

    Existem algumas passagens do Novo Testamento onde o Senhor Jesus fala de si mesmo de maneira muito soberana, dizendo que é o “Eu Sou”. Ao fazer essa auto-revelação, Ele usa exatamente a mesma expressão com que Deus se revelou a Seu povo, no Antigo Testamento, como o único Salvador e Senhor do Universo.

    Podemos dizer que Jesus é a pessoa da Trindade que se voltou para a humanidade; em Jesus, Deus voltou-se para nós. Não cremos em três deuses mas em um só Deus que se revela em três pessoas.

    “Eu sou o pão da vida”

    Vejamos a auto-revelação de Jesus Cristo como o “Eu Sou”:

    1. Jesus diz em João 13.19: “Desde já vos digo, antes que aconteça, para que, quando acontecer, creiais que EU SOU.” Jesus anuncia que é Javé, o “Eu Sou” do povo de Israel.

    2. Encontramos uma das auto-revelações mais interessantes de Jesus por ocasião de Seu debate com as autoridades judaicas: “Por isso, eu vos digo que morrereis nos vossos pecados; porque, se não crerdes que EU SOU, morrereis nos vossos pecados. Então, lhe perguntaram: Quem és tu? Respondeu-lhes Jesus: Que é que desde o princípio vos tenho dito?” (Jo 8.24-25). Quando os judeus perguntaram: “És maior do que Abraão, o nosso pai, que morreu? Também os profetas morreram. Quem, pois, te fazes ser?” (Jo 8.53), Jesus lhes respondeu: “Em verdade, em verdade eu vos digo: antes que Abraão existisse, EU SOU. Então, pegaram em pedras para atirarem nele; mas Jesus se ocultou e saiu do templo” (vv. 58-59).

    3. Jesus se apresentou como “Eu Sou” em outras situações:

    “Eu sou a porta”

    “Eu sou o pão da vida” (Jo 6.35).
    “Eu sou a luz do mundo” (Jo 8.12; 9.5).
    “Eu sou a porta” (Jo 10.9).
    “Eu sou o bom pastor” (Jo 10.11,14).
    “Eu sou a ressurreição e a vida” (Jo 11.25).
    “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida” (Jo 14.6).
    “Eu sou a videira verdadeira” (Jo 15.1).

    4. A declaração mais marcante de Jesus dizendo que era Deus ocorreu quando Ele se encontrava no jardim Getsêmani. Lemos em João 18.3-6: “Tendo, pois, Judas recebido a escolta e, dos principais sacerdotes e dos fariseus, alguns guardas, chegou a este lugar com lanternas, tochas e armas. Sabendo, pois, Jesus todas as coisas que sobre ele haviam de vir, adiantou-se e perguntou-lhes: A quem buscais? Responderam-lhe: A Jesus, o Nazareno. Então, Jesus lhes disse: Sou eu. Ora, Judas, o traidor, estava também com eles. Quando, pois, Jesus lhes disse: Sou eu, recuaram e caíram por terra.”

    A declaração mais marcante de Jesus dizendo que era Deus ocorreu quando Ele se encontrava no jardim Getsêmani.

    Nessa ocasião, Jesus claramente se revelou com o nome de Deus, “Javé”, Aquele que existe por sua própria força e poder, Aquele que existe por si mesmo. Como conseqüência dessa revelação, tão explicitamente de acordo com a revelação divina que o povo de Israel conhecia, os que estavam presentes recuaram e caíram por terra.

    A conseqüência dessa verdade

    Esse Jesus, que veio ao mundo numa estrebaria, que passou pelo processo de se tornar humano ao nascer assim como nós, que cresceu como menino normal física, emocional e espiritualmente, que amadureceu e começou a envelhecer como qualquer pessoa, esse Jesus é Javé desde a eternidade e existe desde sempre. “Eu sou o que sou.” A Epístola aos Hebreus diz a Seu respeito: “Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre” (Hb 13.8).

    Por que Jesus teve de se tornar homem? Porque Deus não pode morrer! Mas Deus queria morrer pelos pecados dos homens, de modo que tinha de se tornar homem e por isso veio ao mundo através de Jesus Cristo. Lemos sobre esse ato sublime de Deus se tornando homem : “pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (Fp 2.6-8). No grego, a expressão “subsistindo em forma de Deus” define uma forma, uma maneira de ser quando vista objetivamente por um espectador neutro, a forma como ela é em si mesma. Jesus é Deus e existe desde a eternidade como o próprio Deus.

    Nascemos como seres humanos e desejamos entrar na vida eterna. Jesus veio da vida eterna e tornou-se homem para morrer. No jardim Getsêmani, quando Jesus se revelou como o “Eu Sou” e todos os seus inimigos recuaram e caíram por terra, Ele ordenou: “se é a mim, pois, que buscais, deixai ir estes (Seus discípulos)” (Jo 18.8). E então entregou-se voluntariamente para morrer.

    Deus se entregou para que você possa “ir”, para que você fique livre. Deus morreu, para que você possa viver eternamente. Somente assim torna-se possível invocar o nome do Senhor para sermos salvos.

    Por Jesus ser Aquele que é, Deus “o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra” (Fp 2.9-10). É por isso que “não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (At 4.12).

    Não podemos invocar Deus maior que Javé, pois não existe quem seja superior ao “Eu Sou”. Através da encarnação de Jesus, através de Sua morte na cruz e através de Sua ressurreição temos a possibilidade de invocar Aquele que está acima de tudo e de todos. Para toda área de nossas vidas, para toda dor, para toda angústia e para todo pecado Ele é o verdadeiro e único sarador e Salvador. Ele controla qualquer situação com que possamos nos defrontar. Jesus disse com toda a autoridade: “Eu e o Pai somos um” (Jo 10.30). Por essa razão aplicam-se a Ele as palavras de Isaías 43.11: “Eu, eu sou o Senhor, e fora de mim não há salvador.”

    (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)

    12/18/2008

    Pérolas Diárias

     perolas

    "Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam." 1 Coríntios 2.9

    Nosso conhecimento daquilo que Deus tem preparado para nós, que O amamos, é imperfeito. Mas pela revelação do Espírito Santo, será que não conseguimos imaginar uma boa parte daquilo que nos espera? Por exemplo, existe mais um motivo profundo para não chorarmos mais no céu: lá também não haverá mais temor de mudança, modificação e troca; antes pelo contrário, lá você saberá que está eternamente abrigado nEle. O pecado estará excluído e você estará cercado pela presença de Deus. Você habitará numa cidade que nunca mais poderá ser destruída. Você se deliciará num rio que nunca seca, e colherá frutos de uma árvore que nunca perde suas folhas! Todas as coisas temporais se desfazem, e a eternidade permanece sem fim. E enquanto durar a eternidade, lá no alto também perdurará a sua imortalidade e a sua salvação. Então você estará para sempre com o Senhor. Um futuro indizivelmente glorioso, cheio de delícias espera pelos santificados. Por isso, firme-se ainda mais nAquele que você não vê, mas no qual você crê. Firme-se nAquele que alegrará seu coração como nunca antes quando você O vir assim como Ele é!

    12/17/2008

    E o Louvor Virou Produto...

     

    Ele faz parte de uma geração que produzia música evangélica com o objetivo de mudar o mundo e a própria Igreja. Coisa rara nos dias de hoje, em que estratégias de marketing já tem espaço garantido na produção de um novo disco. Guilherme Kerr começou sua caminhada na música evangélica ainda no anos 1970, em plena ditadura militar. Influenciado por poetas como Chico Buarque, Tom Jobim e Vinícius de Moraes se sentiu desafiado a pensar no que Deus teria reservado para o Brasil. No entanto, mais mudanças aconteceram na produção musical cristã e, de repente, ele se viu cercado pela mercantilização da música evangélica. “Fui avisado explicitamente pelos ‘fundadores’ do movimento gospel que era hora de me tornar ‘gospel’ ou ‘morrer’ do ponto de vista comercial”, conta. Encurralado pelas circunstâncias — segundo ele, as portas para o seu ministério estavam fechadas no Brasil —, decidiu aceitar um convite da igreja Waterways Ministries, na cidade de Deerfield Beach, na Flórida, e mudou-se para os Estados Unidos. Assim, determinado, recomeçou sua carreira em terras estrangeiras já na casa dos 50 anos. A seguir, leia entrevista exclusiva concedida por e-mail à Revista VM.

    Como um dos grandes expoentes do uso da musicalidade brasileira na adoração, por que você optou por morar nos EUA?

    — Diversos fatores contribuíram. O primeiro é que sempre tive convicção de que um dia Deus me levaria a ministrar em outro país. Ele mesmo me equipou e preparou para isso e algumas vezes falou profeticamente que me levaria às nações. O segundo fator foi que as portas de um ministério para mim no Brasil começaram a se fechar — provavelmente por minha própria falta de determinação ou erros que cometi como pastor. Já o terceiro fator foi a oportunidade que se abriu com um convite de me mudar para os EUA e servir como pastor auxiliar.

    A gente percebe atualmente que há muitos cristãos decepcionados com a Igreja institucionalizada. No Brasil, este é um fenômeno relativamente recente. Como você, que acompanhou de perto a evolução dos evangélicos no país, observa esse fenômeno?

    — Vejo decepção e desapontamento com a igreja institucionalizada desde meus tempos de Vencedores Por Cristo, no início da década de 1970. Mas a linguagem musical começou a mudar e a maioria das igrejas resistiu por um tempo. Depois acabaram cedendo por que parecia ser o caminho possível de se manter os jovens nas igrejas. Minha percepção tem mais a ver com a função e a responsabilidade dos pastores — e quem sou eu para falar de qualquer um? Mas ainda creio que o rebanho reflete a visão e a direção dos líderes — e eles é que serão cobrados pelo Senhor no dia de passar a limpo todas as coisas.

    Nas décadas de 1970 e 1980, bandas e grupos de louvor surgiam com uma proposta engajada de mudar o mundo e buscar aceitação dentro das igrejas, resistentes às mudanças. Hoje, há uma grande preocupação com marketing nesses grupos. Como você vê o panorâma atual da música evangélica?

    — Vejo com muita tristeza e preocupação, mas era possível antever o que está acontecendo agora. Aliás, fui avisado explicitamente pelos “fundadores” do movimento gospel que era hora de me tornar “gospel” ou “morrer” do ponto de vista comercial.  Mais que qualquer outra coisa, esta é uma visão puramente mercantilista, do tipo “vamos vender o nosso produto”. Aquele que um dia entrou no templo e colocou para fora os mercadores do templo, lembrando-os de que “a casa do Pai haveria de ser chamada casa de oração para todos os povos”, virá em breve.

    Quais foram as suas principais influências musicais? E o que você está ouvindo hoje?

    — No início de minha vida cristã ouvia muito as músicas do sul da Califórnia, dos grupos ligados à Maranatha Music. Pouco tempo depois também surgiu o ministério do John Wimber, que hoje é conhecido como Vineyard Music. Também ouvia MPB — a poesia e o desafio de Chico Buarque, Tom Jobim e Vinícius de Moraes —, pois eram os anos de fim de ditadura militar. Esses poetas me desafiaram a pensar no que Deus teria para nós aqui no Brasil. Hoje continuo ouvindo João Alexandre, Nelson Bomilcar, Jorge Rehder, entre outros. Ouço também David Ruis, da Vineyard do Canadá; Rita Springer, que pude assistir ao vivo e gostei demais; e um grupo sensacional chamado Watermark, com um casal excepcionalmente ungido, muito musical e autêntico. Aqui nos EUA também têm muita música cristã que visa apenas o lado comercial.

    Como se dá o seu processo de criação musical? Quais elementos são essenciais para um momento criativo?

    — É essencial ter um amigo criador de boas melodias, a paz gostosa que o Senhor concede aos que são seus (mesmo em meio à adversidade), o “desligar” das outras coisas e preocupações do dia-a-dia, uma caneta e uma folha de papel. O processo segue sozinho a partir daí. Às vezes a gente ora, às vezes conversa, ou então a melodia já está pronta e a gente intui uma letra a partir do que ela comunica ao nosso espírito. Acontece também de a letra sair naturalmente. Eu anoto e depois encaixo a música. Outras vezes, letra e música nascem juntas como se já existissem na nossa alma e viessem à tona pelo toque de Deus. Como diz na Bíblia: “toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes” (Tg. 1:17).

    Quais são os fatores essenciais para a formação de um líder de louvor no século XXI?

    — Oração, intimidade com Deus e com sua Palavra, comunhão com a igreja e submissão à autoridade espiritual.

    E quais são as maiores preocupações que pastores devem ter na hora de formar esse líder?

    — O difícil equilíbrio entre delegar autoridade e cobrar responsabilidade e testemunho de vida. Também o cuidado de ser mentor espiritual e verificar se o líder que está sendo treinado tem realmente vocação.

    O louvor congregacional é o estilo mais cantado nas igrejas hoje e isto se reflete na vendagem de álbuns. Você já consegue ver um novo estilo surgindo com o mesmo potencial?

    — Creio que o louvor — definido como linguagem vertical de adoração e gratidão a Deus — é o principal dos quatro possíveis caminhos da música na igreja. Os outros três são música de evangelismo, de instrução e de denúncia profética. Mas estes três derivam sua vida e sua autenticidade do primeiro. É possível que nos últimos dias, que já tem chegado sobre nós, uma música apocalíptica, definida como a experiência da igreja no final da história, ganhe também destaque. Mas isso só os próximos anos nos dirão.

    Assim como a teologia, a música evangélica brasileira sofreu grande influência dos EUA. Como os dirigentes de louvor americanos vêem a música feita no Brasil? Ela é conhecida?

    — Acho que eles ainda não conhecem a música mais brasileira e evangélica. Mas o Senhor, que levanta e engrandece aquilo que ele quer, ainda pode ter planos a este respeito. Afinal, Apocalipse 7 nos garante que ao redor do trono e do Cordeiro serão reconhecidas gente de toda tribo, povo, língua e nação, e que estarão louvando. Deve haver um espaço para a língua portuguesa e para a música brasileira no coração do Pai.


    Entrevista retirada do site: www.vineyardmusic.com.br

    12/16/2008

    O SENHOR É

     

    O  SENHOR  É

    O Senhor é a proteção na hora do conflito,O Senhor é o abrigo quando vem o bombardeio,

    O Senhor é agradável, pois resgata o oprimido,

    O Senhor é a justiça no dia da acusação,

    O Senhor é o benévolo que auxilia com amor,

    O Senhor é digno, pois recupera o atormentado,

    O Senhor é a fortaleza que defende do perigo,

    O Senhor é o refúgio que protege da força impetuosa,

    O Senhor é veraz, pois redime o pecador,

    O Senhor é a beatitude que alegra o entristecido,

    O Senhor é o bondoso e exibe compaixão,

    O Senhor é perfeito, pois salva o fraco,

    O Senhor é a influência que derruba adversidade,

    O Senhor é o amparo que sustenta a vida,

    O Senhor é poderoso, pois vence todas as lutas.


    Autor: Denilson Alayon

    12/15/2008

    UM NATAL DIFERENTE

     

    Já estamos em pleno “clima de natal”. As luzes cobrindo fachadas de lojas, casas e árvores, e o som de músicas natalinas e os enfeites multicoloridos dão ao momento um clima de euforia,  efervescência e alguns dizem– de caridade.  

                        Tudo isso parece ser uma boa jogada de marketing do deus Mamom (Mateus 6.24) para transformar nosso bolso num saquitel furado. Pessoas caridosas e alegres compram mais! As festas, banquetes, trocas de presentes, papai-noel e  todos os personagens estranhos ao Verdadeiro Natal, propiciam um momento ótimo para o comércio, mas péssimo para o orçamento doméstico. Passado o clima de natal e do ano novo, a grande maioria volta aos velhos problemas (e quase sempre com o sentimento de que gastou mais do que devia e comeu e bebeu bem mais do que devia).

              Não deveria nos surpreender que o clima do falso natal quase sempre é acompanhado de um sentimento de vazio! Tudo muito plástico, muito efêmero, muito fantasioso...

              O seu Natal, contudo, pode ser diferente. Passe uma borracha nas expressões “clima natalino” e “boas-festas”, e escreva Natal com “N” maiúsculo. Lembre-se que não é um natal qualquer, é O NATAL. Lembrar-se disto já faz uma grande diferença! Depois, lembre-se do aniversariante. É verdade que Jesus não nasceu no mês de dezembro (possivelmente tenha sido em abril), mas isso não importa muito. O que importa é ter consciência do que o nascimento de Jesus significa... e crer.  Crer que Jesus Cristo nasceu é um bom começo, mas é preciso ir além! É preciso crer que “O Filho brilha com o brilho da glória de Deus e é a perfeita semelhança do próprio Deus. Ele sustenta o Universo com a sua palavra poderosa. E depois de ter purificado os seres humanos dos seus pecados, sentou-se no céu, ao lado direito de Deus, o Todo-Poderoso” (Hebreus 1.3).

                Jesus nasceu, morreu na cruz pelos nossos pecados e vivo está, pois ressuscitou ao terceiro dia! Ele se faz presente espiritualmente na vida do Seus, sustentando-os com poder e graça, mas voltará em Glória para julgar os vivos e os mortos! Todos na face da Terra verão o Seu retorno triunfal para resgatar a Sua Igreja e julgar todas as coisas!

                   Que tal começar hoje mesmo a celebrar um Natal diferente?

                   No amor de dAquele que nos amou primeiro,

    Texto: Edson Capixava

    12/14/2008

    Os erros da Bíblia

     

    Muitos gostam de enfatizar discussões sobre hipotéticos erros da bíblia. Pois bem, a estas pessoas cujas vidas são uma constante indagação, fizemos o favor de relacionar quais os erros que elas tanto procuram.

    Vejam os erros que se encontram na Bíblia.

    A Bíblia está CHEIA de erros

    o primeiro erro foi quando Eva duvidou da Palavra de Deus;

    o segundo erro aconteceu quando seu esposo fez o mesmo;

    e assim erros e mais erros ainda estão sendo cometidos... porque as pessoas insistem em duvidar da Palavra de Deus.

    A Bíblia está CHEIA de contradições

    Ela contradiz o orgulho e o preconceito;

    Ela contradiz a lascívia e a desobediência;

    Ela contradiz o seu pecado e o meu.

    A Bíblia está CHEIA de falhas

    Porque Ela é o relato de pessoas que falharam muitas vezes;

    assim foi com a falha de Adão;

    com a falha de Caim;

    e a de Moisés;

    bem como a falha de Davi e a de muitos outros que também falharam.

    Mas Ela é também o relato do amor infalível de Deus.

    Deus não ESCREVEU a Bíblia

    Para pessoas que querem jogar com as palavras;

    para aqueles que gostam de examinar o que é bom mas sem faze-lo para o homem que não acredita porque não quer.

    O homem moderno DESCARTOU os ensinamentos da Bíblia

    pelas mesmas razões que outros homens tem descartado através da historia por grande ignorância a sua verdadeira mensagem e conteúdo;

    Intransigente apatia em recusar considerar suas declarações;

    bem conhecidos pseudo-cientistas posando de críticos honestos;

    convicção secreta de que este Livro está certo e de que os homens estão errados.

    Somente uma pessoa PRECONCEITUOSA acreditaria que:

    Os ensinamentos bíblicos são passados e irracionais, sendo princípios arcaicos e sem propósito;

    a Bíblia está cheia de discrepância e afirmações inaceitáveis;

    Ela só poderia ser trabalho irrelevante e não inspirado de meros homens.

    A Bíblia é, afinal, somente mais um LIVRO RELIGIOSO

    Para milhares que não se arriscam serem honestos consigo mesmos e com Deus;

    para os que tem medo de aceitar o desafio do próprio Deus a um exame honesto;

    para os que não querem examina-la a fundo porque Ela diz verdadeiramente como os homens são.

    E você pode ENTENDER ou CONFIAR no que a Bíblia diz a menos que você esteja disposto a considerar as evidências e encarar face a face o AUTOR!

    12/13/2008

    FELIZ NATAL

     
    12/12/2008

    DE VOLTA PARA CASA

     

     

    Leia:
    Lucas 15:11-24
    [Este] meu filho estava morto e voltou à vida; estava perdido e foi achado. Lucas 15:24


    Quase sempre, os primeiros desenhos de uma criança representam o lar. Muitas gastam tempo e procuram, sem saber, retratar a necessidade que têm de pertencer a alguém ou a algum lugar. Desenham casinhas com cercas, árvores ao redor, flores, pequenos caminhos. O sol brilhante fica lá em cima no céu azul e, geralmente, alguns pássaros voando. Há crianças que colocam até chaminés em suas casas. E a fumacinha parece dizer: "Volte, você é bem-vindo!" Quando enfrenta problemas, a primeira reação da criança é mesmo voltar para casa, para junto da família. Mas a criança se desenvolve, torna-se adolescente, jovem, adulto. Agora é preciso sair, enfrentar o mundo, formar seu próprio lar, ter e educar suas crianças, que, com certeza, também irão rabiscar casas. A Bíblia conta a história de um jovem rebelde que deixou a segurança da casa de seus pais e partiu tomando rumo incerto. Como levava consigo muito dinheiro, desperdiçou-o divertindo-se com "amigos". Entretanto, o dinheiro acabou e o jovem, desesperado e arrependido, voltou correndo para os braços do pai. Muitas pessoas que hoje sofrem é porque se afastaram de Deus. Essas pessoas precisam se arrepender, voltar para casa e pedir perdão ao Pai que, com certeza, as receberá de braços abertos.


    Pense:
    A disciplina misericordiosa do lar é mil vezes mais suave que o castigo impiedoso do mundo.

    Ore:
    "Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho. " Perdoa-me, Pai, restaura a minha vida e leva-me para casa. É o que te peço em nome de Jesus, teu Filho. Amém.

    12/11/2008

    AQUECIMENTO global

     

     

    Leia:
    2 Pedro 3:10-18
    Enquanto esperam estas coisas, empenhem-se para serem encontrados por ele em paz, imaculados e inculpáveis. 2 Pedro 3:14


    O aquecimento global tem sido um dos principais assuntos da atualidade. Cientistas nos assustam com notícias que trazem insegurança e medo. Algumas pessoas são otimistas, acham que eles estão exagerando. Outras acreditam que, se todos cooperarem, haverá solução para esse problema mundial. O apóstolo Pedro escreveu: "... os elementos serão desfeitos pelo calor, e a terra... será desnudada". Ao tomar conhecimento disso, o que Pedro fez? Reuniu os crentes para buscar soluções? Nomeou uma comissão para ir ao Sinédrio e falar com as autoridades? Exigiu do imperador uma atitude eficiente? Não! O apóstolo não estava preocupado com o fim do planeta, mas com as ações daqueles que seguiam Jesus. Quando o fim chegasse, como deveriam estar? Então ele continua: "Amados, enquanto esperam estas coisas, empenhem-se para serem encontrados por Cristo em paz, imaculados e inculpáveis. "Preservar o meio ambiente é dever de todo cristão, mas Pedro vai muito além: "... sabendo disso, guardem-se para que não sejam levados pelo erro dos que não têm princípios morais, nem percam a sua firmeza e caiam. Cresçam, porém, na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo".


    Pense:
    A Terra não será super-aquecida apenas por um dia; será transformada numa bola de fogo.

    Ore:
    Senhor Jesus, mesmo sabendo que haverá "novos céus e nova terra", é dever do cristão preservar o meio ambiente. É nosso dever, também, permanecermos firmes em ti para não cairmos em tentação. Amém.

    12/9/2008

    DUAS ÁRVORES

     

    Leia:
    Mateus 7:15-23
    "A árvore boa não pode dar frutos ruins, nem a árvore ruim pode dar frutos bons." Mateus 7:18


    Há uma bela história na Bíblia na qual Deus fala de si mesmo como o dono de um vinhedo. Deus fez o possível para que seu vinhedo desse bons frutos o que não aconteceu. E Deus disse: "Então, por que só produziu uvas azedas, quando eu esperava uvas boas?" (Isaías 5:4)Ser cristão é mais do que se dizer que é cristão. "Nem todo aquele que me diz ‘Senhor, Senhor’ entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus." Nesta vida nunca seremos perfeitos, mas precisa haver sinal de amadurecimento e crescimento como cristãos, devemos buscar nos parecer mais e mais com Cristo.Não deve haver apenas o falar de Deus mas uma caminhada com Deus. Como um antigo hino diz, "Crer e observar tudo quando ordenar; o fiel obedece, ao que Cristo mandar." Através do poder do Espírito Santo de Deus, podemos começar a obedecer e viver para Deus a cada dia.Estamos dando frutos que mostram que somos cidadãos do Reino de Deus? "O fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio." (Gálatas 5:22-23)


    Pense:
    Sabemos que alguém pertence a Deus, não por sua filiação a uma certa igreja, mas pela vida que vive.

    Ore:
    Pai, que nossas vidas possam produzir bons frutos e que as pessoas ao nosso redor vendo os frutos possam conhecer e glorificar teu nome. Oramos em nome de Jesus. Amém.

    12/8/2008

    CHECKUP ESPIRITUAL

     

     

    Leia:
    Salmo 139:23-24
    Vê se há em minha conduta algo que te ofenda e dirige-me pelo caminho eterno. Salmo 139:24


    Algo estranho aconteceu comigo quando eu era adolescente. Estava trabalhando com um equipamento eletrônico, tão profundamente imerso no meu projeto, que estava com a boca um pouco aberta. Ao cortar um pequeno pedaço de arame com o alicate, ele voou inesperadamente. Senti o pequeno pedaço de metal entrar pela boca e se alojar em algum lugar na minha garganta!Passei aquela noite com dores lancinantes e, no dia seguinte, corri para o hospital onde o médico tirou um raio-X da minha garganta e, depois de outros exames, declarou: “Não encontrei nenhum pedaço de metal no seu corpo. Ele não entrou pela sua boca. Sua dor parece real, mas não é”.Muitas vezes a dor física pode nos enganar. Isto também acontece espiritualmente. Nosso conceito de Deus e de nós mesmos pode parecer real, mas pode não refletir a realidade. Assim como visitamos o médico para examinar nossa saúde física, devemos sempre buscar o auxílio do Senhor para a nossa saúde espiritual. A Sagrada Escritura é o raio-X poderoso de Deus. Deus o usa para nos dizer se há algo errado com o nosso coração — e também nos mostrar como resolver o problema.


    Pense:
    A Sagrada Escritura é o raio-X de Deus para nos dizer se há algo errado em nosso coração.

    Ore:
    Senhor, abra nossos olhos ao estudarmos a tua Palavra, para podermos ver a verdade sobre ti e sobre nós mesmos. Cura-nos através da tua Palavra inspirada e guia-nos “pelo caminho eterno”. Amém.

    12/7/2008

    NOSSA ALEGRE FÉ

     

    Leia:
    Salmo 97:1, 9-12
    O Senhor reina! Exulte a terra e alegrem-se no Senhor... e louvem o seu santo nome. Salmo 97:1, 12


    Imagine na velhice se tornar um refugiado; ser retirado violentamente de onde se vive e ficar num lugar estranho, sem família, igreja ou aposentadoria. Foi o que aconteceu com Maria, com 68 anos. Ela me escreveu dizendo do seu sentimento de perda, sobre estar longe da família e da igreja e de estr no meio de tantos vizinhos não cristãos. Ainda assim, as experiências dolorosas da vida de Maria não a transformaram numa pessoa amarga. Na verdade, ela ficou ainda mais animada.Recentemente, ela iniciou um grupo de estudo bíblico em seu bairro, e ora para alcançar ainda mais pessoas com o evangelho. Maria fala da presença de Deus em sua vida.Um telefone celular é inútil fora da sua área de cobertura. Mas a graça de Deus não é assim. Se pertencemos ao Senhor, nunca estamos fora da sua área de cobertura. Não apenas geograficamente, mas também nas situações difíceis da vida.Independentemente das circunstâncias, o Senhor sempre reina, e seu reinado de amor se estende a todos os cantos da terra e sobre todas as áreas da nossa vida. Deus nos protege, pois somos seus filhos. Ele nos nutre com sua Palavra e nos encoraja com seu Espírito. É isso que faz do cristianismo bíblico algo tão positivo e alegre!


    Pense:
    Estamos sempre dentro da área de cobertura do amor de Deus.

    Ore:
    Senhor, o teu reinado de amor nos alegra. Louvamos-te por salvar as nossas vidas e nos livrar do mal! Sê conosco em nossa jornada de fé e que possamos servir-te com alegria. Em nome de Jesus. Amém.

    12/6/2008

    A LUZ DO MUNDO

     

    Leia:
    João 8:12-18
    Eu sou a luz do mundo. Quem me segue... terá a luz da vida. João 8:12


    Alexei tinha trinta anos quando perdeu a visão por causa de uma doença rara. Sua esposa, seus amigos e parentes logo o abandonaram. Somente sua amorosa mãe ficou com ele. Deprimido, ele passava seus dias ouvindo rádio. Foi assim que ele ouviu as Boas Novas de Jesus pela primeira vez. Alexei entrou em contato conosco, e eu tive o privilégio de visitá-lo algumas vezes e de lhe presentear com um Novo Testamento em áudio. Ele me disse que o seu preferido é o Evangelho de João. Por que? Porque João com freqüência contrasta as trevas com a luz. Alexei compreendia bem esse contraste. Jesus se autodenominava a luz do mundo. Ele é verdadeiramente a luz que revela a nós o amor de Deus e o caminho da salvação. Sob a luz de Cristo, nos vemos como realmente somos — pecadores que precisam de um Salvador. Sua luz remove o pecado sombrio das nossas vidas e nos mostra o caminho a seguir. Apesar de ter perdido a visão física, Alexei foi abençoado com uma aguçada visão espiritual. Quando ouviu o chamado para crer, Alexei entregou sua vida a Jesus. Ainda me lembro das palavras do seu testemunho: “Sou cego, mas posso ver a luz de Cristo. E, para mim, isso é o que mais importa”. A luz da salvação deve brilhar em nós e transformar a nossa vida.


    Pense:
    Cegos de verdade são aqueles que não podem ver a luz de Cristo.

    Ore:
    Pai, somos-te gratos, porque enviaste tua luz intensa a este mundo de escuridão. Na luz de Cristo vemos não apenas os nossos pecados, mas também a sua gloriosa salvação. Amém.