Manuel's profileJESUS É O CAMINHO A VERD...PhotosBlogListsMore Tools Help

Blog


    2/27/2009

    Mensagens

     

    "Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; porquanto está escrito: Ele apanha os sábios na própria astúcia deles."de (I Co. 3:19)

    "A boca fala do que está cheio o coração."de (Jesus Cristo)

    "Com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também."de (Jesus Cristo)

    "Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes."de (I Co. 15:33)

    "O meu mandamento é este: amem uns aos outros como eu amo vocês."de (João 15:12)

    "Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu filho unigênito para que todo aquele que n'Ele crê não pereça, mas tenha a vida eterna"de (João 3:16)

    "Vós, mulheres, sede sujeitas a vossos maridos, como convém no Senhor. Vós maridos, persisti em amar as vossas esposas e não vos ireis amargamente com elas."de (Colossenses 3:18-19)

    "Deixo-vos a minha paz. A minha paz vos dou" Jesus Cristo."de (João 14:27)

    "Bem sei eu que tudo podes e nenhum dos teus pensamentos pode ser impedidos."de (Jó 42:1)

    "Quem se abriga em Deus não necessita da palavra. Basta um suspiro dirigido a Deus, e Deus o ouvirá."de (Wladmir Lindenberg)

    2/21/2009

    A Ele, dai Louvor

    Texto Base: Colossenses 1 (NTLH)

    15 Ele, o primeiro Filho, é a revelação visível do Deus invisível; ele é superior a todas as coisas criadas.

    16 Pois, por meio dele, Deus criou tudo, no céu e na terra, tanto o que se vê como o que não se vê, inclusive todos os poderes espirituais, as forças, os governos e as autoridades. Por meio dele e para ele, Deus criou todo o Universo.

    17 Antes de tudo, ele já existia, e, por estarem unidas com ele, todas as coisas são conservadas em ordem e harmonia.

    18 Ele é a cabeça do corpo, que é a Igreja, e é ele quem dá vida ao corpo. Ele é o primeiro Filho, que foi ressuscitado para que somente ele tivesse o primeiro lugar em tudo.

    19 Pois é pela própria vontade de Deus que o Filho tem em si mesmo a natureza completa de Deus.

    Por toda a Escritura Sagrada encontramos afirmações de que Ele é o Ser Supremo, único, infinito, criador e sustentador do universo, de que Ele é Espírito pessoal e subsiste em três pessoas ou distinções: Pai, Filho e Espírito Santo, Ele é santo, justo, amoroso e perdoador dos que se arrependem. Diz um belo hino que ainda que os meus inimigos fiquem apontando os meus erros, lembrando sempre o meu passado, dizendo que eu não sou merecedor do Seu amor, eu sei que sou especial pra Deus! Uns dizem que Ele não existe; outros dizem que não podemos saber se Ele existe ou não; mas para nós que pela sua misericórdia fomos escolhidos a fim de revelar Seu plano, e aquele a quem foi revelado sabe que Deus existe e afirma: "nele vivemos, nos movemos e existimos" (Atos 17:28).

    O Eterno conhece o nosso sofrimento e os motivos de nossa aflição, Ele conhece os nossos medos e se compadece de nossa dor, Ele jamais esquece ou abandona seu escolhidos, Jesus, o filho de Deus passou por grande sofrimento e é o Espírito da Verdade que Ele nos deixou quem nos fortalece em nossos momentos de aflição. No momento da aflição a quem pergunte se Deus o compreende, mas antes há de se questionar a si mesmo e ver se estamos sendo humildes e entregando todas as nossas preocupações nas mãos de Deus. Enfermidade seja da carne ou do espírito traz consigo uma avalanche de sentimentos negativos, medo - incerteza - solidão - sofrimento - alguém que já esteve a beira do leito de um enfermo sabe que a pessoa enferma invariavelmente imagina que o pior irá acontecer com ela, não é só o seu medidor cardíaco que fica fraco, seu medidor de fé e de esperança também... Mas louvado seja o Deus Eterno porque Ele proporciona que possamos sentir confiança, porque sabemos que podemos nos sentir seguros agora e nos momentos que virão porque Ele nos ama e jamais nos abandonará, Ele nos preenche completamente através do nome de Jesus!

    Mas estejamos vigilantes, não pensemos que o inimigo é fruto da imaginação, ele é real e a palavra do Senhor diz que ele anda por aí como um leão que ruge procurando alguém para devorar, e no leito e no sofrimento ele se sente muito a vontade para atacar pois a fraqueza nos domina... ele é o nosso adversário, e como todo adversário usa de táticas para atrapalhar e confundir visando sua vitória, mas sabemos que seu poder é limitado, nossa vitória esta garantida pelo nome de Jesus e contra Deus ele nada pode!

    Quanto estiver abatido, lembre-se da palavra do Senhor - "Fiquem firmes na fé e enfrentem o Diabo porque vocês sabem que no mundo inteiro os seus irmãos na fé estão passando pelos mesmos sofrimentos." - Resistam, fiquem firme, esta é a orientação bíblica, lembre-se que o inimigo sempre irá procurar impedir a obra de Deus na sua vida e para tanto usará de todos os artifícios, anime a si mesmo e as pessoas com estas palavras - "Mas, depois de sofrerem por um pouco de tempo, o Deus que tem por nós um amor sem limites e que chamou vocês para tomarem parte na sua eterna glória, por estarem unidos com Cristo, ele mesmo os aperfeiçoará e dará firmeza, força e verdadeira segurança."

    Ele o chamou por meio de Cristo, aceita-O a cada dia, peça para Ele renovar suas forças a cada dia, confia NEle a cada dia, porque Ele te compreende em todos os momentos e só DEle é o poder!

    Um abraço do seu amigo e irmão!


     

    Fonte: Almir Lima

    2/20/2009

    Glória de Deus

     

    Então, se levantou a glória do SENHOR de sobre o querubim para a entrada da casa; e encheu-se a casa de uma nuvem, e o átrio se encheu do resplendor da glória do SENHOR.(Ezequiel 10: 4)

    DEFINIÇÃO DA GLÓRIA DE DEUS

    A expressão “glória de Deus” tem emprego variado na Bíblia.

    Às vezes, descreve o esplendor e majestade de Deus (I Cr 29.11; Hc 3.3-5), uma glória tão grandiosa que nenhum ser humano pode vê-la e continuar vivo (Êx 33.18-23). Quando muito, pode-se ver apenas um “aparecimento da semelhança da glória do Senhor” (a visão que Ezequiel teve do trono de Deus, Ez 1.26-28). Neste sentido, a glória de Deus designa sua singularidade, sua santidade (Is 6.1-3) e sua transcendência (Rm 11.36; Hb 13.21). Pedro emprega a expressão “a magnífica glória” como um nome de Deus (2Pe 1.17).

    A glória de Deus também se refere à presença visível de Deus entre o seu povo, glória esta que os rabinos de tempos posteriores chamavam de shekinah. Shekinah é uma palavra hebraica que significa “habitação [de Deus]”, empregada para descrever a manifestação visível da presença e glória de Deus. Moisés viu a shekinah de Deus na coluna de nuvem e de fogo (Êx 13.21). Em Êx 29.43 é chamada “minha glória” (Is 60.2). Ela cobriu o Sinai quando Deus outorgou a Lei (Êx 24.16,17 ), encheu o Tabernáculo (Êx 40.34), guiou Israel no deserto (Êx 40.36-38) e posteriormente encheu o templo de Salomão (2Cr 7.1; 1Rs 8.11-13). Mais precisamente, Deus habitava entre os querubins no Lugar Santíssimo do templo (1Sm 4.4; 2 Sm 6.2; Sl 80.1). Ezequiel viu a glória do Senhor levantar-se e afastar-se do templo por causa da idolatria infrene ali (Ez 10.4,18,19). O equivalente da glória shekinah no NT é Jesus Cristo que, como a glória de Deus em carne humana, veio habitar entre nós (Jo 1.14). Os pastores de Belém viram a glória do Senhor no nascimento de Cristo (Lc 2.9), os discípulos a viram na transfiguração de Cristo (Mt 17.2; 2Pe 1.16-18), e Estêvão a viu na ocasião do seu martírio (At 7.55).

    Um terceiro aspecto da glória de Deus é sua presença e poder espirituais. Os céus declaram a glória de Deus (Sl 19.1; Rm 1.19,20) e toda a terra está cheia de sua glória (Is 6.3; Hc 2.14), todavia o esplendor da majestade divina não é comumente visível, nem do. Por outro lado, o crente participa da glória e da presença de Deus em sua comunhão, seu amor, justiça e manifestações, mediante o poder do Espírito Santo (2Co 3.18 ; Ef 3.16-19; 1Pe 4.14).

    Por último, o AT adverte que qualquer tipo de idolatria é uma usurpação da glória de Deus e uma desonra ao seu nome. Cada vez que Deus se manifesta como nosso Redentor, seu nome é glorificado (Sl 79.9; Jr 14.21). Todo o ministério de Cristo na terra redundou em glória ao nosso Deus (Jo 14.13; 17.1,4,5).

    A GLÓRIA DE DEUS REVELADA EM JESUS CRISTO

    Quando Isaías falou da vinda de Jesus Cristo, profetizou que nEle seria revelada a glória de Deus para que toda a raça humana a visse (Is 40.5). Tanto João (Jo 1.14) como o escritor aos Hebreus (Hb 1.3) testificam que Jesus Cristo cumpriu essa profecia. A glória de Cristo era a mesma glória que Ele tinha com seu Pai antes que houvesse mundo (Jo 1.14; 17.5). A glória do seu ministério ultrapassou em muito a glória do ministério do AT (2Co 3.7-11). Paulo chama Jesus “o Senhor da glória” (1Co 2.8), e Tiago o chama “nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória” (Tg 2.1).Repetidas vezes, o NT refere-se ao vínculo entre Jesus Cristo e a glória de Deus. Seus milagres revelavam a sua glória (Jo 2.11; 11.40-44). Cristo transfigurou-se em meio a “uma nuvem luminosa” (Mt 17.5), onde Ele recebeu glória (2Pe 1.16-19). A hora da sua morte foi a hora da sua glorificação (Jo 12.23,24; . 17.4,5). Subiu ao céu em glória (At 1.9; 1Tm 3.16), agora está exaltado em glória (Ap 5.12,13), e um dia voltará “sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória” (Mt 24.30; . 25.31; Mc 14.62; 1Ts 4.17).

    A GLÓRIA DE DEUS NA VIDA DO CRENTE

    Como a glória de Deus relaciona-se ao crente pessoalmente?

    Concernente à glória celestial e majestosa de Deus, é bem verdade que ninguém pode contemplar essa glória e sobreviver. Sabemos que ela existe, mas não a vemos. Deus habita em luz e glória inacessíveis, que nenhum ser humano pode vê-lo face a face (1Tm 6.16).

    A glória shekinah de Deus, no entanto, era conhecida do seu povo nos tempos bíblicos. No decurso da história, até o presente, sabe-se de crentes que tiveram visões de Deus, semelhantes às de Isaías (Is 6) e Ezequiel (Ez 1), embora isso não fosse comum naqueles tempos, nem agora. A experiência da glória de Deus, no entanto, é algo que todos os crentes terão na consumação da salvação, quando virmos a Jesus face a face. Seremos levados à presença gloriosa de Deus (Hb 2.10; 1Pe 5.10; Jd 24), compartilharemos da glória de Cristo (Rm 8.17,18) e receberemos uma coroa de glória (1Pe 5.4). Até mesmo o nosso corpo ressurreto terá a glória do Cristo ressuscitado (1Co 15.42,43; Fp 3.21).

    De um modo mais direto, o crente sincero experimenta a presença espiritual de Deus. O Espírito Santo nos aproxima da presença de Deus e do Senhor Jesus (2Co 3.17; 1Pe 4.14). Quando o Espírito opera poderosamente na igreja, através das suas manifestações sobrenaturais (1Co 12.1-12), o crente experimenta a glória de Deus no seu meio, i.e., um sentimento da majestosa presença de Deus, semelhante ao que sentiram os pastores nos campos de Belém quando nasceu o Salvador (Lc 2.8-20).

    O crente que abandona o pecado e que repudia a idolatria pode ser cheio da glória de Cristo (ver Jo 17.22 ), bem como do Espírito da glória (1Pe 4.14); na realidade, uma das razões de Jesus vir ao mundo foi para encher de glória os crentes (Lc 2.29-32). Como salvos por Cristo Jesus, devemos viver a nossa vida inteira para a glória de Deus, a fim de que Ele seja glorificado em nós (Jo 17.10; 1Co 10.31; 2Co 3.18).


    Fonte: Extraído do Portal Gospel

    2/19/2009

    A Lei do Antigo Testamento

     

    ”Então, falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.” Êxodo 20: 1-2

    Um dos aspectos mais importantes da experiência dos israelitas no monte Sinai foi o de receberem a lei de Deus através do seu líder, Moisés. A Lei Mosaica (torah, que significa “ensino”), admite uma tríplice divisão:

    1. A lei moral, que trata das regras determinadas por Deus para um santo viver (20.1-17);

    2. A lei civil, que trata da vida jurídica e social de Israel como nação (21.1 - 23.33);

    3. A lei cerimonial, que trata da forma e do ritual da adoração ao Senhor por Israel, inclusive o sistema sacrificial (24.12 - 31.18). Note os seguintes fatos no tocante à natureza e à função da lei no Antigo Testamento.

    A lei foi dada por Deus em virtude do concerto que Ele fez com o seu povo. Ela expunha as condições do concerto a que o povo devia obedecer por lealdade ao Senhor Deus, a quem eles pertenciam. Os israelitas aceitaram formalmente essas obrigações do concerto (24.1-8).

    A obediência de Israel à lei devia fundamentar-se na misericórdia redentora de Deus e na sua libertação do povo (19.4).

    A lei revelava a vontade de Deus quanto a conduta do seu povo (19.4-6; 20.1-17; 21.1-24.8) e prescrevia os sacrifícios de sangue para a expiação pelos seus pecados (Lv 1.5; 16.33). A lei não foi dada como um meio de salvação para os perdidos. Ela foi destinada aos que já tinham um relacionamento de salvação com Deus (20.2). Antes, pela lei Deus ensinou ao seu povo como andar em retidão diante dEle como seu Redentor, e igualmente diante do seu próximo. Os israelitas deviam obedecer à lei mediante a graça de Deus a fim de perseverarem na fé e cultuarem também por fé, ao Senhor (Dt 28.1,2; 30.15-20).

    Tanto no Antigo Testamento quanto no Novo Testamento, a total confiança em Deus e na sua Palavra (Gn 15.6), e o amor sincero a Ele (Dt 6.5), formaram o fundamento para a guarda dos seus mandamentos. Israel fracassou exatamente nesse ponto, pois constantemente aquele povo não fazia da fé em Deus, do amor para com Ele de todo o coração e do propósito de andar nos seus caminhos, o motivo de cumprirem a sua lei. Paulo declara que Israel não alcançou a justiça que a lei previa, porque “não foi pela fé” que a buscavam (Rm 9.32).

    A lei ressaltava a verdade eterna que a obediência a Deus, partindo de um coração cheio de amor (ver Gn 2.9 ; Dt 6.5 ) levaria a uma vida feliz e rica de bênçãos da parte do Senhor (cf. Gn 2.16 ; Dt 4.1,40; 5.33; 8.1; Sl 119.45; Rm 8.13; 1Jo 1.7).

    A lei expressava a natureza e o caráter de Deus, i.e., seu amor, bondade, justiça e repúdio ao mal. Os fiéis israelitas deviam guardar a lei moral de Deus, pois foram criados à sua imagem (Lv 19.2).

    A salvação no Antigo Testamento jamais teve por base a perfeição mediante a guarda de todos os mandamentos. Inerente no relacionamento entre Deus e Israel, estava o sistema de sacrifícios, mediante os quais, o transgressor da lei obtinha o perdão, quando buscava a misericórdia de Deus, com sinceridade, arrependimento e fé, conforme a provisão divina expiatória mediante o sangue.

    A lei e o concerto do Antigo Testamento não eram perfeitos, nem permanentes. A lei funcionava como um tutor temporário para o povo de Deus até que Cristo viesse (Gl 3.22-26). O antigo concerto agora foi substituído pelo novo concerto, no qual Deus revelou plenamente o seu plano de salvação mediante Jesus Cristo (Rm 3.24-26; ver Gl 3.19, com matéria adicional sobre a natureza e função da lei no AT).

    A lei foi dada por Deus e acrescentada à promessa “por causa das transgressões” (Gl 3.19); i.e., tinha o propósito:

    1. De prescrever a conduta de Israel;

    2. Definir o que era pecado;

    3. Revelar aos israelitas a sua tendência inerente de transgredir a vontade de Deus e de praticar o mal, e (d) despertar neles o sentimento da necessidade da misericórdia, graça e redenção divinas (Rm 3.20; 5.20; 8.2).


    Fonte: Extraído do Portal Gospel

    2/18/2009

    Cuida de Mim, Meu Senhor!

     

    Quero pedir-te com a minha humildade
    Mas Me atenda, Por Favor!
    Serei sincero com as minhas palavras
    Declarando isto com muito Amor.


    Agora que estou passando por dificuldade
    Quero que venha me ajudar.
    A única coisa que só digo assim:
    Que nunca mais Tu vai me abandonar.


    Guia-me com a sombra da Tua Mão
    E Me faça ser forte e corajoso.
    Lute contra os meus adversários
    Mas Também me torne vitorioso.


    Nunca se esqueça das palavras
    Deste Anjo e Poeta Adorador.
    Fique comigo nestas horas
    E Me ensine a ser um Vencedor.


    Lembre-se do que eu mais desejo
    De Querer te Louvar a cada instante.
    Pois saiba muito bem de uma coisa
    Porque Para mim Tu és Importante.


    Termino este Poema em Forma de Oração
    Que hoje escrevi mesmo com destemor.
    Declamo-te com os meus versos, Dizendo:
    "Quero que Cuida de Mim, Meu Senhor!"

     

    Texto: Roberto Leal

    2/16/2009

    A regeneração

     

    “Jesus respondeu e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus.” (João 3: 3)

    Em 3.1-8, Jesus trata de uma das doutrinas fundamentais da fé cristã: a regeneração (Tt 3.5), ou o nascimento espiritual. Sem o novo nascimento, ninguém poderá ver o reino de Deus, i.e., receber a vida eterna e a salvação mediante Jesus Cristo. Apresentamos a seguir, importantes fatos a respeito do novo nascimento.

    A regeneração é a nova criação e transformação da pessoa (Rm 12.2; Ef 4.23,24), efetuadas por Deus e o Espírito Santo (3.6; Tt 3.5). Por esta operação, a vida eterna da parte do próprio Deus é outorgada ao crente (3.16; 2Pe 1.4; 1Jo 5.11), e este se torna um filho de Deus (1.12; Rm 8.16,17; Gl 3.26) e uma nova criatura (2Co 5.17; Cl 3.10). Já não se conforma com este mundo (Rm 12.2), mas é criado segundo Deus “em verdadeira justiça e santidade” (Ef 4.24).

    A regeneração é necessária porque, à parte de Cristo, todo ser humano, pela sua natureza inerente e pecadora, é incapaz de obedecer a Deus e de agradar-lhe (Sl 51.5; 58.3; Rm 8.7,8; 5.12; 1Co 2.14).

    A regeneração tem lugar naquele que se arrepende dos seus pecados, volta-se para Deus (Mt 3.2) e coloca a sua fé pessoal em Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador (ver 1.12 ).

    A regeneração envolve a mudança da velha vida de pecado em uma nova vida de obediência a Jesus Cristo (2Co 5.17; Ef 4.23,24; Cl 3.10). Aquele que realmente nasceu de novo está liberto da escravidão do pecado (ver 8.36 ; Rm 6.14-23), e passa a ter desejo e disposição espiritual de obedecer a Deus e de seguir a direção do Espírito (Rm 8.13,14). Vive uma vida de retidão (1Jo 2.29), ama aos demais crentes (1Jo 4.7), evita uma vida de pecado (1Jo 3.9; 5.18) e não ama o mundo ( 1Jo 2.15,16).

    Quem é nascido de Deus não pode fazer do pecado uma prática habitual na sua vida (ver 1Jo 3.9 ). Não é possível permanecer nascido de novo sem o desejo sincero e o esforço vitorioso de agradar a Deus e de evitar o mal (1Jo 2.3-11, 15-17, 24-29; 3.6-24; 4.7,8, 20; 5.1), mediante uma comunhão profunda com Cristo (ver 15.4 ) e a dependência do Espírito Santo (Rm 8.2-14).

    Aqueles que continuam vivendo na imoralidade e nos caminhos pecaminosos do mundo, seja qual for a religião que professam, demonstram que ainda não nasceram de novo (1Jo 3.6,7).

    Assim como uma pessoa nasce do Espírito ao receber a vida de Deus, também pode extinguir essa vida ao enveredar pelo mal e viver em iniqüidade. As Escrituras afirmam: “se viverdes segundo a carne, morrereis” (Rm 8.13). Ver também Gl 5.19-21, atentando para a expressão “como já antes vos disse” (v. 21).

    O novo nascimento não pode ser equiparado ao nascimento físico, pois o relacionamento entre Deus e o salvo é questão do espírito e não da carne (3.6). Logo, embora a ligação física entre um pai e um filho nunca possa ser desfeita, o relacionamento de pai para filho, que Deus quer manter conosco, é voluntário e dissolúvel durante nosso período probatório na terra (Rm 8.13 ). Nosso relacionamento com Deus é condicionado pela nossa fé em Cristo durante nossa vida terrena; fé esta demonstrada numa vida de obediência e amor sinceros (Hb 5.9; 2Tm 2.12).


    Fonte: Extraído do Portal Gospel

    2/15/2009

    Feliz Dia dos Namorados!

    Sabe,

    tenho tantas coisas para lhe dizer,

    que fico com nó na garganta

    só de pensar que posso te contar.

    há um tempo atrás, eu te conheci,

    começamos a namorar, e a cada dia que passava

    e ainda passa, gosto mais de você.

    É como o brilho de uma estrela, que intensifica

    a cada momento de alegria ao lado da lua.

    Você é uma pessoa, que conquistou de verdade,

    que torna os meus dias mais alegres quando

    esta por perto.

    Olha, não quero parecer tão meloso,

    mas esta mensagem, eu queria que fica-se guardada

    no fundo do seu coração, e mostrar

    que eu gosto muito de você.

    Feliz Dia Dos Namorados, que essa data se

    repita muitas vezes entre nós, e que o

    nosso coração, nunca mais saia de sintonia,

    a sintonia perfeita em que hoje eles se encontram.

    Quero que isso fique bem marcado para você.

    2/12/2009

    Como Explicar a Trindade?

    A palavra "trindade" não aparece nas Bíblias comuns que usamos. Por esse motivo, eu evito o uso dela. Procuremos falar sobre assuntos bíblicos usando linguagem bíblica.

    As pessoas que usam termos como trindade, Deus trino, etc. as empregam para explicar um conceito da existência de três pessoas distintas que podem ser chamadas de Deus. Vamos considerar, em termos bem resumidos, o que a Bíblia diz a respeito dessa ideia.

    Há um só Deus (Efésios 4:6). O fato que existem mais de uma pessoa divina, como veremos logo, não sugere múltiplos deuses. A doutrina bíblica não se compara com as doutrinas politeístas de algumas religiões pagãs.

    O Pai, o Filho e o Espírito Santo são pessoas distintas. No baptismo de Jesus, cada um fez seu papel, concordando com os outros dois, mas distinto deles. Jesus subiu das águas; o Espírito desceu como pomba sobre ele; o Pai falou dos céus (Marcos 1:9-11). As doutrinas de algumas igrejas que dizem que o Filho e o Pai são a mesma pessoa contradizem afirmações óbvias das Escrituras. O Pai é maior do que o Filho (João 14:28). O Pai enviou e instruiu o Filho (João 14:24).

    Jesus é Deus. As seitas que negam a divindade de Jesus trabalham muito para evitar o significado de diversas passagens. As Testemunhas de Jeová, por exemplo, usam uma versão das Escrituras cheia de acréscimos e traduções equívocas calculadas justamente para negar as provas textuais da divindade de Jesus. Mas, ele é eterno, divino e merecedor de adoração (João 1:1; João 8:24,58; Mateus 4:10; 14:33; 28:9,17; João 9:38; Hebreus 1:6; Apocalipse 5:9-14; etc.)

    O Espírito Santo é pessoa divina, não apenas força activa. Reconhecemos algumas dificuldades quando estudamos a palavra "espírito" na Bíblia. Sabemos que o espírito do homem não é outra pessoa (1 Coríntios 2:11). Apesar de alguns trechos difíceis (veja o aviso de 2 Pedro 3:16), não podemos negar a personalidade do Espírito Santo. O mesmo Pai que enviou Jesus enviou o Espírito (João 14:26). Jesus o chamou de "outro Consolador", mostrando que ele pertence à mesma categoria que Jesus: uma pessoa divina (João 14:16). Vários textos apresentam o Pai, o Filho e o Espírito Santo como pessoas unidas mas distintas (veja Mateus 28:19 e o último versículo de 2 Coríntios). O Espírito ensina (João 14:26); habita nos fiéis como o Pai e o Filho o fazem (João 14:17,23) e intercede como Cristo também o faz (Romanos 8:26,34).

    Para negar tais afirmações, alguns distorcem o sentido das passagens ou até jogam fora livros bíblicos que não apoiam suas doutrinas humanas. O verdadeiro seguidor de Cristo aceitará toda a Verdade, até as coisas difíceis de entender (João 8:32; 17:17; Deuteronômio 29:29).


     

    Fonte: Dennis Allan

    2/11/2009

    Crentes, mas não transformados

     

    Transformação é uma palavra chave na vida de cada pessoa que se identifica como seguidora de Jesus Cristo. As nossas igrejas estão cheias de simpatizantes e admiradores dos ensinamentos de Jesus, porém com tristeza vemos muitos crentes viverem de forma bem distante e diferente da proposta de Jesus. A transformação de que fala a Bíblia é uma condição inegociável para o cristão, ela á ampla e global, é renovação da mente, é a mente da pessoa que controla sua vida, que determina suas ações, seu procedimento, por isso a Bíblia diz que a renovação, a mudança, a transformação precisa acontecer na mente. Há muitas idéias erradas sobre transformação:

    Transformação não é somente ir a igreja em todas as reuniões, participar dos cultos, andar com a Bíblia e dizer sou crente, ou ainda encher o automóvel de adesivos.

    Transformação não é somente deixar de fumar, beber, jogar e outras coisas similares.

    Transformação não é somente falar do que Jesus faz ou pode fazer.

    Transformação não é somente deixar de andar em companhia de pessoas margilalizadas pela sociedade.

    Com certeza essas coisas sozinhas, não mostram uma verdadeira transformação, é preciso muito mais. “Se a vossa justição não exceder em muitos os escribas e fariseus de modo algum entrareis no reino de Deus” Mt.5:20. As nossas igrejas tem muita gente que necessitam de uma real e verdadeira transformação. A falta de uma vida verdadeiramente transformada tem impedido muitas pessoas de se aproximarem do evangelho de Jesus Cristo. A força do evangelho está na transformação que ele produz; precisamos nos libertar do velho homem com todos os seus resquícios e sermos revestidos de uma nova vida. Imagine uma esposa que diz para o seu marido - “ Eu, agora sou crente”, mas continua a brigar com o marido por tudo, a falar mal da vizinha, e ainda diz para o marido você precisa se converter.

    Que exemplo esse marido tem da esposa? Que evangelho é esse?. Pense, em um filho que vai a todas as reuniões da igreja, é lider dos jovens ou dos adolescentes, mas em casa é respondão, briguento, irrita-se com facilidade, é grosseiro, não respeita os pais, quando voce acha que os pais desse jovem vão desejar aceitar o mesmo Jesus do seu filho? E o inverso é verdadeiro tem pais que oram anos a fio pelos seus filhos, porém nunca deram um testemunho que tenha provocado em seus filhos o desejo de servir ao mesmo Deus que eles. Que dizem os colegas de trabalho de um crente mal humorado, que nunca está pronto para ajudar ninguém, está transformado porque vai a igreja e é só, alguém vai desejar conhecer o Jesus dessa pessoa. O que dizer do jovem, da jovem que escandaliza os novos convertidos, pois falam mal, e as vezes até criam barreiras entre os irmãos, como será o Jesus dessa pessoa. “ Aquele que diz que está nele, deve andar como ele andou” I Jo.2:6.

    O mais difícil é que tem pessoas que se acostumam a serem assim, e acham que não tem nada demais, porém fazem mal para si e para os outros. Não estamos falando que podemos viver sem pecar, pois isso é impossível enquanto estivermos aqui na terra. Transformai-vos, essa é a ordem de Jesus, para vida de todo aquele que é nascido de novo. Transformai-vos o vosso modo de pensar, de falar e de agir, com certeza as pessoas verão a diferença e quando vêem esta diferença dizem, verdadeiramente o evangelho transforma.

    Quer ganhar seu marido para Jesus, seja uma pessoa transformada, deixe Jesus agir em tua vida. Quer ganhar sua esposa para Cristo, seja um exemplo de marido, em todas as áreas, seja um servo usado por Deus. Quer ganhar teu filha, tua filha, ore por ele, por ela, mais mostre que você é um pai, uma mãe diferente, que há algo divino em você. Jovem quer ganhar seus pais para Cristo, quer levá-los aos pés de Jesus, seja um filho transformado, uma filha transformada. Está em nossas mãos fazer a diferença. Como é bom ouvirmos, de um pai, o meu filho é outro desde que aceitou a Jesus. Quantas esposas podem dizer, foi o testemunho do meu marido, que me trouxe a Jesus. O mundo quer ver Jesus em nós, nos nossos atos, nas nossas palavras, não afaste pessoas de Jesus, seja um crente transformado, seja diferente. Ame, perdoe, ajude, coopere, compreenda, ganhe vidas para Jesus, enntregue sua vida para Jesus.

    2/10/2009

    Frases de Amor

     

    "A beleza das pessoas está na capacidade de amar e encontrar no próximo a continuidade de seu ser."

    "Tudo que é bom dura o tempo necessário para ser inesquecível."

    "O Amor é a chave para se abrir diversas portas...Inclusive a da tão almejada Felicidade!"

    "Eu não tenho tudo que amo,mas amo tudo que tenho."

    "O meu amor não é apenas uma ilusão é a minha realidade."

    "Não sei o que mais dói: a dor quando se perde alguém querido ou quando se perde alguém que continua vivo."

     

    (Fonte: Site Frases de Amor)

    2/7/2009

    Dízimos e Ofertas

     

    “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança.” Malaquias 3: 10

    DEFINIÇÃO DE DÍZIMOS E OFERTAS
    A palavra hebraica para “dízimo” (ma’aser) significa literalmente “a décima parte”.

    Na Lei de Deus, os israelitas tinham a obrigação de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas (ver Lv 27.30-32; Nm 18.21,26; Dt 14.22-29; ver Lv 27.30). O dízimo era usado primariamente para cobrir as despesas do culto e o sustento dos sacerdotes. Deus considerava o seu povo responsável pelo manejo dos recursos que Ele lhes dera na terra prometida ( Mt 25.15 ; Lc 19.13 ).

    No âmago do dízimo, achava-se a idéia de que Deus é o dono de tudo (Êx 19.5; Sl 24.1; 50.10-12; Ag 2.8). Os seres humanos foram criados por Ele, e a Ele devem o fôlego de vida (Gn 1.26,27; At 17.28). Sendo assim, ninguém possui nada que não haja recebido originalmente do Senhor (Jó 1.21; Jo 3.27; 1Co 4.7). Nas leis sobre o dízimo, Deus estava simplesmente ordenando que os seus lhe devolvessem parte daquilo que Ele já lhes tinha dado.

    Além dos dízimos, os israelitas eram instruídos a trazer numerosas oferendas ao Senhor, principalmente na forma de sacrifícios. Levítico descreve várias oferendas rituais: o holocausto (Lv 1; 6.8-13), a oferta de manjares (Lv 2; 6.14-23), a oferta pacífica (Lv 3; 7.11-21), a oferta pelo pecado (Lv 4.1-5.13; 6.24-30), e a oferta pela culpa (Lv 5.14-6.7; 7.1-10).

    Além das ofertas prescritas, os israelitas podiam apresentar outras ofertas voluntárias ao Senhor. Algumas destas eram repetidas em tempos determinados (ver Lv 22.18-23; Nm 15.3; Dt 12.6,17), ao passo que outras eram ocasionais. Quando, por exemplo, os israelitas empreenderam a construção do Tabernáculo no monte Sinai, trouxeram liberalmente suas oferendas para a fabricação da tenda e de seus móveis (ver Êx 35.20-29). Ficaram tão entusiasmados com o empreendimento, que Moisés teve de ordenar-lhes que cessassem as oferendas (Êx 36.3-7). Nos tempos de Joás, o sumo sacerdote Joiada fez um cofre para os israelitas lançarem as ofertas voluntárias a fim de custear os consertos do templo, e todos contribuíram com generosidade (2Rs 12.9,10). Semelhantemente, nos tempos de Ezequias, o povo contribuiu generosamente às obras da reconstrução do templo (2Cr 31.5-19).

    Houve ocasiões na história do AT em que o povo de Deus reteve egoisticamente o dinheiro, não repassando os dízimos e ofertas regulares ao Senhor. Durante a reconstrução do segundo templo, os judeus pareciam mais interessados na construção de suas propriedades, por causa dos lucros imediatos que lhes trariam, do que nos reparos da Casa de Deus que se achava em ruínas. Por causa disto, alertou-lhes Ageu, muitos deles estavam sofrendo reveses financeiros (Ag 1.3-6). Coisa semelhante acontecia nos tempos do profeta Malaquias e, mais uma vez, Deus castigou seu povo por se recusar a trazer-lhe o dízimo (Ml 3.9-12).

    A ADMINISTRAÇÃO DO NOSSO DINHEIRO
    Os exemplos dos dízimos e ofertas no AT contêm princípios importantes a respeito da mordomia do dinheiro, que são válidos para os crentes do NT.

    Devemos lembrar-nos que tudo quanto possuímos pertence a Deus, de modo que aquilo que temos não é nosso: é algo que nos confiou aos cuidados. Não temos nenhum domínio sobre as nossas posses.

    Devemos decidir, pois, de todo o coração, servir a Deus, e não ao dinheiro (Mt 6.19-24; 2Co 8.5). A Bíblia deixa claro que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5).

    Nossas contribuições devem ser para a promoção do reino de Deus, especialmente para a obra da igreja local e a disseminação do evangelho pelo mundo (1Co 9.4-14; Fp 4.15-18; 1Tm 5.17,18), para ajudar aos necessitados (Pv 19.17; Gl 2.10; 2Co 8.14; 9.2), para acumular tesouros no céu (Mt 6.20; Lc 6.32-35) e para aprender a temer ao Senhor (Dt 14.22,23).

    Nossas contribuições devem ser proporcionais à nossa renda. No AT, o dízimo era calculado em uma décima parte. Dar menos que isto era desobediência a Deus. Aliás equivalia a roubá-lo (Ml 3.8-10). Semelhantemente, o NT requer que as nossas contribuições sejam proporcionais àquilo que Deus nos tem dado (1Co 16.2; 2Co 8.3,12; ver 2Co 8.2 ).

    Nossas contribuições devem ser voluntárias e generosas, pois assim é ensinado tanto no AT (ver Êx 25.1,2; 2Cr 24.8-11) quanto no NT (ver 2Co 8.1-5,11,12). Não devemos hesitar em contribuir de modo sacrificial (2Co 8:3), pois foi com tal espírito que o Senhor Jesus entregou-se por nós (ver 2Co 8.9 ). Para Deus, o sacrifício envolvido é muito mais importante do que o valor monetário da dádiva (ver Lc 21.1-4 ).

    Nossas contribuições devem ser dadas com alegria (2Co 9.7). Tanto o exemplo dos israelitas no AT (Êx 35.21-29; 2Cr 24.10) quanto o dos cristãos macedônios do NT (2Co 8.1-5) servem-nos de modelos.

    Deus tem prometido recompensar-nos de conformidade com o que lhe temos dado (ver Dt 15.4; Ml 3.10-12; Mt 19.21; 1Tm 6.19 ).


    Fonte: Extraído do Portal Gospel

    2/6/2009

    Frases de Fé

     

    "Só poderemos melhorar o mundo distribuindo a verdadeira fé entre todos os povos do mundo."

    "Permanecer na fé é o segredo para se obter as promessas do Senhor mesmo que dure uma vida inteira."

    "O optimismo é a fé em acção. Nada se pode levar a efeito sem optimismo."

    "Qualquer porta que nos depararmos, não nos será intransponível, se tivermos as chaves da fé, para escancará-la."

     

     Fonte: Frases de Fé

    2/5/2009

    DEPRESSÃO , A DOENÇA DA ALMA.

     

    Objetivo: Mostrar que a depressão tem sido um dos males do século e que precisa ser abordada sabiamente, levando em conta os estudos médicos, mas, principalmente, os princípios bíblicos.

    INTRODUÇÃO

    Nunca se falou tanto em depressão, há pessoas com essa doença por toda parte, inclusive dentro de muitas igrejas evangélicas. O desafio para a igreja, dependendo da situação, deve ser o de oferecer um tratamento espiritual adequado às pessoas que passam por esse tipo de enfermidade. Na lição de hoje, estudaremos a respeito dessa doença, e, para esse fim, partiremos da definição bíblica dessa condição, suas causas e conseqüências, e principalmente, o aconselhamento espiritual que conduz à cura.

    1. DEPRESSÃO, O QUE É ISSO?

    A depressão é uma condição existencial que tem afetado milhões de pessoas em todo o mundo, não só descrente, mas, também, muitos cristãos. Aqueles que sofrem de depressão experimentam sentimento intensos de tristeza, ira, desespero, fadiga e uma variedade de outros sintomas. Eles podem se sentir inúteis e mesmo ter tendências suicidas, demonstrando pouco interesse em coisas e pessoas que anteriormente gostavam. A depressão costuma ser desencadeada pelas circunstâncias da vida, tais como: perda de trabalho, morte de um ente querido, situação de divórcio ou problemas psicológicos tais como a baixa estima. A depressão clínica é uma condição física que deve ser diagnosticada por um médico. Em alguns casos, a cura não depende, como se costuma pensar, da vontade própria. Devemos ter cuidado para não associar a depressão com pecado, o que costuma acontecer em muitas igrejas. Essa doença, dependendo do caso, pode ser tratada tanto com medicação quanto por meio de terapia e aconselhamento. Não podemos descartar a possibilidade de uma cura divina, e, quando necessário, atentar para a necessidade de uma intervenção médica (Mt. 9.12).

    2. AS CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DA DEPRESSÃO

    Conforme apontamos anteriormente, as causas da depressão podem ser as mais diversas, não podemos descartar, inclusive, os casos hereditários. Há pessoas que, ao que tudo indica, têm alguma propensão, vinda dos seus pais, para desenvolver esse tipo doença. Mas, na maioria das vezes, a causa da depressão é cultural, isto é, depende do estilo de vida no qual as pessoas se integram e a que são expostos. Na Bíblia, a partir da experiência de Elias perante Jezabel, é possível identificar, como causas da depressão: a oposição, a frustração, medo e a angústia (I Rs. 19.1-4). Elias, no entanto, não foi o único personagem bíblico a enfrentar a depressão, destacamos, entre outros, Jó (Jó 3.11; 6.11; 17.1), Abraão (Gn. 15), Jonas (Jn. 4), Saul (I Sm. 16.14-23), Davi (Sl. 13.1-3; 56; 57.6,7) e Jeremias (Jr. 9). Quando a depressão chega, costumamos reagir através da fuga, como fez Moisés (Ex. 2.15) e o próprio Elias (I Rs. 19.3). Como a maioria das pessoas que sofrem de depressão, Elias também se escondeu (I Rs. 18.19-40), quis desistir de seus projetos (I Rs. 19.3) e desejou a própria morte (I Rs. 19.4).

    3. SUPERANDO A DEPRESSÃO

    O aconselhamento que damos, a seguir, está baseado na crença de que Deus é capaz de curar todo e qualquer tipo de doença, e como não poderia ser diferente, também a depressão. Reconhecemos, contudo, que nem todas as pessoas são curadas, algumas delas precisarão aprender a conviver com esse problema. Isso, no entanto, não deva servir de desestimulo para que persigam uma intervenção divina. Mas enquanto isso não acontece ou a fim de amenizar a situação, apresentamos algumas recomendações bíblico-teológicas no tratamento da depressão: 1) entregue-se à possibilidade de recuperação total (Sl. 51.10,12); 2) devote-se à oração e à gratidão (Fp. 4.6; Jr. 29.11,13); 3) mesmo que, aparentemente, não haja motivos para tal, dedique louvor e adoração a Deus (Sl. 42.11); 4) invista em seu relacionamento com o Pai Celestial (Mt. 11.28-30); 5) reconheça que você é filho de Deus e alvo de Sua maravilhosa graça e amor (I Jo. 3.1-1; 3.1); 6) entregue o seu corpo, integralmente, a Deus (I Co. 6.19-20); 7) esteja disposto a ter uma renovação de mente (Rm. 12.2; II Co. 10.3-6); 8) confie sua vida a Cristo (Fp. 3.7-9; Mt. 6.33,34); 9) direcione seus cuidados a Deus e deixe que Ele o conduza (Jz. 15.18) e 10) deposite sua esperança e confiança em Deus (Fp. 4.13; Mt. 28.20).

    CONCLUSÃO

    A depressão, conforme vimos nesta lição, trata-se de uma doença complexa, com múltiplas causas e conseqüências. Por isso, os cristãos precisam ter sabedoria tanto para aconselhar quanto para enfrentá-la. Alguns casos precisam de tratamento clínico, por isso, sejamos cautelosos nos encaminhamentos. Os médicos, dependendo da formação, podem atuar de modo diferenciado na condução do problema. Do ponto de vista bíblico, sabemos que podemos confiar em Deus a fim de que essa doença não seja otimizada pelas circunstâncias sociais, haja vista que o Senhor está no controle de nossas vidas.

    Fonte: Palavras do Ceu

    2/4/2009

    O desafio de ser discípulo de Cristo hoje

     

    Todo o ministério da Igreja é dado pelo próprio Senhor Jesus Cristo. Quando Ele assumiu o ministério e escolheu os seus discípulos e disse que era para ir a todo o mundo anunciar o evangelho. Pêlos Judeus para os judeus, e Paulo para os gentios, pois era preciso que fosse anunciado a toda a criatura. E o exemplo deve ser seguido pêlos os discípulos de hoje e toda a igreja, a fim de fazer cumprir ao propósito e a vontade de Cristo.

    O Senhor Jesus Cristo alcançava as diversas camadas da sociedade indistinta e simultaneamente, com mensagem simples e ao mesmo tempo profunda. Falava ao mesmo tempo para os ricos, os cultos (homens da lei) e também aos ignorantes, homens e mulheres. Para isso é preciso renunciar a tudo para que não atrapalhe o propósito de Deus e seu modo de agir, no que Ele esta fazendo.

    Renunciar significa abrir mão do que é aparentemente bom no presente em favor do que será inegavelmente melhor no futuro.

    QUAIS OS GRUPOS ALCANÇADOS POR JESUS?

    1. As pessoas simples:

    A mensagem que Jesus Cristo proclamava era tão clara que não trazia dificuldade em compreender, para ser ainda mais fácil, falava pôr parábola exemplificando com detalhes para que as mentes mais simples das pessoas daqueles dias. Pôr isso os pescadores galileus puderam responder prontamente ao convite do Mestre. A resposta dos pecadores ao chamado de Jesus pode caracterizada de três maneiras: 1) Voluntária; 2) Imediata; 3) Corajosa. Você pode ver que as pessoas escolhidas para divulgar o evangelho são simples, mas valiosas nas mãos de Deus, para a expansão de seu reino.

    2. Os marginalizados pela a sociedade:

    Um dos objetivos da obra de Jesus Cristo é alcançar os que estão à margem do caminho e levá-los para o centro de uma vida verdadeiramente digna. A sociedade despreza os desfavorecidos e manter-se indiferente em relação aos que sofrem os piores tipos de discriminação. Mas o Senhor Jesus vê e chama essas pessoas, como fez com Mateus, para fazer delas seres humanos que experimentem a dignidade da vida em todas as suas dimensões. Pedro e João pôr causa do evangelho, foi proibido de proclamar o nome de Jesus e seus feitos, sendo levado perante a lei. Vamos ler em Atos 4: 20; “pois nós não podemos deixar de falar das coisas que temos visto e ouvido.”

    3. Os oprimidos pelas imposições religiosas.

    A mensagem do evangelho liberta o ser humano de tudo que possa submeter ou avaliar sua personalidade. Liberta, inclusive, da religiosidade doentia (fanatismo) que reduz princípios do cristianismo, baseado na graça, a uma série incontável de normas e regrinhas que mais lembram os sistemas farisaicos (fariseus). À vezes, o que parece ser um alto grau de espiritualidade, não passa, na verdade, de imaturidade espiritual. Do fardo dessa falsa espiritualidade é que o Senhor Jesus Cristo quer nos livrar.

    4. As pequeninas crianças

    O chamado para o discipulado cristão também é dirigido às crianças. Vamos conhecer as razões que tem que começar com as crianças. Jesus disse: deixe vir a mim as criancinhas pôr que delas é o reino de Deus. Pôr isso devemos permanecer atentos para, desde cedo, colocar nossos filhos e as crianças de nossa igreja em contato com a mensagem do evangelho, a fim de que possam reconhecerem em Jesus Cristo o Salvador de sua vida.

    5. Os lideres ricos da comunidade

    O mestre levou sua graça redentora aos homens ricos de seu tempo. Ele não desprezava os pobres e não se furtava de demonstrar amor aos que determina poder econômico. O excessivo apego dessas pessoas às suas riquezas é que as impediam de optar pela fé em Jesus Cristo como único Salvador e Senhor. Olha um exemplo daquele jovem rico, quando pergunta a Jesus: Bom Mestre, que hei de fazer para herdar a vida eterna? E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Uma coisa te falta; vai vende tudo quanto tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, segue-me. Marcos 10: 17 e 21. Diz a Bíblia, que o jovem sai dali muito triste, porque era muito rico.

    AS IMPLICAÇÕES DO DISCIPULADO PARA OS CRENTE DE HOJE

    1. Renúncia. Quando alguém responde afirmativamente ao chamado do Mestre deve estar preparado para pagar o preço da renúncia. Renunciar significa abrir mão do que é aparentemente bom no presente em favor do que será inegavelmente melhor no futuro. As renúncias ocorrem constantemente na vida do crente. Cada dia temos uma cruz para carregar. O que nos conforta é que, cada dia, o Senhor nos ajuda a carregá-la.

    2. Reconhecer a autoridade de Jesus. Uma vez decidido a crer e a tornar-se seguido do Mestre, o discípulo precisa estar pronto para submeter-se à sua autoridade. O discípulo deve compartilhar da mesma visão e dos propósitos do Mestre. Deve manter íntima identificação com Cristo e com a sua causa.

    3. Obediência. A obediência é a fé na prática. Se as obras não podem muito bem indicar o tipo de fé que temos. A fé só se evidencia na evidência voluntária. E a maior motivação para a nossa obediência deve ser o nosso amor ao Senhor. Aprendamos a amar a Deus e aprenderemos também a obedecer-lhe.

    4. Permanecer na palavra de Deus. A permanência do crente na Palavra é convívio constante com a vontade divina, revelada aos homens e registrada nas Escrituras. Permanecer na Palavra significa permanecer nos princípios estabelecidos pôr Deus para a nossa realização e felicidade. Não basta saber o que o mundo pergunta. É necessário também o que responde a Palavra. Devemos conhecer essa Palavra intimamente e descobrir como aplicá-la no contexto atual. Tal intimidade com a Palavra só ocorre à medida que com ela convivemos.

    5. Amar e servir. O discípulo deve cultivar uma vida de amor e serviço. Amar e servir são dois verbos gêmeos. Não há como amar Cristo sem servir a Cristo. E não há como amar o próximo sem servir o próximo. Quem vive para servir a Deus e aos outros, que também é uma maneira de servir a Deus, experimenta o verdadeiro sentido da vida.

    6. Realizar a missão de Cristo no mundo. Jesus Cristo não apenas nos diz o que devemos fazer. Ele também nos capacita a fazê-lo. Deu-nos a ordem: “Ide!” E deu-nos a promessa: “Estou convosco”. Não há nenhum outro motivo, portanto, para temermos assumir a missão que o Senhor nos confiou. A igreja, como corpo de Cristo, precisa estar disposta a continuar a obra do Mestre no mundo de maneira diligente e responsável.

    CONCLUSÃO

    Proclamar a mensagem de Cristo a todas as pessoas hoje, levando-as a comprometerem-se com Jesus é, portanto, missão do crente e da igreja de Cristo principalmente neste milênio que começa. Pois temos noticia de pesquisa que já cresceram o número de evangélico no Brasil e no mundo, mas não vamos parar com esse resultado. Porque Cristo disse que seria preciso atingir a toda a criatura. Precisamos intensificar a proclamação do evangelho a todo o mundo, conforme desejo e ordenação do próprio Senhor Jesus Cristo.

    Texto de Carlos César Peff Novaes.

    Hebreus 8:13 Dizendo: Novo pacto, ele tornou antiquado o primeiro. E o que se torna antiquado e envelhece, perto está de desaparecer. Este novo pacto que fizeste, é aquele homem que você deixou para trás, querendo viver de bom agrado, e feliz, tendo Deus como o horizonte, e um Espírito que te consola nas tristeza. E a igreja para confraternização e celebração de culto ao Senhor de nossa vida. Que Deus te ilumine e te guarde, e faz resplandecer sobre te.


    Fonte: Francisco das Chagas Silva

    2/3/2009

    Eu Te Amo!

     

    Eu te amo

    Te amo com loucura

    Te amo, mais do que amo a mim mesma

    Te amo mais a cada dia que passa

    A cada novo segundo

    E não coloco freios nesse amor

    Que será eterno

    Um amor puro, verdadeiro

    Lindo, que levo dentro do coração

    Como um privilégio

    E eu grito para as estrelas

    E para o mundo todo ouvir

    como é grande esse amor

    E que você está em mim

    Nos meus olhos, no meu sorriso

    Em minha alma

    Eu quero estar para sempre em seus braços

    Até morrer de amor

    Feliz...

    Meu anjo lindo,

    Eu repito mil vezes,

    Que te amei

    Te amo

    E se o futuro permitir,

    Te amarei por toda eternidade!

     

    Por: Viviana Oliveira

    2/2/2009

    Eu Sou o Que Sou

     

    Eu Sou o Que Sou

    Disse Deus a Moisés: Eu Sou o Que Sou. Êxodo 3:14

    “Eu Sou o Que Sou”, foram as palavras pronunciadas no meio da sarça que ardia, mas não se consumia. Foram proferidas pelo Anjo da aliança, o “Eu Sou o Que Sou”, a Moisés, dando início ao processo que culminou com a libertação do povo de Israel do Egito, conduzindo-o com mão forte para a Terra Prometida.

    Em João 8:58, Jesus repetiu Sua identidade, dizendo: “Antes que Abraão existisse, Eu Sou.” Com essa declaração, Jesus estava Se identificando como o Deus do Antigo Testamento e reivindicando Sua divindade absoluta como Filho de Deus.

    “Eu Sou o Que Sou” – Para Ele não há passado e nem futuro. Ele vive num eterno e imutável presente. Antes que existisse o tempo Ele já existia. Se houvesse um momento no qual Sua existência começasse, o Seu nome seria: Eu Sou o Que Não Era. Se fosse possível um momento em que findasse a Sua existência, Seu nome seria: Eu Sou o Que Não Será. Entretanto, como Ele é de Eternidade a Eternidade, o Seu nome é: “Eu Sou o Que Sou”, isto é, Aquele que foi sempre, que é sempre e que será sempre.

    Hoje é Natal, ocasião muito oportuna para fixarmos nossa atenção na manjedoura de Belém. Ali está deitada uma Criancinha, o Primogênito de uma frágil mulher. Pensemos bem, Esse Menino é o Eterno! Com que fim sucedeu este milagre dos milagres? Por que Se tornou o Senhor da excelsa glória e da Eternidade, um Menino do mundo temporal? Por causa de Seu amor eterno!

    Jesus Se humilhou para salvar miseráveis pecadores como eu e você. O Pai O prometeu lá no Éden, os profetas O predisseram, os símbolos mosaicos O indicaram, um anjo O anunciou a Maria, os pastores ouviram os cânticos da anunciação naquela memorável noite de Natal; a fé O vê e os resgatados de todas as eras alegram-se na Sua salvação.

    Que assombrosa humildade! Somente um amor eterno poderia motivar Alguém a enfrentar o desprezo de seres humanos e a mergulhar em sua mais profunda miséria. Para Jesus, a Eternidade futura seria vazia se Seu povo não pudesse participar de Sua glória. Por isso, Ele Se humilhou, nasceu numa estrebaria e morreu numa cruz para que os pobres e condenados habitantes da Terra pudessem elevar-se à vida imortal, nos Céus, pelos séculos dos séculos.

    Feliz rebanho de Deus! O “Eu Sou o Que Sou” ama Sua Igreja e a conduzirá também com mão forte, a salvo, para a Pátria celestial! Glória a Deus nas alturas! Feliz Natal!

    REFLEXÃO: Por tão grande salvação, “alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, alegrai-vos” (Fp 4:4).

    Mensagem: Eu Sou o Que Sou

    2/1/2009

    Pecado é Sempre Pecado

     

    Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque pecado é a transgressão da lei. 1 João 3:4

    Pecado é sempre pecado. É uma prática para a qual não há atenuante. Pecado é contrariar a vontade de Deus revelada em Sua Lei.

    De acordo com o Comentário Bíblico Adventista, a Lei de Deus resume toda a vontade de Deus revelada e tudo o que o Senhor espera do homem. Portanto, fazer diferente é pecado.

    O José da história bíblica, jovem formoso de porte e aparência, entendia muito bem o que é pecado. Na hora da repentina tentação, ele estava convencido sobre o que Deus esperava dele.

    Do ponto de vista das práticas e conceitos modernos, José tinha muito a ganhar e nada, aparentemente, a perder, a não ser, e pense bem nisto: o respeito de si mesmo, do Céu e de Deus.

    Jovem, naqueles momentos de atraentes tentações, quando alguém faz o convite para momentos íntimos em lugar reservado e longe de olhos humanos, mas não dos olhos de Deus, pare um pouco e pense no que sua pessoa significa para Jesus e no respeito que você deve a si mesmo, aos anjos, ao Céu e a Deus. Pare, pense e ouça a voz do Espírito Santo. Seja sensível aos Seus apelos através da sua consciência e desista. Você pode ganhar a batalha!

    José foi vitorioso, dizendo um atordoante e irrevogável “não”. Ele disse: “Como, pois, cometeria eu tamanha maldade e pecaria contra Deus?” (Gn 39:9).

    Alguns teólogos liberais não têm posição bem definida quanto à violação do sétimo mandamento, como tinha José. Dizem eles: “Não cometerás adultério, costumeiramente. Dadas, porém, algumas situações, a melhor coisa a fazer é condescender.” É o mesmo que dizer: “Em determinadas situações, é perfeitamente aceitável cometer adultério.”

    Um líder religioso (que prefiro não identificar) fez esta infeliz declaração diante de uma platéia de evangélicos, em Atlanta, Estados Unidos: “Estou preparado para afirmar que as obrigações cristãs impõem mentira, adultério, furto e o quebrantamento de promessas e votos, e, algumas vezes, dependendo da situação, até o assassínio.” Você aprova uma filosofia que conflita com a Lei de Deus? A resposta é sua!

    REFLEXÃO: “Como [...]?” disse José. “Seria um grande pecado contra Deus” (Gn 39:9, BV).