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30/6/2007 Quem criou Deus?Pergunta: "Quem criou Deus? De onde veio Deus?"
Resposta: O ateísta Bertrand Russel escreveu em seu livro “Por que não sou um Cristão” que, se é verdade que todas as coisas precisam de uma causa, então Deus também precisa de uma causa. A partir daí ele concluiu que se Deus precisava de uma causa, então Deus não era Deus (e se Deus não é Deus, então, logicamente, não há Deus). Esta foi simplesmente uma forma um pouco mais sofisticada da pergunta infantil: “Quem criou Deus?” Até uma criança sabe que as coisas não surgem do nada, então se Deus é uma “coisa”, então Ele deve também deve ter uma causa, certo? A pergunta é ardilosa porque escorrega na falsa suposição de que Deus vem de algum lugar e depois pergunta que lugar seria este. A resposta é que nem a própria pergunta tem sentido. É como se perguntássemos: “Como é o cheiro do azul?” Azul não está na categoria de coisas que têm cheiro, então a pergunta é, em si, errônea. Da mesma forma, Deus não se encontra na categoria de coisas que são criadas ou que vêm a existir, ou são causadas. Deus é “não-causado” e “não-criado”: Ele simplesmente existe. Como sabemos disso? Bem, sabemos que do nada, nada pode surgir. Então, se alguma vez já houve um tempo em que não existia absolutamente nada, então nada jamais viria a existir. Mas as coisas existem. Por isso, uma vez que nunca pode ter havido o nada absoluto, alguma coisa deve ter sempre existido. Esta coisa que sempre existiu é o que chamamos Deus. 29/6/2007 Porque Deus permite...?Pergunta: "Por que Deus permite que coisas ruins aconteçam com boas pessoas?"
Resposta: Por que coisas ruins acontecem com pessoas boas? Esta é uma das perguntas difíceis de toda a teologia. Deus é eterno, infinito, onisciente, onipresente, onipotente, etc. Por que nós, seres humanos (que não somos eternos, infinitos, oniscientes, onipresentes, onipotentes) vamos esperar que sejamos capazes de compreender inteiramente os caminhos de Deus? O livro de Jó lida com esta questão. Deus permitiu que Satanás fizesse tudo o que desejou com Jó, exceto matá-lo. Qual foi a reação de Jó? “Ainda que ele me mate, nele esperarei” (Jó 13:15). “... o Senhor o deu, e o Senhor o tomou: bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1:21). Jó não compreendeu por que Deus tinha permitido as coisas que permitiu, mas sabia que Deus era bom e por isso perseverou confiando Nele. Esta também deveria ser a nossa reação. Deus é bom, justo, amoroso e misericordioso. Muitas vezes nos acontecem coisas que simplesmente não podemos entender. Entretanto, ao invés de duvidar da bondade de Deus, nossa reação deveria ser confiar Nele. “Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas” (Provérbios 3:5-6). Talvez uma pergunta mais apropriada seja: “Por que coisas boas acontecem com pessoas más?” Deus é santo (Isaías 6:3; Apocalipse 4:8). Os seres humanos são pecadores (Romanos 3:23; 6:23). Você quer saber como Deus vê a humanidade? “Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus. Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis.Não há quem faça o bem, não há nem um só. A sua garganta é um sepulcro aberto; Com as suas línguas tratam enganosamente; Peçonha de áspides está debaixo de seus lábios; Cuja boca está cheia de maldição e amargura. Os seus pés são ligeiros para derramar sangue. Em seus caminhos há destruição e miséria; E não conheceram o caminho da paz. Não há temor de Deus diante de seus olhos” (Romanos 3:10-18). Todo e qualquer ser humano neste planeta merece, neste exato momento, ser lançado no inferno. Cada segundo que temos de vida, cada segundo, nos é concedido pela graça de Deus. Até a mais terrível infelicidade que pudéssemos experimentar neste planeta é dádiva misericordiosa comparada com o que realmente merecemos, inferno eterno no lago de fogo. “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8). Apesar da natureza má e pecadora das pessoas, Deus assim mesmo nos amou. Ele nos amou o suficiente para morrer, a fim de carregar a pena por nossos pecados (Romanos 6:23). Tudo o que precisamos fazer é crer em Jesus Cristo (João 3:16; Romanos 10:9) para que sejamos perdoados, e então a nós é prometido um lar no céu (Romanos 8:1). O que merecemos = inferno. O que Deus nos dá= vida eterna no céu se apenas crermos. Foi dito que este mundo é o único inferno que os crentes algum dia vão experimentar, e este mundo é o único céu que os infiéis vão experimentar. Da próxima vez que fizermos a pergunta: “Por que Deus permite que coisas ruins aconteçam com pessoas boas?”, talvez devamos perguntar: “Por que Deus permite que coisas boas aconteçam com pessoas más 28/6/2007 DEUS EXISTE?Pergunta: "Deus existe? Existem evidências da existência de Deus?"
Resposta: Deus existe? Eu acho interessante o fato de se dar tanta atenção a este debate. As últimas pesquisas nos informam de que mais de 90% das pessoas no mundo de hoje acreditam na existência de Deus ou de algum poder superior. Mesmo assim, de alguma forma, a responsabilidade de provar que Deus realmente existe é posta sobre aqueles que acreditam que Deus existe. Para mim, deveria ser o contrário. No entanto, não se pode provar ou deixar de provar a existência de Deus. A Bíblia até mesmo diz que nós devemos aceitar por fé o fato de que Deus existe: “De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11:6). Se Deus assim o desejasse, Ele poderia simplesmente aparecer e provar para o mundo inteiro que Ele existe. Mas se Ele fizesse isso, não haveria mais necessidade de existir fé. “Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram.” (João 20:29). Isso não significa, no entanto, que não existam evidências da existência de Deus. A Bíblia declara: “Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite. Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som; no entanto, por toda a terra se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras, até aos confins do mundo” (Salmos 19:1-4). Olhando para as estrelas, compreendendo a vastidão do universo, observando as maravilhas da natureza, vendo a beleza de um pôr-do-sol – todas estas coisas apontam para um Deus Criador. Se estas coisas não fossem suficientes, também há evidência de Deus em nossos próprios corações. Eclesiastes 3:11 nos diz, “...[Ele] pôs a eternidade no coração do homem...”. Há alguma coisa no fundo do nosso ser que reconhece que há algo além desta vida e alguém além deste mundo. Nós podemos negar este conhecimento intelectualmente, mas a presença de Deus em nós e através de nós ainda estará lá. Apesar disso tudo, a Bíblia nos adverte que alguns, mesmo assim, irão negar a existência de Deus, “Diz o insensato no seu coração: Não há Deus.” (Salmos 14:1). Visto que 98% das pessoas através da história, em todas as culturas, em todas as civilizações, em todos os continentes acreditam na existência de algum tipo de Deus – deve haver algo (ou alguém) causando esta crença. Além dos argumentos Bíblicos para a existência de Deus, existem argumentos lógicos. Em primeiro lugar, existe o argumento ontológico. A forma mais popular do argumento ontológico basicamente usa o conceito de Deus para provar a existência de Deus. Ele começa com a definição de Deus como “do que este não pode ser concebido alguém maior”. Argumenta-se então que existir é maior do que não existir, logo o maior ser que pode ser concebido tem que existir. Se Deus não existisse então Deus não seria o maior ser que pode ser concebido – mas isso iria contradizer a própria definição de Deus. Em segundo lugar está o argumento teleológico. O argumento teleológico é aquele que diz que como o universo apresenta um projeto tão incrível, deve ter havido um projetista Divino. Por exemplo, se a terra estivesse apenas algumas centenas de quilômetros mais afastada ou mais próxima do sol, ela não seria capaz de sustentar grande parte da vida que sustenta no momento. Se os elementos na nossa atmosfera tivessem apenas alguns pontos percentuais de diferença, tudo o que vive na terra morreria. A chance de uma única molécula de proteína se formar ao acaso é de 1 em 10243 (isto é, 10 seguido de 243 zeros). Uma única célula possui milhões de moléculas de proteínas. Um terceiro argumento lógico para a existência de Deus é chamado de argumento cosmológico. Todo efeito deve ter uma causa. Este universo e tudo o que há nele é um efeito. Tem que existir algo que causou a existência de tudo. Finalmente, deve existir alguma coisa “não-causada” que fez com que tudo viesse à existência. Este “não-causado” é Deus. Um quarto argumento é conhecido como o argumento moral. Todas as culturas através da história têm alguma forma de lei. Todo mundo tem um senso de certo e errado. Assassinar, mentir, roubar e agir de forma imoral são coisas quase universalmente rejeitadas. De onde veio este senso de certo e errado se não de um Deus santo? Apesar de todas estas coisas, a Bíblia nos diz que as pessoas irão rejeitar o conhecimento claro e inegável de Deus e irão acreditar em uma mentira. Romanos 1:25 declara: “...eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém”. A Bíblia também proclama que as pessoas não têm desculpa para não acreditar em Deus, “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das cousas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis” (Romanos 1:20). As pessoas afirmam não acreditar em Deus porque “não é científico” ou “porque não há prova”. A verdadeira razão é que, uma vez que as pessoas admitam que há um Deus, elas também precisarão se dar conta de que devem ter responsabilidade para com Deus e que precisam do Seu perdão (Romanos 3:23; Romanos 6:23). Se Deus existe, então nós devemos prestar contas das nossas ações a Ele. Se Deus não existe, então nós podemos fazer o que quisermos sem termos de nos preocupar com o Seu julgamento sobre nós. Eu acredito que esta é a razão pela qual a evolução é tão fortemente aceita por muitos na nossa sociedade – para que as pessoas tenham uma alternativa a acreditar em um Deus Criador. Deus existe e todo mundo sabe que Ele existe. O fato de que alguns tentam tão agressivamente provar que Ele não existe é de fato um argumento para a Sua existência. Permita-me expor um último argumento para a existência de Deus. Como eu sei que Deus existe? Eu sei que Deus existe porque eu falo com Ele todos os dias. Eu não O ouço falar comigo “de uma forma audível”, mas sinto a Sua presença, sinto a Sua liderança, conheço o Seu amor, desejo a Sua graça. As coisas aconteceram na minha vida de forma que não há outra explicação senão Deus. Deus me salvou e mudou a minha vida de forma tão milagrosa que eu só posso aceitar e louvar a Sua existência. Nenhum destes argumentos pode persuadir alguém que se recusa a aceitar o que é tão claro. No fim das contas, a existência de Deus deve ser aceita pela fé (Hebreus 11:6). A fé em Deus não é um salto cego no escuro, mas um passo seguro em um quarto bem iluminado onde 90% das pessoas já estão presentes.
27/6/2007 Jesus desceu....?Pergunta:
Resposta: A alma de Jesus foi ao Inferno no período entre Sua morte e ressurreição? Há bastante confusão em relação a esta pergunta. Este conceito vem principalmente do Credo dos Apóstolos, que afirma: “Ele desceu até o Inferno.” Há também algumas poucas Escrituras que, dependendo de como são traduzidas, descrevem a ida de Jesus ao “Inferno”. Estudando esta questão, é importante que primeiramente possamos compreender o que a Bíblia nos ensina a respeito da “esfera” dos mortos. Nas Escrituras Hebraicas, a palavra usada para descrever a esfera dos mortos é “Seol”. Esta palavra simplesmente significa “lugar dos mortos” ou o “lugar das almas/espíritos que partiram”. A palavra grega do Novo Testamento que é usada para inferno é “Hades”, que também se refere ao “lugar dos mortos”. Outras Escrituras no Novo Testamento indicam que Seol/Hades é um lugar temporário, onde as almas ficam enquanto aguardam a ressurreição e julgamento final. Apocalipse 20:11-15 dá a distinção clara entre os dois. Inferno (o lago de fogo) é o lugar final e definitivo de julgamento para os perdidos. Hades é um lugar temporário. Então, não, Jesus não foi ao “Inferno” porque “Inferno” é uma esfera futura que somente entrará em vigor após o Julgamento do Grande Trono Branco (Apocalipse 20:11-15). Seol/Hades é uma esfera com duas divisões (Mateus 11:23; 16:18; Lucas 10:15; 16:23; Atos 2:27:31), o território dos salvos e o dos perdidos. O território dos salvos é chamado “Paraíso” E “Seio de Abraão”. Os territórios dos salvos e dos perdidos são separados por um “grande abismo” (Lucas 16:26). Quando Jesus subiu aos Céus, Ele levou consigo os ocupantes do Paraíso (os crentes) (Efésios 4:8-10). O lado perdido do Seol/Hades permaneceu intacto. Todos os mortos incrédulos para lá vão e esperam seu futuro julgamento final. Jesus foi ao Seol/Hades? Sim, de acordo com Efésios 4:8-10 e I Pedro 3:18-20. Parte desta confusão surgiu de passagens como Salmos 16:10:11: “Pois não deixarás a minha alma no inferno, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção. Far-me-ás ver a vereda da vida...” “Inferno” não é a tradução correta deste verso. Uma leitura correta seria “a sepultura” ou “Seol”. Na Cruz, anos mais tarde, Jesus disse ao ladrão ao Seu lado: “Hoje mesmo estarás comigo no Paraíso”. Seu corpo estava na tumba; Sua alma/espírito foi para o “Paraíso” esfera do Seol/Hades. Então Ele removeu todos os justos que estavam mortos do Paraíso e os levou consigo aos Céus. Infelizmente, em muitas traduções da Bíblia, os tradutores não são consistentes ou corretos quando traduzem as palavras hebraica e grega “Seol”, “Hades” e “Inferno”. Alguns defendem o ponto de vista que Jesus foi ao “Inferno” ou ao lugar de sofrimento do Seol/Hades a fim de receber ainda mais punição por nossos pecados: idéia sem respaldo bíblico, totalmente descabida! Foi a morte de Jesus na Cruz e Seu sofrimento em nosso lugar que, de forma suficiente, promoveram nossa redenção. Foi Seu sangue derramado que validou nosso perdão de pecados (I João 1:7-9). Quando estava pendurado na Cruz, Ele levou sobre Si o fardo do pecado de toda a raça humana. “Ele se fez pecado por nós”. II Coríntios 5:21 diz: “Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.” O peso do pecado nos ajuda a compreender o que passou Cristo no Jardim do Getsêmani, sua luta com o cálice de pecado que sobre Ele seria derramado na cruz. Na Cruz, Cristo, com grande voz exclamou: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”, e foi neste exato momento que Ele foi separado do Pai por causa do pecado sobre Ele derramado. Quando entregou o Seu espírito, disse: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. Seu sofrimento foi completado em nosso lugar. Sua alma/espírito foi à parte do Hades correspondente ao Paraíso. Jesus não foi ao Inferno. O sofrimento de Jesus terminou no momento em que morreu. O pagamento pelo pecado estava feito. Ele então aguardou a ressurreição de Seu corpo e Seu retorno a sua glória, em Sua ascensão. Jesus foi ao Inferno? Não. Jesus foi ao Seol/Hades? Sim. 26/6/2007 Qual é a definição do pecado?Pergunta: "Qual a definição de pecado?"
Resposta: O pecado é descrito na Bíblia como transgressão à lei de Deus (I João 3:4) e rebelião contra Deus (Deuteronômio 9:7; Josué 1:18). O pecado teve seu começo com Lúcifer, a “estrela brilhante, o filho da manhã”, o mais belo e poderoso dos anjos. Não satisfeito de ser tudo isto, ele desejou ser o Deus altíssimo e esta foi sua queda e o começo do pecado (Isaías 14:12-15). Renomeado Satanás, ele trouxe o pecado à raça humana no Jardim do Éden, onde ele tentou Adão e Eva com a mesma fascinação: “sereis como Deus”. Gênesis 3 descreve a rebelião de Adão e Eva contra Deus e contra Seus mandamentos. Desde este tempo, o pecado tem sido passado através de todas as gerações da espécie humana e nós, descendentes de Adão, herdamos dele o pecado. Romanos 5:12 nos diz que através de Adão, o pecado entrou no mundo e assim a morte veio a todos os homens, porque “o salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23). Através de Adão, a inclinação inerente ao pecado entrou na raça humana e os seres humanos se tornaram pecadores por natureza. Quando Adão pecou, sua natureza interior foi transformada por seu pecado de rebelião, trazendo a ele morte espiritual e depravação, que seriam passadas a todos os seus descendentes. Os humanos se tornaram pecadores não porque tenham pecado, mas pecaram porque já eram pecadores. Esta é a condição conhecida como pecado herdado. Assim como herdamos características físicas de nossos pais, herdamos nossas naturezas pecaminosas de Adão. O Rei Davi lamentou sua condição de natureza humana decaída em Salmos 51:5: “Eis que em iniqüidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe.” Um outro tipo de pecado é conhecido como pecado imputado. Usado em circunstâncias financeiras e legais, a palavra grega traduzida como “imputado” significa tomar algo que pertence a alguém e creditar em conta de outro. Antes de ser dada a Lei de Moisés, o pecado não era imputado ao homem, mesmo sendo os homens já pecadores por causa do pecado herdado. Depois de a Lei ter sido dada, os pecados cometidos em violação à Lei foram imputados (creditados) a eles (Romanos 5:13). Mesmo antes que as transgressões à lei fossem imputadas aos homens, a pena máxima para o pecado (morte) continuava a reinar (Romanos 5:14). Todos os humanos, de Adão a Moisés, foram sujeitos à morte, não por causa de seus atos pecaminosos contra a Lei mosaica (que eles ainda não tinham), mas por causa de sua própria natureza pecaminosa que havia sido herdada. Depois de Moisés, os humanos foram sujeitos à morte tanto por causa do pecado herdado de Adão como pelo pecado imputado por violar as leis de Deus. Deus usou o princípio da imputação para o benefício da humanidade quando Ele imputou o pecado dos crentes a Jesus Cristo, que pagou a pena por estes pecados (morte) na cruz. Imputando nossos pecados a Jesus, Deus O tratou como se Ele fosse um pecador, apesar de não ser, e Ele o fez morrer pelos pecados de todos que algum dia Nele cressem. É importante compreender que o pecado foi a Ele imputado, mas Ele não o herdou de Adão. Ele carregou a pena pelo pecado, mas Ele nunca se tornou um pecador. Sua natureza pura e perfeita foi intocada pelo pecado. Ele foi tratado como se Ele fosse culpado de todos os pecados algum dia cometidos por todos que Nele cressem, apesar de não ter cometido nenhum. Em troca, Deus imputou a justiça de Cristo aos crentes e creditou nossa conta com Sua justiça da mesma forma como creditou nossos pecados em Sua conta (II Coríntios 5:21). Pecado pessoal é aquele que é cometido todos os dias por cada ser humano. Por termos herdado uma natureza pecaminosa de Adão, nós cometemos pecados individuais e pessoais: tudo, desde mentiras supostamente inocentes até assassinatos. Aqueles que não colocaram sua fé em Jesus Cristo devem pagar a pena por estes pecados pessoais, assim como pelos pecados herdados e imputados. Entretanto, os crentes foram libertos da eterna pena do pecado (inferno e morte espiritual). Agora podemos escolher se vamos ou não cometer pecados pessoais, pois temos o poder de resistir ao pecado através do Santo Espírito que habita em nós, nos santificando e nos mostrando nossos pecados quando os cometemos (Romanos 8:9-11). Uma vez que confessarmos nossos pecados pessoais a Deus e pedirmos por eles perdão, somos restaurados à perfeita comunhão com Ele. “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça” (I João 1:9). O pecado herdado, imputado e pessoal, todos estes, já foram crucificados na cruz de Jesus, e agora “Em quem (Jesus Cristo) temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça” (Efésios 1:7). 25/6/2007 O que significa dizer que a bíblia é inspirada?Pergunta: "O que significa dizer que a Bíblia é inspirada?"
Resposta: Quando as pessoas dizem que a Bíblia foi inspirada, estão se referindo ao fato de que Deus divinamente influenciou os autores humanos das Escrituras de modo tal que aquilo que escreveram foi a própria Palavra de Deus. No contexto das Escrituras, a palavra inspiração simplesmente significa “Divinamente inspirada”. Inspiração comunica a nós o fato da Bíblia verdadeiramente ser a Palavra de Deus, e faz com que a Bíblia seja única dentre todos os outros livros.
Mesmo havendo diferentes opiniões a respeito de até que ponto a Bíblia é inspirada, não pode haver dúvidas de que a própria Bíblia afirma que cada palavra, em cada parte sua, ela é inspirada por Deus (I Coríntios 2:12-13; II Timóteo 3:16-17). Esta visão das Escrituras é freqüentemente conhecida como inspiração “verbal e plenária”. Isto significa que a inspiração se estende às próprias palavras escolhidas (inspiração verbal), não somente aos conceitos e idéias; e que a inspiração se estende a todas as partes das Escrituras e todos os temas tratados nas Escrituras (inspiração plenária). Há algumas pessoas que acreditam que somente partes da Bíblia são inspiradas, ou somente os pensamentos ou conceitos que lidam com religião sejam inspirados, mas tais visões da inspiração não dão conta do que a própria Bíblia afirma ser. Total inspiração verbal e plenária é uma característica essencial da Palavra de Deus.
A extensão da inspiração pode ser vista claramente em II Timóteo 3:16-17: “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.” Este verso nos diz que Deus inspirou toda a Escritura e que ela é proveitosa para nós. Não são somente algumas partes da Bíblia que lidam com doutrinas religiosas que são inspiradas, mas cada uma e todas as partes, desde Gênesis até Apocalipse, são a Palavra de Deus. Por terem sido inspiradas por Deus, as Escrituras são, então, autoridade no tocante a estabelecer doutrinas, e suficientes para ensinar ao homem como estar em um correto relacionamento com Deus, “instruir em justiça”. A Bíblia afirma ser não apenas inspirada por Deus, mas também ter a capacidade de nos transformar e nos fazer “completos”, totalmente equipados para toda boa obra.
Um outro verso que lida com a inspiração das Escrituras é II Pedro 1:21. Este verso nos diz que “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.” Este verso nos ajuda a compreender que apesar do homem ter escrito as Escrituras, as palavras que escreveram foram as próprias palavras de Deus. Apesar de ter usado homens com suas diferentes personalidades e estilos de escrita, Deus divinamente inspirou cada palavra que escreveram. O próprio Jesus confirmou a inspiração verbal e plenária das Escrituras quando disse: “Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim abrogar, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido” (Mateus 5:17-18). Nestes versos, Jesus reafirma a exatidão das Escrituras, que vai até ao menor detalhe e até ao menor sinal de pontuação: porque é a própria palavra de Deus.
Por serem as Escrituras a inspirada Palavra de Deus, podemos concluir que são também livres de erro e revestidas de autoridade. Uma correta visão de Deus leva que se chegue a uma correta visão de Sua Palavra. Por ser Deus todo poderoso, cheio de sabedoria e completamente perfeito, Sua Palavra, por sua própria natureza, terá as mesmas características. Os mesmos versos que estabelecem a inspiração das Escrituras também estabelecem que são tanto livres de erro quanto revestidas de autoridade. Sem dúvidas, a Bíblia é o que afirma ser: a inegável e autorizada Palavra de Deus para a humanidade. 24/6/2007 Deve-se obedecer à lei?Pergunta: "Devem os cristãos obedecer à lei do Velho Testamento?"
Resposta: A chave para a compreensão desta questão é saber que a lei do Velho Testamento foi dada à nação de Israel, não aos cristãos. Algumas das leis visavam ao conhecimento, por parte dos Israelitas, de como obedecer e agradar a Deus (Os Dez Mandamentos, por exemplo), algumas delas tinham como objetivo mostrar como adorar a Deus ( o sistema de sacrifícios), algumas delas simplesmente diferenciar os Israelitas de outras nações (as regras em relação à comida e vestimentas). Nenhuma das leis do Velho Testamento se aplica a nós nos dias de hoje. Quando Jesus morreu na cruz, Ele aboliu a lei do Velho Testamento (Romanos 10:4; Gálatas 3:23-25; Efésios 2:15).
Em substituição à lei do Velho Testamento, nós estamos sob a lei de Cristo (Gálatas 6:2), que é: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos depende toda a lei e os profetas” (Mateus 22:37-40). Se fizermos estas duas coisas, estaremos cumprindo tudo o que Cristo quer que façamos, “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados” (I João 5:3). Tecnicamente, nem os Dez Mandamentos são aplicáveis aos cristãos. Entretanto, 9 dos Dez Mandamentos são repetidos no Novo Testamento (todos, exceto o mandamento para que se guarde o Sábado). Obviamente, se nós amamos a Deus, não estaremos adorando a outros deuses ou ídolos. Se amamos aos que nos cercam, não os mataremos, não mentiremos para eles, não cometeremos adultério contra eles ou cobiçaremos o que a eles pertence. Portanto, não estamos sob nenhuma das exigências da lei do Velho Testamento. Nós devemos sim amar a Deus e a nosso próximo. Se com fé cumprirmos estes dois preceitos, todo o restante se ajustará.
23/6/2007 Aguardando a resposta de DEUSAguardando a Resposta de Deus Deparei-me com a seguinte frase colada no vidro de um carro: “Ora que melhora”. Frase simples, curta e objetiva que aponta para um aspecto essencial na nossa caminhada cotidiana com Deus, onde temos que lidar com questões diversificadas. Por exemplo, você já se percebeu tendo que administrar situações que fogem ao seu controle e que não dependem exclusivamente do seu querer? É possível até que num momento ou outro da sua trajetória de vida, você se perceba sem conseguir entender bem o “por quê” das coisas ao seu redor. E o que dizer a respeito daquelas respostas que aguardamos da parte de Deus, e que tardam em chegar? Como é difícil para cada um de nós ter que lidar com o “silêncio de Deus”. O profeta Habacuque, na sua caminhada com Deus, passa por situações as quais ele não entende. Por exemplo, o “silêncio de Deus”: “Até quando, Senhor, clamarei eu, e tu não me escutarás?” (1:2). Habacuque experimenta contradições na vida que geram angústias profundas no seu coração, já que o povo caldeu marchava contra o povo de Deus: “Pois eis que suscito os caldeus... Eles todos vêm para fazer violência...” (1:6 e 9). Contudo, no capítulo 2 do livro de Habacuque, vamos encontrar o profeta aguardando uma resposta da parte de Deus para suas queixas. A experiência deste homem de Deus nos ensina três lições fundamentais. Primeira lição: Quem aguarda uma resposta de Deus tem que preservar a vida de oração. Habacuque encontra-se em espírito de oração apesar do “silêncio de Deus”; apesar da iniqüidade a sua volta; apesar das coisas não estarem como ele gostaria que estivessem. Ele consegue preserva sua vida de oração apesar de todas as contradições a sua volta. Ele nos diz: “Por-me-ei na minha torre de vigia... para ver o que Deus me dirá e que resposta eu terei a minha queixa” (1). Meu irmão(ã), se está difícil... ORA QUE MELHORA!!! Segunda lição: Quem aguarda uma resposta de Deus tem que preservar a esperança. Habacuque tem que aprender a lidar com a sua urgência e o tempo de Deus sem perder a esperança. Havia algo da parte do Senhor que ainda estava por se cumprir. Por isso, o profeta consegue preservar a esperança apesar das evidências e nos diz: “A visão ainda está para cumprir-se no tempo determinado... se tardar espera-o” (3). Todos nós temos as nossas “urgências”. Todavia, enquanto a resposta não vem devemos aguardá-la de uma forma esperançosa e confiante, até que ela chegue no tempo determinado por Deus. Terceira lição: Quem aguarda uma resposta de Deus tem que preservar a fé. Habacuque nos diz que: “o justo viverá pela sua fé” (4). Enquanto aguardamos respostas da parte de Deus, devemos alimentar a nossa fé através da vida de oração, leitura da Bíblia e a vida de comunhão com os irmãos na igreja. Também não podemos nos esquecer do que a Carta aos Hebreus 11:1 e 6 nos diz sobre fé: “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem... De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam”. Se você está aguardando uma resposta de Deus para a sua vida, você não pode esquecer estas lições. Preserve sua vida de oração. Preserve sua esperança. Preserve sua fé em Deus. Que o Senhor Jesus te abençoe!!!
22/6/2007 A bíblia é relevante para os dias de hoje?Pergunta: "A Bíblia é relevante para os dias de hoje?"
Resposta: Hebreus 4:12 nos diz: “Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.” Mesmo tendo sido escrita por mais de 40 autores por um período de mais de 1500 anos, sua verdade e relevância para os dias de hoje não mudou. A Bíblia é a única fonte objetiva de toda a revelação que Deus nos deu a respeito de Si mesmo e Seu plano para a humanidade.
A Bíblia contém grande quantidade de informações sobre o mundo natural que foi confirmada por observações e pesquisa científica. Algumas dessas passagens incluem Levítico 17:11, Eclesiastes 1:6-7, Jó 36:27-29, Salmos 102:25-27 e Colossenses 1:16-17. Conforme vai se desdobrando a história bíblica do plano redentor de Deus, muitos personagens diferentes são vividamente descritos. Fazendo assim, a Bíblia fornece muitas informações sobre o comportamento e tendências humanas. Nossas próprias experiências cotidianas nos mostram que tais informações são mais exatas e descritivas da condição humana do que qualquer livro de psicologia. Muitos fatos históricos registrados na Bíblia foram confirmados por fontes não-bíblicas. Freqüentemente, a pesquisa histórica demonstra um alto grau de concordância entre os relatos bíblicos e não-bíblicos, a respeito dos mesmos acontecimentos. Em muitos casos, a Bíblia tem sido considerada mais correta em termos históricos.
Entretanto, a Bíblia não é um livro de história, texto de psicologia, tampouco periódico científico. A Bíblia é a descrição dada a nós por Deus sobre quem Ele é, Seus desejos e planos para a humanidade. O componente mais significante dessa revelação é a história de nossa separação de Deus pelo pecado, e as medidas que Deus tomou para a restauração da união através do sacrifício de Seu Filho, Jesus Cristo, na cruz. Nossa necessidade de redenção não muda. Nem o desejo de Deus de que com Ele nos reconciliemos. A Bíblia contém uma grande quantidade de informações precisas e relevantes. A mensagem mais importante da Bíblia, a redenção, é universalmente e perpetuamente aplicável à humanidade. A Palavra de Deus nunca ficará ultrapassada, suplantada ou necessitando de melhorias. Mudam as culturas, as leis, as gerações vêm e vão, mas a Palavra de Deus é tão relevante hoje quanto o era quando começou a ser escrita. Nem todas as Escrituras necessariamente se aplicam explicitamente a nós hoje, mas todas contêm verdade que podemos e devemos aplicar em nossas vidas hoje. 21/6/2007 A CRUZ
A Cruz, a Peça Central do Propósito de Deus 20/6/2007 A parabola do semeadorA PARÁBOLA DO SEMEADORS Lucas c8 v4 - 15; S Mateus c13 v1 - 9; S Marcos c4 v1 - 9 4 Afluindo uma grande multidão e vindo ter com ele gente de todas as cidades, disse Jesus por parábola: 5 Eis que o semeador saiu a semear. E, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho; foi pisada, e as aves do céu a comeram. 6 Outra caiu sobre a pedra; e, tendo crescido, secou por falta de umidade. 7 Outra caiu no meio dos espinhos; e estes, ao crescerem com ela, a sufocaram. 8 Outra, afinal, caiu em boa terra; cresceu e produziu a cento por um. Dizendo isto, clamou: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. A EXPLICAÇÃO DA PARÁBOLA 9E os seus discípulos o interrogaram, dizendo: Que parábola é esta? 10 Respondeu-lhes Jesus: A vós outro é dado conhecer os mistérios do reino de Deus; aos demais, fala-se por parábolas, para que, vendo, não vejam; e, ouvindo, não entendam. 11 Este é o sentido da parábola: a semente é a palavra de Deus. 12 A que caiu à beira do caminho são os que a ouviram; vem, a seguir, o diabo e arrebata-lhes do coração a palavra, para não suceder que, crendo, sejam salvos. 13 A que caiu sobre a pedra são os que, ouvindo a palavra, a recebem com alegria; estes não têm raiz, crêem apenas por algum tempo e, na hora da provação, se desviam. 14 A que caiu entre espinhos são os que ouviram e, no decorrer dos dias, foram sufocados com os cuidados, riquezas e deleites da vida; os seus frutos não chegam a amadurecer. 15 A que caiu na boa terra são os que, tendo ouvido de bom e reto coração, retêm a palavra; estes frutificam com perseverança. A SEMENTE É A PALAVRA DE DEUS. 6 Aqueles que saíram chorando, levando a semente para semear, voltarão cantando, cheios de alegria, trazendo nos braços os feixes da colheita. 2 Corintios c9 v10 - 11 (alimento) S Mateus c5 v18 (vai se cumprir) S Lucas c21 v33 (Exortação à vigilância) S Mateus c22 v29 (perigoso quem ignorá-la) S Mateus c14 v31 (Jesus anda por sobre o mar) S Mateus c17 v17 (os discípulos incapazes de curar) S Marcos c4 v40 (os discípulos na tempestade) S João c11 v32 - 46 (Marta, quando a ressurreição de lazaro). 13 A que caiu sobre a pedra 13 A que caiu sobre a pedra são os que, ouvindo a palavra, a recebem com alegria; estes não têm raiz, crêem apenas por algum tempo e, na hora da provação, se desviam. Jô c2 v8 - 10 (íntegro e reto) Atos c16 v23 - 26 (Paulo e Silas açoitados e presos) Tiago c1 v2 - 4 (Os benefícios das provações) Salmos c3 v1 (demoras divinas) Tiago c5 v7 - 11 (A necessidade, bênçãos e exemplo da paciência) 14 A que caiu entre espinhos 14 A que caiu entre espinhos são os que ouviram e, no decorrer dos dias, foram sufocados com os cuidados, riquezas e deleites da vida; os seus frutos não chegam a amadurecer. S Lucas c12 v13 - 21 (Jesus reprova a avareza) S Mateus c19 v16 - 22 (O jovem rico) 1 Timoteo c6 v6 - 10 (os perigos da riqueza) 15 A que caiu na boa terra 15 A que caiu na boa terra são os que, tendo ouvido de bom e reto coração, retêm a palavra; estes frutificam com perseverança. S João c15 v1 - 11 (A videira e os ramos) Gálatas c6 v6 - 10 (O que o homem semear, isso também ceifará) Hebreus c12 v1 - 3 (Devemos imitar o exemplo de Cristo, que foi perseverante em meio às provações). 1 Pedro c1 v13 - 21 (A santidade na vida) Apocalipse c3 v10 (perseverança até o fim) Pastor David Miranda Filho 19/6/2007 JUSTO E JUSTIFICADOR
Justo e Justificador (Romanos 3:19-31) A justiça de Deus exige pagamento justo pelo pecado (e o salário do pecado é a morte – 6:23). Pelo amor, ele paga o preço, oferece perdão e se torna justificador dos pecadores. O Que a Lei Faz? (19-20) A lei não traz a salvação, pois ninguém consegue se justificar por obras de mérito. O que, então, a lei faz? ➊ Ela cala a boca de todos os judeus; ➋ Mostra que todo o mundo é culpável diante de Deus; ➌ Traz pleno conhecimento do pecado, mas não resolve o problema. A lei pode ser comparada a um médico que diagnostica uma doença, mas não dá nenhum remédio. Jesus Cristo e a Justiça de Deus (21-26) A lei e os profetas olharam para a justiça de Deus, mas ela se manifestou sem lei. Mediante a fé em Cristo Jesus, todos que crêem têm acesso à justiça divina (21-22). E todos – judeus e gentios – precisam da ajuda do Senhor, pois todos pecaram (22-23). Paulo destaca a igualdade de judeus e gentios, mostrando que não há diferença:
A salvação em Jesus é maravilhosamente complicada. Deus ofereceu o sangue de Jesus como propiciação (algo que satisfaz a ira divina) pelo pecado (25; veja 1:18,27,32). Mas, para ser eficaz contra o pecado, o sangue de Jesus ainda depende da reação do homem: “mediante a fé” (25). A salvação se torna possível somente quando junta a graça e a fé (Efésios 2:8-9). Em Jesus, Deus manifestou a sua justiça (25). A tolerância não mostrou a justiça. Quando Deus deixou os pecados do homem sem castigo, ele estava segurando a sua justiça. Na morte de Jesus, ele mostrou a sua justiça pois seu Filho recebeu “a merecida punição” dos erros dos homens (veja 1:27). Deus manifestou a sua justiça e, ao mesmo tempo, tornou-se justificador (26). Aqui encontramos uma das mais ricas expressões do caráter de Deus: “para ele mesmo ser justo e o justificador....” A santidade de Deus exige a justiça, e o amor dele oferece a justificação. Em Cristo Jesus, ele conseguiu conciliar os dois lados essenciais do seu caráter. Foi justo em insistir no pagamento de sangue. Torna-se justificador em oferecer o sacrifício de Jesus no lugar dos homens pecadores. Orgulho Excluído (27-31) O homem não tem direito de se gabar, pois não merece nada (27-28). Se Deus é tanto justo como justificador, o homem sem Deus não é nem um nem o outro. Nenhum homem se justifica pelas suas próprias obras. A justificação vem pela fé, independente das obras da leis. Ninguém se salva por obras de mérito em obediência perfeita à lei. O único meio da salvação é a fé em Jesus Cristo. Para ser agradável a Deus, esta fé tem de ser ativa e obediente (veja 1:5). Paulo volta, mais uma vez, à igualdade de judeus e gentios (29-30). Se a lei não justifica, Deus não é o Deus somente dos judeus. Ele oferece a salvação a todos nos mesmos termos. Nem a lei nem a circuncisão justificará alguém. Deus justifica mediante a fé. A fé anula a lei? Não! A lei é confirmada pela fé. A lei mostrou o problema, e a fé traz a solução! – por Dennis Allan 17/6/2007 Queridos JovensQueridos jovens,É muito bom ter essa oportunidade de falar com vocês, e ajudá-los com estes humildes conselhos, tirados da Palavra de Deus. Eu desejo falar-lhes a respeito do temor de Deus. São poucos os que temem a Deus, e andam nos seus caminhos. Quando vemos um jovem sábio nas coisas espirituais, que sabe se conduzir dentro e fora da casa de Deus, que se afasta do mal, sabemos que ele é temente a Deus; porque para ser sábio, só mesmo temendo ao Senhor. Leia na sua Bíblia, em Salmos capítulo 111, versículo 10: "O temor do Senhor é o princípio da sabedoria; bom entendimento têm todos os que lhe obedecem... ", portanto, se quisermos ser sábios, temos que temer a Deus. O que é temor? Temor é respeito, obediência e reverência... Se tememos ao Senhor, nós O obedecemos, porque sabemos que Ele é onisciente, onipotente e onipresente. Ele tudo conhece, tudo pode e está em todo o lugar. Portanto, conhece a nossa vida, o nosso procedimento, sabe por onde andamos e sonda até os nossos pensamentos mais secretos. O jovem que teme ao Senhor odeia o mal, odeia o pecado, porque ele sabe que com Deus não se brinca; e que o que ele semear, irá colher, sem dúvida nenhuma. Ele sabe que a Palavra de Deus é verdadeira, e é Ela que diz que as consequências da desobediência não tardarão, é só esperar. Muitos jovens podem pensar: "Como faço para temer a Deus?" É muito fácil, é só pedir ao Senhor, e Ele dará o temor. Leia em Jeremias, capítulo 32, versículo 40B: "...; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim". Aí vemos que Deus percebeu a necessidade de o crente possuir temor para nunca se afastar dEle. É o temor que nos mantém fiéis a Deus, é o temor que não nos deixa colocar o pé fora do caminho reto, enfim, é o temor que nos impede de pecar. O temor de Deus nos protege de Satanás; quando ele nos oferece o pecado, com a finalidade de destruir a nossa vida, tanto espiritual quanto material. O diabo quer que pequemos para perdermos a comunhão íntima que temos com Deus. Se o Senhor permitisse, ele até nos mataria; mas como eu disse, o temor de Deus nos protege do diabo e de suas ofertas malignas. O temor de Deus nos protege, ainda, do sofrimento. Pense bem! Quando o rapaz e a moça não temem a Deus, eles agem segundo a sua própria vontade; nada é proibido, desde que o pastor e a Igreja não fiquem sabendo. E Deus? Não estará vendo? Na Igreja são uns santinhos, cantam no grupo da mocidade, participam dos cultos e até pregam a Palavra de Deus. Será que nem se lembram de que Deus irá pedir contas dos seus atos? Não tarda, e começa o sofrimento, sofrem e fazem outros sofrerem. Depois dirão: "não sei porque estou sofrendo tanto"! Plantaram o mal, o mal irão colher. Vejam que, se temermos a Deus, estaremos livres do sofrimento. Deus não somente pede que temamos a Ele, mas promete em troca aumentar os nossos dias de vida, ou seja, dar vida longa àqueles que o temem. Leia em Provérbios, capítulo 10 versículo 27: "O temor do Senhor aumenta os dias, mas os anos dos ímpios (que não têm temor) serão abreviados". Eu falo aos jovens, que têm a vida toda pela frente: se vocês souberem se conduzir em temor, as suas vidas serão longas e felizes, porque no temor de Deus há uma fonte de vida, para desviar o homem dos laços da morte. (Provérbios 14:27). Se o jovem não teme a Deus, ele é levado a toda sorte de aventuras perigosas: velocidade, esportes radicais, barzinhos, madrugadas fora de casa, más companhias... E a qualquer hora perde a sua vida, mas os passos do temente serão desviados dos laços da morte. Jovens, orem muito ao Senhor e não descansem, até que Deus coloque o seu temor nos seus corações, porque bem-aventurado o que teme ao Senhor, e anda nos seus caminhos. "No temor do Senhor há firme confiança e ele será um refúgio para seus filhos". (Provérbios 14:26). Até a próxima, se Deus quiser. Ereni Miranda 16/6/2007 AQUECIMENTO GLOBAL
Muitos têm alertado a respeito do alto custo do aquecimento global para a humanidade. Os jornais e os noticiários de TV estão cheios de previsões tenebrosas sobre o colapso da economia mundial: milhões morrerão ou serão desalojados em virtude de secas, fomes e inundações, enquanto Londres, Nova York e Tóquio, juntamente com outras cidades litorâneas, afundarão nos mares cujo nível subirá. Um relatório também predisse que todos os frutos do mar estarão extintos em cinqüenta anos. A respeito desse panorama há diversas possibilidades. As principais são: 1. O aquecimento global é real e causado pela atividade humana (queima de combustíveis fósseis – carvão, petróleo e gás, queima das florestas tropicais, etc.). Por isso, os governos devem tomar medidas urgentes para salvar o mundo da catástrofe. 2. O aquecimento global é real mas não se tem certeza sobre as causas. Pode tratar-se de atividade solar e parte de um ciclo de aquecimento e esfriamento das temperaturas na Terra. Nesse caso, não há nada que os governos possam fazer a respeito. 3. O aquecimento global é um engano usado por aqueles que querem implantar um governo mundial. Eles estão tentando amedrontar as pessoas para que se submetam aos seus planos. Vamos analisar essas questões: 1. O aquecimento global é real e causado pela atividade humana De acordo com o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (PIMC), apoiado pe la ONU , as temperaturas globais poderão aumentar entre 1,4° C e 5,8° C entre 1990 e 2100. O aumento das temperaturas, por sua vez, poderá provocar outras mudanças, inclusive o aumento do nível dos oceanos, a quantidade e o padrão das chuvas. É possível que essas alterações aumentem a freqüência e intensidade de eventos meteorológicos extremos como inundações, secas, ondas de calor, furacões e tornados. Outras conseqüências incluem reduções na produção agrícola, diminuição das geleiras, redução das correntes de verão, extinção de um grande número de espécies e o aumento de organismos transmissores de doenças. Em seu congresso de 2003, a Sociedade Meteorológica Americana adotou uma declaração que dizia:
As atividades humanas tornaram-se uma fonte destacada de mudanças ambientais. Muito urgente é [considerar] as conseqüências da abundância crescente de gases de estufa na atmosfera... Como os gases de estufa continuam aumentando, estamos, na realidade, realizando uma experiência climática global, que não foi planejada nem é controlada, cujos resultados poderão apresentar desafios sem precedentes ao que conhecemos e prevemos. Eles também poderão ter impacto significativo sobre nossos sistemas naturais e sociais. Trata-se de um problema de longo prazo que requer uma perspectiva de longo prazo. Importantes decisões aguardam os atuais e futuros líderes nacionais e mundiais. Manifestações para salvar o planeta têm sido realizadas ao redor do mundo. Em Londres, um evento organizado pela “Stop Climate Chaos” exigiu que o governo aja contra a ameaça do aquecimento global. O primeiro-ministro inglês Tony Blair declarou que se trata “do mais importante relatório sobre o futuro publicado pelo meu governo”. Angela Merkel, a chanceler da Alemanha, disse-lhe que enfrentar a questão das mudanças climáticas será uma prioridade para a presidência alemã do G8 (grupo das nações industrializadas) em 2007. A secretária do Exterior do Reino Unido, Margaret Beckett, disse num encontro em Nova Delhi que o subcontinente indiano poderá enfrentar uma combinação de secas e elevações do nível do mar – que devastarão as colheitas de cereais e forçarão milhões a fugir dos seus lares – como resultado da elevação das temperaturas globais.
2. ‑O aquecimento global é real mas pode ser causado pelo sol Uma minoria de cientistas está afirmando que as mudanças climáticas, tais como o aquecimento global, são causados por alterações no sol e não devido à liberação de gases de estufa na Terra. O sol fornece toda a energia que movimenta nosso clima, mas ele não é a estrela constante que pode parecer. Estudos cuidadosos durante os últimos vinte anos mostram que seu brilho geral e a energia desprendida aumentam levemente à medida que sobe a atividade das manchas solares até seu ponto mais alto em um ciclo de onze anos. Atualmente, o sol se encontra no ponto mais alto de atividade em 300 anos. Esse ciclo poderá ser seguido por um esfriamento e uma mini era do gelo. 3. O aquecimento global é um engano Há aqueles que são ainda mais céticos nessa questão. Christopher Monckton escreveu um artigo intitulado “Caos climático? Não acredite” no jornal britânico The Sunday Telegraph em que começou sugerindo que “o pânico provocado em torno das mudanças climáticas é menos relacionado com a intenção de salvar o planeta do que com a ‘criação de um governo mundial’, conforme a preocupante afirmação de Jacques Chirac”. Ele apresenta evidências, mostrando como a ONU falsificou informações acerca do problema através da sua agência, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (PIMC). Monckton cita David Deming, um geocientista da Universidade de Oklahoma (EUA), que escreveu um artigo avaliando as temperaturas na América do Norte através de dados de perfurações. Isso lhe deu credibilidade com o PIMC, que lhe pediu que participasse de suas pesquisas. Deming afirma: “Eles pensaram que eu era um deles, alguém que iria perverter a ciência a serviço de causas sociais ou políticas. Um deles abaixou a guarda: um destacado pesquisador na área do aquecimento global enviou-me um surpreendente e-mail, que dizia: ‘temos que nos livrar do período de calor da Idade Média”’. O período de calor da Idade Média é um fato bem documentado da história, mostrando que na época as temperaturas eram em torno de 3°C mais elevadas do que atualmente. De acordo com o artigo de Monckton:
Então não havia geleiras nos Andes ; hoje elas existem. Havia fazendas dos vikings na Groenlândia; hoje elas estão cobertas de gelo permanente. Havia pouco gelo no Polo Norte, uma esquadra chinesa circunavegou o Ártico em 1421 e não o encontrou. Dados de 6.000 perfurações em todo o mundo indicam que as temperaturas globais eram mais elevadas na Idade Média do que agora. Após esse período, as temperaturas caíram bem abaixo dos níveis atuais. Nos séculos XVII e XVIII ocorreu a “Pequena Era do Gelo”, quando o Tâmisa, junto à ponte de Londres, congelou de maneira tão sólida que uma Feira de Inverno foi realizada em 1607 com um conjunto de tendas sobre o próprio rio, oferecendo uma série de diversões, inclusive boliche sobre o gelo. O relatório original do PIMC, publicado em 1996, apresentava um gráfico dos últimos mil anos, mostrando corretamente que as temperaturas na Idade Média tinham sidos mais altas que as atuais. Mas o relatório de 2001 continha um novo gráfico sem qualquer indicação de um período de calor medieval, indicando temperaturas uniformes até o começo da Era Industrial. Esse gráfico mostrava incorretamente que o século XX foi o mais quente dos últimos mil anos. Essa informação mostra que a história está sendo deliberadamente falsificada por uma agência da ONU. Aquecimento global e governo mundial
Também é possível que haja um elemento de verdade em todas as três possibilidades. O aquecimento global pode ser causado parcialmente pela atividade humana e em parte pelo sol. Com certeza, ele está sendo usado para promover a idéia de que a governança mundial apoiada pe la ONU é a solução do problema. Quer seja real ou não, trata-se de uma questão ideal para unir as nações. É possível argumentar que nenhuma nação por si mesma pode resolver o problema e que, se ele não for solucionado, todos morreremos. É necessário que as nações trabalhem juntas para evitar isso. A ameaça também pode ser usada para dar aos governos desculpas para impor impostos mais elevados e exercer maior controle sobre a população... Em seu artigo, Christopher Monckton referiu-se a uma afirmação do presidente francês, Jacques Chirac, que relacionou a preocupação ambiental com um plano de governo mundial. Chirac escreveu um artigo para a revista New Scientist (19/5/05) sobre a necessidade de cuidar do meio ambiente, dizendo: “esse esforço deveria concentrar-se em estabelecer a governança ambiental global, algo que a França defende incansavelmente, em particular com sua proposta de criar uma organização ambiental da ONU, que será discutida pelos líderes mundiais na cúpula da ONU em Nova York em setembro”. Em um discurso anterior no Encontro da ONU sobre Mudanças Climáticas em Haia (20/11/2000), ele afirmou: “Pela primeira vez, a humanidade está instituindo um que a França e a União Européia gostariam de ver criada”. (ênfase do autor). É interessante que existe agora um consenso de opiniões sobre essa questão, favorecendo a agenda verde, nos três principais partidos do Reino Unido. Esse consenso é compartilhado pelos poderes que dominam a União Européia. Com os Democratas em ascensão nos EUA, é provável que as questões ambientais serão mais importantes que a “Guerra ao Terror”. Se a Rússia, a China, o Japão e a Índia puderem ser persuadidos a participar, a pressão para impor algum tipo de solução global para o problema poderá ser irresistível para o resto do mundo. O meio ambiente – uma questão espiritual
Também é interessante que existe uma idéia semi-religiosa relacionada a tudo isso – a controvertida Teoria Gaia, denominada assim por causa da deusa da Terra dos antigos gregos. Essa teoria foi desenvolvida pelo cientista britânico James Lovelock durante a década de 1960, enquanto ele trabalhava no Projeto Viking, analisando a possibilidade de vida em Marte. Enquanto analisava o que sustinha a vida na Terra e observava a atmosfera terrestre, com seu delicado equilíbrio de oxigênio, hidrogênio, nitrogênio, metano e resquícios de outros elementos, ele teve a idéia de que a Terra era um todo vivo e interdependente, capaz de controlar a si mesmo e de eliminar ameaças, da mesma maneira que um corpo lida com doenças e traumas. De acordo com essa idéia, a Terra é um sistema vivo imenso e eternamente interativo – um planeta vivo, flutuando no espaço, e cada parte do seu grandioso mecanismo afeta todos os outros, tanto para o bem como para o mal. A Terra teria certos órgãos especialmente importantes, como as florestas tropicais e os pântanos, que seriam mais importantes para o meio ambiente do que outras partes do sistema. Usando a comparação com o corpo humano, seria possível perder uma parte menor, como um dedo, e sobreviver, mas se você perder uma parte essencial, como os pulmões, você está morto. Desse modo, a Terra poderia sobreviver apesar de perder algumas espécies animais em virtude do descuido humano com o meio ambiente, mas se um órgão vital estiver ameaçado ela teria de reagir contra a interferência humana ou morrer. Em certos grupos do movimento ambientalista está sendo difundida a idéia de que as catástrofes que atingem a Terra são o resultado de Gaia alertando a humanidade, para que esta pare de destruir o único planeta em que podemos viver. Em outras palavras, Gaia poderá agir para trazer uma espécie de juízo sobre a humanidade por descuidar do planeta. De acordo com essa visão, as catástrofes são a maneira da Terra combater a degradação do planeta por parte da humanidade. Isso conduz à visão da Nova Era de que devemos retornar à unidade com o planeta e com os outros seres humanos para salvar o planeta.
A Bíblia ensina um conceito diferente: que o Deus Todo-Poderoso, que criou a Terra e deu à humanidade a tarefa de cuidar dela, está falando através desses eventos, que Ele até predisse há séculos por meio dos profetas e do Senhor Jesus. É verdade que a Terra é um todo interdependente, que foi criado por Deus como “muito bom” (veja Gênesis 1.31). Tudo que é necessário para a vida é mantido em delicado equilíbrio no único planeta em que podemos viver. A distância da Terra até o Sol, a atmosfera, o ciclo das águas, a camada de solo para plantio, tudo está exatamente certo para sustentar a vida. A idéia evolucionária de que tudo se originou através de um acidente cósmico é tão provável como a possibilidade de que o computador em que estou escrevendo este artigo é o resultado de átomos que se juntaram ao acaso. Um projeto exige a existência de um projetista e a criação exige um Criador. Há abundantes evidências, para aqueles que querem entender, de que Deus, como Criador, e não a evolução pelo acaso, tem a resposta para a pergunta donde viemos. Conforme o relato do Gênesis, a humanidade teria “domínio” sobre a Terra, não no sentido de saqueá-la, mas de cuidar dela e das suas criaturas (Gênesis 1.26-28, Salmo 8), em harmonia com Deus, nosso Criador. Porém, a desobediência humana a Deus causou a degradação da Terra, inicialmente com a queda (Gênesis 3) e depois com o dilúvio (Gênesis 6-8), estragando a criação original “muita boa”. Quando vamos para o outro extremo da escala de tempo bíblica e analisamos os eventos do fim dos tempos, fica claro que as catástrofes afetando a Terra irão aumentar nos dias finais desta era. Jesus disse a respeito dos tempos anteriores à Sua Segunda Vinda: “haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu... Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados” (Lucas 21.11,25-26).
Tempestades tropicais que provocam ondas gigantescas e devastam regiões costeiras estão aumentando em ferocidade, algo que muitos cientistas estão relacionando com as mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global. Em Isaías 24 há uma passagem apocalíptica que trata da destruição causada por eventos impressionantes nos últimos dias desta era, quando cidades serão devastadas e seus habitantes espalhados: “Na verdade, a terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as leis, violam os estatutos e quebram a aliança eterna” (Isaías 24.5). É interessante que Isaías 24.16 também se refere aos “pérfidos” que “tratam mui perfidamente”. Isso estabelece uma relação entre a questão ambiental e os que a utilizam para objetivos pérfidos (isto é, o governo mundial do Anticristo). As profecias da Bíblia advertem que no futuro haverá um tempo de dificuldades, com intenso calor, vegetação queimada e águas contaminadas, como também violentas tempestades e desastres naturais, trazendo fomes, epidemias e morte: “O primeiro anjo tocou a trombeta, e houve saraiva e fogo de mistura com sangue, e foram atirados à terra. Foi, então, queimada a terça parte da terra, e das árvores, e também toda erva verde. O segundo anjo tocou a trombeta, e uma como que grande montanha ardendo em chamas foi atirada ao mar, cuja terça parte se tornou em sangue, e morreu a terça parte da criação que tinha vida, existente no mar, e foi destruída a terça parte das embarcações. O terceiro anjo tocou a trombeta, e caiu do céu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas uma grande estrela, ardendo como tocha. O nome da estrela é Absinto; e a terça parte das águas se tornou em absinto, e muitos dos homens morreram por causa dessas águas, porque se tornaram amargosas” (Apocalipse 8.7-11).
O Apocalipse fala de um tempo em que “o quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe dado queimar os homens com fogo...” (Apocalipse 16.8). Depois, “Derramou o sexto a sua taça sobre o grande rio Eufrates, cujas águas secaram...” (Apocalipse 16.12) e “sobrevieram relâmpagos, vozes e trovões, e ocorreu grande terremoto, como nunca houve igual desde que há gente sobre a terra; tal foi o terremoto, forte e grande” (Apocalipse 16.18). Qualquer que seja a verdade sobre o aquecimento global, trata-se de uma questão que tem o potencial de levar o mundo em direção ao governo mundial profetizado em Apocalipse 13. Aquele que apresentar uma solução para esse problema certamente será saudado como salvador que oferecerá “paz e segurança” e será adorado pelo mundo como o novo messias. Longe de solucionar o problema, o governo mundial anticristão dos tempos finais conduzirá o mundo às margens da destruição. Somente o retorno do Senhor Jesus Cristo salvará a Terra. Após Sua volta, ela será miraculosamente restaurada e voltará a ser um lugar fértil e belo, capaz de suprir as necessidades dos povos durante o reino milenar de Jesus, quando “...a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar” (Isaías 11.9). (Tony Pearce, Light for The Last Days - http://www.chamada.com.br) 14/6/2007 Eu preciso crer no que digoEm Marcos 11.22-24 Jesus nos dá o ensinamento necessário para ordenar que cada situação de ataque e contrária à vontade de Deus saia da nossa vida. Nos Versículos 22 e 23 Jesus nos diz: “Tende Fé em Deus, porque em verdade vos afirmo que, se alguém disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar no seu coração, mas crer que se fará o que diz, assim será com ele.” A partir do momento em que sabemos qual é a vontade de Deus para nós, podemos exercer a nossa autoridade. Nossas palavras, baseadas em Deus, são poderosas e vencedoras, mas o dizer “da boca para fora” não leva a nada. Não adianta cantarmos músicas maravilhosas se não crermos que estamos cantando essas verdades para nós. Muitos estão na Igreja há muito tempo e não têm vivido a realidade das promessas, porque dizem mas não crêem no que estão dizendo. Jesus nos fala claramente: “ (...) se alguem disser (...) e não duvidar no seu coração (...).” O nosso coração dever estar sempre confiante na Palavra de Deus, pois em Provérbios 4.23 aprendemos que é do nosso coração que procedem as fontes da vida. Ele deve estar firmado na fidelidade de Deus. Dizer a palavra de Deus é tremendamente importante. Mas não somente dizer, e sim, crer que aquilo que proferimos é verdade, mais poderosa e forte do que os ataques do inimigo sobre nós. A fé que temos em nós, a própria fé de Deus, nos faz olhar não para a montanha, mas para a benção que está atrás da montanha. Deus não nos mandou olhar para a montanha, e sim, dizer a ela que saia! Diga a palavra de Deus e não duvide. Ela é capaz de remover todo impedimento que possa surgir em seu caminho. Creia nas palavras de comando que você libera no mundo espiritual, pois elas são poderosas para mudar não apenas uma situação, mas toda a sua história. Tire os olhos da montanha e olhe, com os olhos da fé, para a sua benção que está atrás da montanha. Pr. André Valadão ministeriodafe 13/6/2007 Pensamentos para hojeO bom humor espalha mais felicidade que todas as riquezas do mundo. Vem do hábito de olhar para as coisas com esperança e de esperar o melhor e não o pior.
(Alfred Montapert)
Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos. Porque, contrariamente à opinião comum, o amor não faz sofrer. O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, esse é que faz sofrer. (...) Eu sei assim reconhecer aquele que ama verdadeiramente: é que ele não pode ser prejudicado. O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca. (Antoine de Saint-Exupéry, in 'Cidadela')
11/6/2007 Pensamentos sobre adversidadeAdversidade
Quem perde os seus bens, perde muito; quem perde um amigo, perde mais; mas quem perde a coragem, perde tudo. (Autor desconhecido)
Quando se busco o cume da montanha, não se dá importância às pedras do caminho (Autor desconhecido)
Quando eu estiver contigo no fim do dia, poderás ver as minhas cicatrizes, e então saberás que eu me feri e também me curei. (Tagore)
Se soubermos que um obstáculo é intransponível, deixa de ser um obstáculo para se tornar um ponto de partida. (Juzsef Eorvos)
Se encontrares um caminho sem obstáculos, pensa que talvez não te leve a nenhum lugar. (Autor desconhecido)
Não é por termos liberdade que podemos mudar tudo à nossa volta, mas dispomos da faculdade de dar sentido a tudo (o que é muito melhor), mesmo àquilo que não o tem! Nem sempre somos senhores do desenvolvimento da nossa vida, mas somos sempre senhores do sentido que lhe conferimos. (Jacques Philippe)
É à noite que é belo acreditar na Luz. (Edmond Rostand)
Não tenho nenhuma coragem, mas procedo como se a tivesse, o que talvez venha dar ao mesmo. (Gustave Flaubert)
É um grande privilégio ter vivido uma vida difícil. (Indira Gandhi)
E os teus inimigos colaboram contigo, porque não há inimigo algum no mundo. O inimigo o que faz é limitar-te, dar-te a tua forma e alicerçar-te. (Saint-Exupéry)
Quando um homem está doente, se não se encontra essencialmente realizado, dá-se conta de que quando estava de saúde tinha descuidado muitas coisas essenciais; que tinha preferido o acessório ao essencial (Gustave Thibon)
Os heróis são aqueles que tornam magnífica uma vida que já não podem suportar. (Jean Girandoux)
A vida é uma pedra de amolar: desgasta-nos ou afia-nos, conforme o metal de que somos feitos. (George Bernard Shaw)
O pessimista queixa-se do vento, o optimista espera que ele mude e o realista ajusta as velas. (Willian George Ward)
O homem que a dor não educou será sempre uma criança. (N.Tommaseo)
A dor alimenta a coragem. Não podes ser corajoso se só te aconteceram coisas maravilhosas. (Autor desconhecido)
Para quem sabe esperar, tudo vem a tempo. (Clément Marot)
Não há exemplos na História de se ter conquistado a segurança pela covardia. (Léon Blum)
A adversidade é um trampolim para a maturidade. (C.C. Colton)
Se alguma coisa se te opõe e te fere, deixa crescer. É que estás a ganhar raízes e a mudar. Abençoado ferimento que te faz parir de ti próprio. (Saint-Exupéry)
Só há uma maneira de acabar com o mal: é responder-lhe com o bem. (Tolstoi)
Na adversidade conhecemos os recursos de que dispomos. (Horácio)
A adversidade desperta em nós capacidades que, em circunstâncias favoráveis, teriam ficado adormecidas. (Horácio)
Não existe melhor ensino que a adversidade. (Disraeli)
Dois importantes factos, nesta vida, saltam aos olhos; primeiro, que cada um de nós sofre inevitavelmente derrotas temporárias, de formas diferentes, nas ocasiões mais diversas. Segundo, que cada adversidade traz consigo a semente de um benefício equivalente. Ainda não encontrei homem algum bem-sucedido na vida que não houvesse antes sofrido derrotas temporárias. Sempre que um homem supera os reveses, torna-se mental e espiritualmente mais forte... É assim que aprendemos o que devemos à grande lição da adversidade. (Andrew Carnegie a Napoleon Hill)
Não podemos dirigir o vento... Mas podemos ajustar as velas. (Autor desconhecido)
Quem não sabe suportar contrariedades nunca terá acesso às coisas grandiosas. (Provérbio Chinês )
As lições da desgraça são as sumas lições da vida. (Giacomo Leopardi)
Os grandes navegadores devem sua reputação aos temporais e tempestades. (Epicuro)
A verdadeira medida de um homem não se vê na forma como se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas em como se mantém em tempos de controvérsia e desafio. (Martin Luther King Jr.)
A provação vem, não só para testar o nosso valor, mas para o aumentar; o carvalho não é apenas testado, mas enrijecido pelas tempestades. (Lettie Cowman)
As adversidades são como as facas, que nos podem ser úteis ou ferir-nos, conforme as seguremos pela lâmina ou pelo cabo. (James Russel Lowell, escritor norte-americano)
A arte de vencer aprende-se nas derrotas. (Simon Bolívar)
As dificuldades não esmagam um homem, fazem-no. (Arthur Meighen)
Não se viam as plantas cobertas pela neve. - E o lavrador, dono do campo, comentou jovialmente: "Agora, crescem para dentro". - Pensei em ti; na tua forçosa inactividade - Diz-me: também cresces para dentro?
O homem descobre-se quando se mede com um obstáculo. (A. Saint-Exupéry)
A desgraça é o vínculo mais estreito entre os corações. (La Fontaine)
Não receies a adversidade: lembra-te de que os papagaios de papel sobem contra o vento e não a favor dele. (H. Mabie)
Dificuldades reais podem ser resolvidas; apenas as imaginárias são insuperáveis. (Theodore N. Vail)
Jamais desesperes, mesmo perante as mais sombrias aflições de sua vida, pois das nuvens mais negras cai água límpida e fecunda. (Provérbio chinês)
Se caíres sete vezes, levanta-te oito. (Provérbio chinês)
Na maior parte dos homens, as dificuldades são filhas da preguiça. (Samuel Johnson)
Não há razão para termos medo das sombras. Apenas indicam que em algum lugar próximo brilha a luz. (Ruth Renkel)
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